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Revogada pela Resolução CGSN n° 140/2018 (DOU de 24.05.2018), efeitos a partir de 01.08.2018

RESOLUÇÃO CGSN N° 094, DE 29 DE NOVEMBRO DE 2011

(DOU de 01.12.2011)

Dispõe sobre o Simples Nacional e dá outras providências.

O Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN), no uso das competências que lhe conferem a Lei Complementar n° 123, de 14 de dezembro de 2006, o Decreto n° 6.038, de 7 de fevereiro de 2007, e o Regimento Interno aprovado pela Resolução CGSN n° 1, de 19 de março de 2007,

resolve:

Art. 1° Esta Resolução dispõe sobre o Regime Especial Unificado  de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte - Simples Nacional, e dá outras providências. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 2°, inciso I e § 6°)

Descrição

Artigo

TÍTULO I - DA PARTE GERAL

 -

CAPÍTULO I - DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

 -

Seção I - Das Definições

Art. 2°

Seção II - Das Empresas em Início de Atividade

Art. 3°

CAPÍTULO II - DO SIMPLES NACIONAL

 -

Seção I - Da Abrangência do Regime

 -

Subseção I - Dos Tributos Abrangidos

Art. 4°

Subseção II - Dos Tributos não Abrangidos

Art. 5°

Seção II - Da Opção pelo Regime

 -

Subseção I - Dos Procedimentos

Art. 6°

Subseção II - Dos Sublimites de Receita Bruta

Art. 9°

Subseção III - Do Resultado do Pedido de Opção

Art. 13

Seção III - Das Vedações ao Ingresso

Art. 15

Seção IV - Do Cálculo dos Tributos Devidos

 -

Subseção I - Da Base de Cálculo

Art. 16

Subseção II - Das Alíquotas

Art. 20

Subseção III - Da Majoração da Alíquota

Art. 22

Subseção IV - Da Segregação de Receitas e Aplicação da Alíquota

Art. 25

Subseção V - Da Substituição Tributária

Art. 27

Subseção VI - Da Imunidade

Art. 30

Subseção VII - Da Isenção, Redução ou Valor Fixo do ICMS ou ISS e dos Benefícios e Incentivos Fiscais

Art. 31

Subseção VIII - Dos Aplicativos de Cálculo

Art. 37

Subseção IX - Dos Prazos de Recolhimento dos Tributos Devidos

Art. 38

Seção V - Da Arrecadação

Art. 39

Seção VI - Do Parcelamento dos Débitos Tributários Apurados no Simples Nacional

 -

Subseção I - Das Disposições Gerais

Art. 44

Subseção II - Dos Débitos Objeto do Parcelamento

Art. 45

Subseção III - Da Concessão e Administração

Art. 46

Subseção IV - Do Pedido

Art. 47

Subseção V - Do Deferimento

Art. 50

Subseção VI - Da Consolidação

Art. 51

Subseção VII - Das Prestações e de seu Pagamento

Art. 52

Subseção VIII - Do Reparcelamento

Art. 53

Subseção IX - Da Rescisão

Art. 54

Subseção X - Das Disposições Finais

Art. 55

Seção VII - Dos Créditos

Art. 56

Seção VIII - Das Obrigações Acessórias

 -

Subseção I - Dos Documentos e Livros Fiscais e Contábeis

Art. 57

Subseção II - Das Declarações

Art. 66

Subseção III - Do Registro dos Valores a Receber no Regime de Caixa

Art. 70

Subseção IV - Da Certificação Digital para ME e EPP

Art. 72

Seção IX - Da Exclusão

 -

Subseção I - Da Exclusão por Comunicação

Art. 73

Subseção II - Da Exclusão de Ofício

Art. 75

Subseção III - Dos Efeitos da Exclusão de Ofício

Art. 76

Seção X - Da Fiscalização e das Infrações e Penalidades do Simples Nacional

 -

Subseção I - Da Competência para Fiscalizar

Art. 77

Subseção II - Do Sistema Eletrônico Único de Fiscalização

Art. 78

Subseção III - Do Auto de Infração e Notificação Fiscal

Art. 79

Subseção IV - Da Omissão de Receita

Art. 82

Subseção V - Das Infrações e Penalidades

Art. 84

TÍTULO II - DO MICROEMPREENDEDOR INDIVIDUAL - MEI

 -

CAPÍTULO I - DA DEFINIÇÃO

Art. 91

CAPÍTULO II - DO SISTEMA DE RECOLHIMENTO EM VALORES FIXOS MENSAIS DOS TRIBUTOS ABRANGIDOS PELO SIMPLES NACIONAL - SIMEI

 -

Seção I - Da Definição

Art. 92

Seção II - Da Opção pelo SIMEI

Art. 93

Seção III - Do Documento de Arrecadação - DAS

Art. 95

Seção IV - Da Contratação de Empregado

Art. 96

CAPÍTULO III - DAS OBRIGAÇÕES ACESSÓRIAS

 -

Seção I - Da Dispensa de Obrigações Acessórias

Art. 97

Seção II - Da Declaração Anual para o MEI - DASN-SIMEI

Art. 100

Seção III - Da Declaração Única do MEI - DUMEI

Art. 101

Seção IV - Da Certificação Digital

Art. 102

Seção V - Da Perda do Direito ao Tratamento Diferenciado

Art. 103

CAPÍTULO IV - DA CESSÃO OU LOCAÇÃO DE MÃO-DE-OBRA

Art. 104

CAPÍTULO V - DO DESENQUADRAMENTO

Art. 105

CAPÍTULO VI - DAS INFRAÇÕES E PENALIDADES

Art. 106

CAPÍTULO VII - DAS DISPOSIÇÕES FINAIS

Art. 108

TÍTULO III - DOS PROCESSOS ADMINISTRATIVOS E JUDICIAIS

 -

CAPÍTULO I - DO PROCESSO ADMINISTRATIVO FISCAL

 

Seção I - Do Contencioso Administrativo

Art. 109

Seção II - Da Intimação Eletrônica

Art. 110

Seção III - Do Processo de Consulta

 -

Subseção I - Da Legitimidade para Consultar

Art. 111

Subseção II - Da Competência para Solucionar Consulta

Art. 113

Subseção III - Dos Efeitos da Consulta

Art. 115

CAPÍTULO II - DA RESTITUIÇÃO E DA COMPENSAÇÃO

 -

Seção I - Do Processo de Restituição

Art. 116

Seção II - Do Direito à Restituição

Art. 117

Seção III - Da Compensação

Art. 119

CAPÍTULO III - DOS PROCESSOS JUDICIAIS

 -

Seção I - Da Legitimidade Passiva

Art. 120

Seção II - Da Prestação de Auxílio à Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional - PGFN

Art. 123

Seção III - Da Inscrição em Dívida Ativa e sua Cobrança Judicial

Art. 125

Seção IV - Do Convênio

Art. 126

Seção V - Da Legitimidade Ativa

Art. 128

TÍTULO IV - DAS DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS

 -

CAPÍTULO I - DAS DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS

Art. 129

CAPÍTULO II - DAS DISPOSIÇÕES FINAIS

 -

Seção I - Da Isenção do Imposto de Renda sobre Valores Pagos a Titular ou Sócio

Art. 131

Seção II - Da Tributação dos Valores Diferidos

Art. 132

Seção III - Do Cálculo da CPP não Incluída no Simples Nacional

Art. 133

Seção IV - Do Roubo, Furto, Extravio, Deterioração, Destruição ou Inutilização

Art. 134

Seção V - Do Portal

Art. 135

Seção VI - Da Certificação Digital dos Entes Federados

Art. 136

Seção VII - Do Índice Remissivo

Art. 139

Seção VIII - Da Vigência e da Revogação de Atos Normativos

Art. 140

ANEXOS

Alíquotas e partilha do simples nacional - comércio

ANEXO I

Alíquotas e partilha do simples nacional - indústria

ANEXO II

Alíquotas e partilha do simples nacional – receitas decorrentes de locação de bens móveis e de prestação de serviços relacionados no inciso iii do art. 25 da resolução cgsn n° 94, de 2011

ANEXO III

Alíquotas e partilha do simples nacional - receitas decorrentes da prestação de serviços relacionados no inciso iv do art. 25 da resolução cgsn n° 94, de 2011

ANEXO IV

Alíquotas e partilha do simples nacional - receitas decorrentes da prestação de serviços relacionados no inciso v do art. 25 da resolução cgsn n° 94, de 2011

ANEXO V

Códigos previstos na cnae impeditivos ao simples nacional

ANEXO VI

Códigos previstos na cnae que abrangem concomitantemente atividade impeditiva e permitida ao simples nacional

ANEXO VII

Benefícios – isenções e reduções

ANEXO VIII

Documento de arrecadação do simples nacional - das

ANEXO IX

Modelo do comprovante de pagamento

ANEXO X

Registro de valores a receber

ANEXO XI

Relatório mensal de receitas brutas

ANEXO XII

Atividades permitidas ao mei

ANEXO XIII

Índice remissivo

ANEXO XIV

TÍTULO I
DA PARTE GERAL

CAPÍTULO I
DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

Seção I
Das Definições

Art. 2° Para fins desta Resolução, considera-se:

I - microempresa (ME) ou empresa de pequeno porte (EPP) a sociedade empresária, a sociedade simples, a empresa individual de responsabilidade limitada ou o empresário a que se refere o art. 966 da Lei n° 10.406, de 10 de janeiro de 2002, devidamente registrados no Registro de Empresas Mercantis ou no Registro Civil de Pessoas Jurídicas, conforme o caso, e a sociedade de advogados registrada na forma do art. 15 da Lei n° 8.906, de 4 de julho de 1994, desde que: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 3°, caput; art. 18, § 5°-C, VII) Alterado pela Resolução CGSN n° 117/2014 (DOU de 05.12.2014) efeitos a partir de 01.01.2015 Redação Anterior

a) no caso da ME, aufira, em cada ano-calendário, receita bruta igual ou inferior a R$ 360.000,00 (trezentos e sessenta mil  reais); (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 3°, inciso I)

b) no caso da EPP, aufira, em cada ano-calendário, receita bruta superior a R$ 360.000,00 (trezentos e sessenta mil reais) e igual ou inferior a R$ 4.800.000,00 (quatro milhões e oitocentos mil reais); (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 3°, inciso II) Alterado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018 Redação Anterior

II - receita bruta (RB) o produto da venda de bens e serviços nas operações de conta própria, o preço dos serviços prestados e o resultado nas operações em conta alheia, excluídas as vendas canceladas e os descontos incondicionais concedidos. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 3°, caput e § 1°)

III - período de apuração (PA) o mês-calendário considerado como base para apuração da receita bruta; (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18, caput e § 3°; art. 21, inciso III)

IV - empresa em início de atividade aquela que se encontra no período de 180 (cento e oitenta) dias a partir da data de abertura constante do Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ); (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 2°, inciso I e § 6°)

V - data de início de atividade a data de abertura constante do CNPJ. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 2°, inciso I e § 6°)

§ 1° Para fins de opção e permanência no Simples Nacional, poderão ser auferidas em cada ano-calendário receitas no mercado interno até o limite de R$ 4.800.000,00 (quatro milhões e oitocentos mil reais) e, adicionalmente, receitas decorrentes da exportação de mercadorias ou serviços para o exterior, inclusive quando realizada por meio de comercial exportadora ou da sociedade de propósito específico prevista no art. 56 da Lei Complementar n° 123, de 2006, desde que as receitas de exportação também não excedam R$ 4.800.000,00 (quatro milhões e oitocentos mil reais). (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 3°, §§ 10 e 14) Alterado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018 Redação Anterior

§ 2° A empresa que, no ano-calendário, exceder o limite de receita bruta anual ou o limite adicional para exportação previstos no § 1° fica excluída do Simples Nacional no mês subsequente à ocorrência do excesso, ressalvado o disposto no § 3°. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 3°, §§ 9° e 14) Alterado pela Resolução CGSN n° 117/2014 (DOU de 05.12.2014) efeitos a partir de 01.01.2015   Redação Anterior

§ 3° Os efeitos da exclusão prevista no § 2o dar-se-ão no ano-calendário subsequente se o excesso verificado em relação à receita bruta não for superior a 20% (vinte por cento) de cada um dos limites previstos no § 1°. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 3°, §§ 9°-A e 14)

§ 4° Revogado pela Resolução CGSN n° 129/2016 (DOU de 19.09.2016), efeitos a partir de 19.09.2016 Redação Anterior

§ 4°-A. Compõem também a receita bruta de que trata este artigo: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 2°, inciso I e § 6°, e art. 3°, § 1°) Acrescentado pela Resolução CGSN n° 129/2016 (DOU de 19.09.2016), efeitos a partir de 19.09.2016

I - o custo do financiamento nas vendas a prazo, contido no valor dos bens ou serviços ou destacado no documento fiscal; Acrescentado pela Resolução CGSN n° 129/2016 (DOU de 19.09.2016), efeitos a partir de 19.09.2016

II - as gorjetas, sejam elas compulsórias ou não; Acrescentado pela Resolução CGSN n° 129/2016 (DOU de 19.09.2016), efeitos a partir de 19.09.2016

III - os royalties, aluguéis e demais receitas decorrentes de cessão de direito de uso ou gozo; e Acrescentado pela Resolução CGSN n° 129/2016 (DOU de 19.09.2016), efeitos a partir de 19.09.2016

IV - as verbas de patrocínio. Acrescentado pela Resolução CGSN n° 129/2016 (DOU de 19.09.2016), efeitos a partir de 19.09.2016

§ 4°-B. Não compõem a receita bruta de que trata este artigo: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 2°, inciso I e § 6°, e art. 3°, § 1°) Acrescentado pela Resolução CGSN n° 129/2016 (DOU de 19.09.2016), efeitos a partir de 19.09.2016

I - a venda de bens do ativo imobilizado; Acrescentado pela Resolução CGSN n° 129/2016 (DOU de 19.09.2016), efeitos a partir de 19.09.2016

II - os juros moratórios, as multas e quaisquer outros encargos auferidos em decorrência do atraso no pagamento de operações ou prestações; Acrescentado pela Resolução CGSN n° 129/2016 (DOU de 19.09.2016), efeitos a partir de 19.09.2016

III - a remessa de mercadorias a título de bonificação, doação ou brinde, desde que seja incondicional e não haja contraprestação por parte do destinatário; Acrescentado pela Resolução CGSN n° 129/2016 (DOU de 19.09.2016), efeitos a partir de 19.09.2016

IV - a remessa de amostra grátis; Acrescentado pela Resolução CGSN n° 129/2016 (DOU de 19.09.2016), efeitos a partir de 19.09.2016

V - os valores recebidos a título de multa ou indenização por rescisão contratual, desde que não corresponda à parte executada do contrato. Acrescentado pela Resolução CGSN n° 129/2016 (DOU de 19.09.2016), efeitos a partir de 19.09.2016

VI - para o salão-parceiro de que trata a Lei n° 12.592, de 18 de janeiro de 2012, os valores repassados ao profissional-parceiro, desde que este esteja devidamente inscrito no CNPJ. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 2°, inciso II e § 6°; art. 13, § 1°-A) Acrescentado pela Resolução CGSN n° 137/2017 (DOU de 06.12.2017), efeitos a partir de 01.01.2018

§ 5° Consideram-se bens do ativo imobilizado, ativos tangíveis: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 2°, inciso I e § 6°; Convênio ICMS n° 64, de 7 de julho de 2006; Resolução CFC n° 1.285, de 18 de junho de 2010) Alterado pela Resolução CGSN n° 133/2017 (DOU de 16.06.2017), efeitos a partir de 16.06.2017 Redação Anterior

I - que sejam disponibilizados para uso na produção ou fornecimento de bens ou serviços, ou para locação por outros, para investimento, ou para fins administrativos; e Alterado pela Resolução CGSN n° 125/2015 (DOU de 09.12.2015), efeitos a partir de 09.12.2015 Redação Anterior

II - cuja desincorporação ocorra a partir do décimo terceiro mês contado da respectiva entrada. Alterado pela Resolução CGSN n° 133/2017 (DOU de 16.06.2017), efeitos a partir de 16.06.2017 Redação Anterior

§ 6° Revogado pela Resolução CGSN n° 129/2016 (DOU de 19.09.2016), efeitos a partir de 19.09.2016 Redação Anterior

§ 7° Revogado pela Resolução CGSN n° 129/2016 (DOU de 19.09.2016), efeitos a partir de 19.09.2016 Redação Anterior

§ 8° Revogado pela Resolução CGSN n° 129/2016 (DOU de 19.09.2016), efeitos a partir de 19.09.2016 Redação Anterior

§ 9° Revogado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018 Redação Anterior

§ 10. O adimplemento das obrigações comerciais por meio de troca de mercadorias, prestação de serviços, compensação de créditos ou qualquer outra forma de contraprestação não desnatura, para as partes envolvidas, a configuração de receita bruta de que trata este artigo. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 2°, inciso I e § 6°, e art. 3°, § 1°, Lei n° 10.406, de 10 de janeiro de 2002, art. 533, caput). Acrescentado pela Resolução CGSN n° 129/2016 (DOU de 19.09.2016), efeitos a partir de 19.09.2016

§ 11. As receitas decorrentes da venda de bens ou direitos ou da prestação de serviços devem ser reconhecidas quando do faturamento, da entrega do bem ou do direito ou à proporção em que os serviços são efetivamente prestados, o que primeiro ocorrer. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 2°, inciso I e § 6° e art. 18, § 3°). Acrescentado pela Resolução CGSN n° 129/2016 (DOU de 19.09.2016), efeitos a partir de 19.09.2016

§ 12. Aplica-se o disposto no § 11 também na hipótese de valores recebidos adiantadamente, ainda que no regime de caixa, e às vendas para entrega futura. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 2°, inciso I e § 6° e art. 18, § 3°). Acrescentado pela Resolução CGSN n° 129/2016 (DOU de 19.09.2016), efeitos a partir de 19.09.2016

Seção II
Das Empresas em Início de Atividade

Art. 3° No ano-calendário de início de atividade, cada um dos limites previstos no § 1° do art. 2° será de R$ 400.000,00 (quatrocentos mil reais), multiplicados pelo número de meses compreendidos entre o início de atividade e o final do respectivo ano-calendário, consideradas as frações de meses como um mês inteiro. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 3°, § 2°) Alterado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018 Redação Anterior

§ 1° Se a receita bruta acumulada no ano-calendário de início de atividade, no mercado interno ou em exportação para o exterior, for superior a qualquer um dos limites mencionados no caput, a empresa estará excluída do Simples Nacional, devendo pagar a totalidade ou a diferença dos respectivos tributos devidos de conformidade com as normas gerais de incidência, com efeitos retroativos ao início de atividade, ressalvado o disposto no § 2°. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 3°, § 10) Alterado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018 Redação Anterior

§ 2° A exclusão a que se refere o § 1° não retroagirá ao início de atividade se o excesso verificado em relação à receita bruta acumulada não for superior a 20% (vinte por cento) do limite referido, hipótese em que os efeitos da exclusão dar-se-ão tão-somente a partir do ano-calendário subsequente. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 3°, § 12)

§ 3° Na hipótese de início de atividade no ano-calendário imediatamente anterior ao da opção, os limites de receita bruta: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 2°, inciso I e § 6°; art. 3°, § 2°) Alterado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018 Redação Anterior

I - para fins de opção, serão os previstos no caput deste artigo; e Acrescentado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018

II - para fins de permanência, serão os previstos no § 1° do art. 2°. Acrescentado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018

CAPÍTULO II
DO SIMPLES NACIONAL

Seção I
Da Abrangência do Regime

Subseção I
Dos Tributos Abrangidos

Art. 4° A opção pelo Simples Nacional implica o recolhimento mensal, mediante documento único de arrecadação, no montante apurado na forma desta Resolução, em substituição aos valores devidos segundo a legislação específica de cada tributo, dos seguintes impostos e contribuições: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 13, incisos I a VIII)

I - Imposto sobre a Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ);

II - Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), observado o disposto no inciso IX do art. 5°;

III - Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL);

IV - Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins), observado o disposto no inciso IX do art. 5°;

V - Contribuição para o PIS/Pasep, observado o disposto no inciso IX do art. 5°;

VI - Contribuição Patronal Previdenciária (CPP) para a Seguridade Social, a cargo da pessoa jurídica, de que trata o art. 22 da Lei n° 8.212, de 24 de julho de 1991, exceto no caso da ME e da EPP que se dediquem às seguintes atividades de prestação de serviços: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 13, inciso VI; art. 18, § 5°-C)

a) construção de imóveis e obras de engenharia em geral,  inclusive sob a forma de subempreitada, execução de projetos e serviços de paisagismo, bem como decoração de interiores;

b) serviço de vigilância, limpeza ou conservação;

c) serviços advocatícios; Acrescentado pela Resolução CGSN n° 117/2014 (DOU de 05.12.2014) efeitos a partir de 01.01.2015

VII - Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS);

VIII - Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS).

Subseção II
Dos Tributos não Abrangidos

Art. 5° A ME ou EPP optante pelo Simples Nacional deverá recolher os seguintes tributos, devidos na qualidade de contribuinte ou responsável, nos termos da legislação aplicável às demais pessoas jurídicas, além daqueles relacionados no art. 4°: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 13, § 1°, incisos I a XV)

I - Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro, ou relativas a Títulos ou Valores Mobiliários (IOF);

II - Imposto sobre a Importação de Produtos Estrangeiros (II);

III - Imposto sobre Exportação, para o Exterior, de Produtos Nacionais ou Nacionalizados (IE);

IV - Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (ITR);

V - Imposto de Renda relativo:

a) aos rendimentos ou ganhos líquidos auferidos em aplicações de renda fixa ou variável;

b) aos ganhos de capital auferidos na alienação de bens do ativo permanente;

c) aos pagamentos ou créditos efetuados pela pessoa jurídica a pessoas físicas;

VI - Contribuição para o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS);

VII - Contribuição para manutenção da Seguridade Social, relativa ao trabalhador;

VIII - Contribuição para a Seguridade Social, relativa à pessoa do empresário, na qualidade de contribuinte individual;

IX - Contribuição para o PIS/Pasep, Cofins e IPI incidentes na importação de bens e serviços;

X - ICMS devido:

a) nas operações ou prestações sujeitas ao regime de substituição tributária;

b) por terceiro, a que o contribuinte se ache obrigado, por força da legislação estadual ou distrital vigente;

c) na entrada, no território do Estado ou do Distrito Federal, de petróleo, inclusive lubrificantes e combustíveis líquidos e gasosos dele derivados, bem como energia elétrica, quando não destinados à comercialização ou à industrialização;

d) por ocasião do desembaraço aduaneiro;

e) na aquisição ou manutenção em estoque de mercadoria desacobertada de documento fiscal;

f) na operação ou prestação desacobertada de documento fiscal;

g) nas operações com bens ou mercadorias sujeitas ao regime de antecipação do recolhimento do imposto, nas aquisições em outros Estados e Distrito Federal:

1. com encerramento da tributação;

2. sem encerramento da tributação, hipótese em que será cobrada a diferença entre a alíquota interna e a interestadual, sendo vedada a agregação de qualquer valor;

h) nas aquisições em outros Estados e Distrito Federal de bens ou mercadorias, não sujeitas ao regime de antecipação do recolhimento do imposto, relativo à diferença entre a alíquota interna e a interestadual;

XI - ISS devido:

a) em relação aos serviços sujeitos à substituição tributária ou retenção na fonte;

b) na importação de serviços;

XII - demais tributos de competência da União, dos Estados, do Distrito Federal ou dos Municípios, não relacionados neste artigo e no art. 4°.

§ 1° Relativamente ao disposto na alínea "a" do inciso V, a incidência do imposto de renda na fonte será definitiva, observada a legislação aplicável. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 13, § 2°)

§ 2° A diferença entre a alíquota interna e a interestadual do ICMS de que tratam as alíneas "g" e "h" do inciso X do caput será calculada tomando-se por base as alíquotas aplicáveis às pessoas jurídicas não optantes pelo Simples Nacional. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 13, § 5°)

§ 3° A ME ou EPP optante pelo Simples Nacional fica dispensada do pagamento das: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 13, § 3°)

I - contribuições instituídas pela União, não abrangidas pela Lei Complementar n° 123, de 2006;

II - contribuições para as entidades privadas de serviço social e de formação profissional vinculadas ao sistema sindical, de que trata o art. 240 da Constituição Federal, e demais entidades de serviço social autônomo.

Seção II
Da Opção pelo Regime

Subseção I
Dos Procedimentos

Art. 6° A opção pelo Simples Nacional dar-se-á por meio do Portal do Simples Nacional na internet, sendo irretratável para todo o ano-calendário. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 16, caput)

§ 1° A opção de que trata o caput deverá ser realizada no mês de janeiro, até seu último dia útil, produzindo efeitos a partir do primeiro dia do ano-calendário da opção, ressalvado o disposto no §  5°. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 16, § 2°)

§ 2° Enquanto não vencido o prazo para solicitação da opção o contribuinte poderá: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 16, caput)

I - regularizar eventuais pendências impeditivas ao ingresso no Simples Nacional, sujeitando-se ao indeferimento da opção caso não as regularize até o término desse prazo;

II - efetuar o cancelamento da solicitação de opção, salvo se  o pedido já houver sido deferido.

§ 3° O disposto no § 2° não se aplica às empresas em início de atividade. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 16, caput)

§ 4° No momento da opção, o contribuinte deverá prestar declaração quanto ao não enquadramento nas vedações previstas no art. 15, independentemente das verificações efetuadas pelos entes federados. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 16, caput)

§ 5° No caso de início de atividade da ME ou EPP no ano calendário da opção, deverá ser observado o seguinte: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 16, § 3°)

I - a ME ou EPP, após efetuar a inscrição no CNPJ, bem  como obter a sua inscrição municipal e, caso exigível, a estadual, terá o prazo de até 30 (trinta) dias, contados do último deferimento de inscrição, para efetuar a opção pelo Simples Nacional;

II - após a formalização da opção, a Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB) disponibilizará aos Estados, Distrito Federal e Municípios a relação dos contribuintes para verificação da regularidade da inscrição municipal ou, quando exigível, da estadual;

III - os entes federados deverão efetuar a comunicação à RFB sobre a regularidade na inscrição municipal ou, quando exigível, na estadual:

a) até o dia 5 (cinco) de cada mês, relativamente às informações disponibilizadas pela RFB do dia 20 (vinte) ao dia 31 (trinta e um) do mês anterior;

b) até o dia 15 (quinze) de cada mês, relativamente às informações disponibilizadas pela RFB do dia 1° (primeiro) ao dia 9 (nove) do mesmo mês;

c) até o dia 25 (vinte e cinco) de cada mês, relativamente às informações disponibilizadas pela RFB do dia 10 (dez) ao dia 19 (dezenove) do mesmo mês;

IV - confirmada a regularidade na inscrição municipal ou, quando exigível, na estadual, ou ultrapassado o prazo a que se refere o inciso III, sem manifestação por parte do ente federado, a opção será deferida, observadas as demais disposições relativas à vedação para ingresso no Simples Nacional e o disposto no § 7°;

V - a opção produzirá efeitos desde a respectiva data de abertura constante do CNPJ, salvo se o ente federado considerar inválidas as informações prestadas pela ME ou EPP nos cadastros estadual e municipal, hipótese em que a opção será indeferida. Alterado pela Resolução CGSN n° 121/2015 (DOU de 14.04.2015), efeitos a partir de 14.04.2015 Redação Anterior

§ 6° A RFB disponibilizará aos Estados, Distrito Federal e Municípios relação dos contribuintes referidos neste artigo para verificação quanto à regularidade para a opção pelo Simples Nacional, e, posteriormente, a relação dos contribuintes que tiveram a sua opção deferida. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 16, caput)

§ 7° A ME ou EPP não poderá efetuar a opção pelo Simples Nacional na condição de empresa em início de atividade depois de decorridos 180 (cento e oitenta) dias da data de abertura constante do  CNPJ, observados os demais requisitos previstos no inciso I do § 5°.(Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 16, § 3°)

§ 8° A opção pelo Simples Nacional, por escritórios de serviços contábeis, implica em que, individualmente ou por meio de suas entidades representativas de classe, devam: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18, § 22-B)

I - promover atendimento gratuito relativo à inscrição, à opção de que trata o art. 93 e à primeira declaração anual simplificada do Microempreendedor Individual (MEI), podendo, para tanto, por meio de suas entidades representativas de classe, firmar convênios e acordos com a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, por intermédio dos seus órgãos vinculados;

II - fornecer, por solicitação do Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN), resultados de pesquisas quantitativas e qualitativas relativas às ME e EPP optantes pelo Simples Nacional por eles atendidas;

III - promover eventos de orientação fiscal, contábil e tributária para as ME e EPP optantes pelo Simples Nacional por eles atendidas.

Art. 7° A ME ou EPP poderá efetuar agendamento da opção  de que trata o § 1° do art. 6°, observadas as seguintes disposições: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 16, caput)

I - estará disponível, em aplicativo específico no Portal do Simples Nacional, entre o primeiro dia útil de novembro e o penúltimo dia útil de dezembro do ano anterior ao da opção;

II - sujeitar-se-á ao disposto nos §§ 4° e 6° do art. 6°;

III - na hipótese de serem identificadas pendências impeditivas ao ingresso no Simples Nacional, o agendamento será rejeitado, podendo a empresa:

a) solicitar novo agendamento após a regularização das pendências, observado o prazo previsto no inciso I; ou

b) realizar a opção no prazo e condições previstos no § 1° do art. 6°;

IV - inexistindo pendências, o agendamento será confirmado, gerando para a ME ou EPP opção válida com efeitos a partir do primeiro dia do ano-calendário subsequente;

V - o agendamento:

a) não se aplica à opção para ME ou EPP em início de atividade;

b) poderá ser cancelado até o final do prazo previsto no inciso I.

§ 1° A confirmação do agendamento não implica opção pelo Sistema de Recolhimento em Valores Fixos Mensais dos Tributos Abrangidos pelo Simples Nacional (SIMEI), que deverá ser efetuado no prazo previsto no inciso II do art. 93. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 16, caput; art. 18-A, § 14)

§ 2° Não haverá contencioso administrativo na hipótese de  rejeição do agendamento. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 16, caput)

§ 3° O agendamento confirmado poderá ser cancelado, até o final do prazo previsto no inciso I do caput, independentemente de notificação, caso tenha ocorrido erro no processamento das informações tempestivamente transmitidas pelos entes federados nos termos do § 6° do art. 6°, sendo a informação do cancelamento divulgada no Portal do Simples Nacional, devendo a empresa proceder na forma do inciso III do caput. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 16, caput) Acrescentado pela Resolução CGSN n°113 / 2014 (DOU de 31.03.2014) efeitos a partir de 31.03.2014

Art. 8° Serão utilizados os códigos de atividades econômicas  previstos na Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) informados pelos contribuintes no CNPJ, para verificar se a ME ou EPP atende aos requisitos pertinentes. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 16, caput)

§ 1° O Anexo VI relaciona os códigos da CNAE impeditivos ao Simples Nacional. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 16, caput)

§ 2° O Anexo VII relaciona os códigos ambíguos da CNAE, ou seja, os que abrangem concomitantemente atividade impeditiva e permitida ao Simples Nacional. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 16, caput)

§ 3° A ME ou EPP que exerça atividade econômica cujo código da CNAE seja considerado ambíguo poderá efetuar a opção de acordo com o art. 6°, se: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 16, caput)

I - exercer tão-somente as atividades permitidas no Simples Nacional, e;

II - prestar a declaração que ateste o disposto no inciso I.

§ 4° Na hipótese de alteração da relação de códigos impeditivos ou ambíguos, serão observadas as seguintes regras: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 16, caput)

I - se determinada atividade econômica deixar de ser considerada como impeditiva ao Simples Nacional, a ME ou EPP que exerça essa atividade passará a poder optar por esse regime de tributação a partir do ano-calendário seguinte ao da alteração desse código, desde que não incorra em nenhuma das vedações do art. 15;

II - se determinada atividade econômica passar a ser considerada impeditiva ao Simples Nacional, a ME ou EPP optante que exerça essa atividade deverá efetuar a sua exclusão obrigatória, porém  com efeitos para o ano-calendário subsequente.

Subseção II
Dos Sublimites de Receita Bruta

Art. 9° Os Estados e o Distrito Federal cuja participação no Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro seja de até 1% (um por cento) poderão optar pela aplicação de sublimite de receita bruta anual de R$ 1.800.000,00 (um milhão e oitocentos mil reais) no mercado interno e consequente sublimite adicional, no mesmo valor, de exportação de mercadorias ou serviços para o exterior, para efeito de recolhimento do ICMS e do ISS relativos aos estabelecimentos localizados em seus respectivos territórios. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 19, caput; art. 20, caput) Alterado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018 Redação Anterior

I - Revogado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018 Redação Anterior

II - Revogado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018 Redação Anterior

§ 1° Para os Estados e o Distrito Federal que não tenham adotado sublimites na forma do caput e para aqueles cuja participação no PIB brasileiro seja superior a 1% (um por cento), para efeitos de recolhimento do ICMS e do ISS, observar-se-á obrigatoriamente o sublimite no valor de R$ 3.600.000,00 (três milhões e seiscentos mil reais) no mercado interno e sublimite adicional, no mesmo valor, de exportação de mercadorias ou serviços para o exterior. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 13-A; art. 19, § 4°) Alterado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018 Redação Anterior

§ 2° Para fins do disposto no caput e no § 1°, a participação no PIB brasileiro será apurada levando em conta o último resultado anual divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) até o último dia útil de setembro do ano-calendário da manifestação da opção. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 19, § 1°)

§ 3° A opção prevista no caput bem como a obrigatoriedade do sublimite previsto no § 1° produzirão efeitos somente para o ano-calendário subsequente, salvo deliberação do CGSN. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 19, § 2°) Alterado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018 Redação Anterior

Art. 10. O sublimite em vigor no Estado ou Distrito Federal na forma prevista no art. 9° implicará a vigência do mesmo sublimite de receita bruta acumulada para efeitos de recolhimento do ISS dos estabelecimentos localizados em seus respectivos territórios. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 20, caput) Alterado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018 Redação Anterior

Art. 11. Os Estados e o Distrito Federal, na hipótese de adoção de sublimite de receita bruta acumulada para efeitos de recolhimento do ICMS em seus territórios, na forma prevista no caput do art. 9°, deverão manifestar-se mediante Decreto do respectivo Poder Executivo, até o último dia útil do mês de outubro. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 20, § 4°) Alterado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018 Redação Anterior

§ 1°  Os Estados e o Distrito Federal notificarão o CGSN da opção a que se refere o caput, até o último dia útil do mês de novembro. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 20, § 4°)

§ 2° O CGSN divulgará por meio de Resolução a opção efetuada pelos Estados e Distrito Federal, durante o mês de dezembro. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 20, § 4°)

Art. 12. A EPP que ultrapassar qualquer sublimite de receita bruta acumulada, seja no mercado interno ou em decorrência de exportação para o exterior, estabelecido na forma prevista no art. 9°, estará automaticamente impedida de recolher o ICMS e o ISS na forma prevista no Simples Nacional, a partir do mês subsequente àquele em que tiver ocorrido o excesso, relativamente aos seus estabelecimentos localizados na unidade da federação de vigência do sublimite, ressalvado o disposto nos §§ 1° a 3°. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 3°, § 15, e art. 20, § 1°) Alterado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018 Redação Anterior

§ 1° Os efeitos do impedimento previsto no caput ocorrerão no ano-calendário subsequente se o excesso verificado não for superior a 20% (vinte por cento) dos sublimites referidos. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 20, § 1°-A)

§ 1°-A. No ano-calendário de início de atividade, cada um dos sublimites previstos no caput e no § 1° do art. 9° será de R$ 150.000,00 (cento e cinquenta mil reais) ou R$ 300.000,00 (trezentos mil reais), conforme o caso, multiplicados pelo número de meses compreendidos entre o início de atividade e o final do respectivo ano-calendário, consideradas as frações de meses como um mês inteiro. Acrescentado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018

§ 2° Caso a receita bruta acumulada pela empresa no ano-calendário de início de atividade ultrapasse quaisquer dos sublimites previstos no § 1°-A, o estabelecimento da EPP localizado na unidade da federação cujo sublimite for ultrapassado estará impedido de recolher o ICMS e o ISS na forma prevista no Simples Nacional, com efeitos retroativos ao início de atividade, ressalvado o disposto no § 3°. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 3°, § 11) Alterado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018 Redação Anterior

§ 3° O impedimento a que se refere o § 2° não retroagirá ao início de atividade se o excesso verificado em relação à receita bruta acumulada não for superior a 20% (vinte por cento) dos sublimites referidos, hipótese em que os efeitos do impedimento dar-se-ão tão somente a partir do ano-calendário subsequente. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 3°, § 13) Alterado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018 Redação Anterior

§ 4° O ICMS e o ISS voltarão a ser recolhidos na forma prevista no Simples Nacional no ano subsequente, caso no Estado ou Distrito Federal passe a vigorar sublimite de receita bruta superior ao que vinha sendo utilizado no ano- alendário em que ocorreu o ex- cesso da receita bruta, exceto se o novo sublimite também houver sido ultrapassado. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 20, § 2°) Alterado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018 Redação Anterior

§ 5° Na hipótese de início de atividade no ano-calendário imediatamente anterior ao da opção, caso a receita bruta acumulada pela empresa no ano-calendário de início de atividade ultrapasse quaisquer dos sublimites previstos no § 1°-A, o estabelecimento da EPP localizado na unidade da federação cujo sublimite for ultrapassado estará impedido de recolher o ICMS e o ISS na forma prevista no Simples Nacional, já no ano de ingresso nesse regime. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 3°, § 11) Alterado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018 Redação Anterior

§ 6° Na hipótese do § 2°, a EPP impedida de recolher o ICMS e o ISS na forma do Simples Nacional ficará sujeita ao pagamento da totalidade ou diferença dos respectivos tributos, devidos de conformidade com as normas gerais de incidência, acrescidos, tão somente, de juros de mora, quando efetuado antes do início de procedimento de ofício, ressalvada a hipótese do § 3°. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 32, §§ 1° e 3°)

§ 7° A partir dos efeitos do impedimento previsto no caput, o estabelecimento localizado na unidade da federação na qual o sublimite esteja vigente sujeitar-se-á, em relação ao ICMS e ao ISS, às normas de tributação aplicáveis às pessoas jurídicas não optantes pelo Simples Nacional. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 3°, § 15, e art. 20, § 1°) Acrescentado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018

Subseção III
Do Resultado do Pedido de Opção

Art. 13. O resultado do pedido de opção poderá ser consultado através do Portal do Simples Nacional. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 16, caput)

Art. 14. Na hipótese de ser indeferida a opção a que se refere o art. 6°, será expedido termo de indeferimento por autoridade fiscal integrante da estrutura administrativa do respectivo ente federado que decidiu o indeferimento, inclusive na hipótese de existência de débitos tributários. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 16, § 6°)

Parágrafo único. Será dada ciência do termo a que se refere  o caput à ME ou à EPP pelo ente federado que tenha indeferido a sua opção, segundo a sua respectiva legislação, observado o disposto no art. 110 (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 16, §§ 1°-A e 6°; art. 29, § 8°)

Seção III
Das Vedações ao Ingresso

Art. 15. Não poderá recolher os tributos na forma do Simples Nacional a ME ou EPP: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 17, caput)

I -  que tenha auferido, no ano-calendário imediatamente anterior ou no ano-calendário em curso, receita bruta superior a R$ 4.800.000,00 (quatro milhões e oitocentos mil reais) no mercado interno ou superior ao mesmo limite em exportação para o exterior, observado o disposto no art. 3°; (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 3°, inciso II e §§ 2°, , 9°-A, 10, 12 e 14) Alterado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018 Redação Anterior

II - de cujo capital participe outra pessoa jurídica; (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 3°, § 4°, inciso I)

III - que seja filial, sucursal, agência ou representação, no País, de pessoa jurídica com sede no exterior; (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 3°, § 4°, inciso II)

IV - de cujo capital participe pessoa física que seja inscrita como empresário ou seja sócia de outra empresa que receba tratamento jurídico diferenciado nos termos da Lei Complementar n° 123, de 2006, desde que a receita bruta global ultrapasse um dos limites máximos de que trata o inciso I do caput; (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 3°, § 4°, inciso III, § 14)

V - cujo titular ou sócio participe com mais de 10% (dez por  cento) do capital de outra empresa não beneficiada pela Lei Complementar n° 123, de 2006, desde que a receita bruta global  ultrapasse um dos limites máximos de que trata o inciso I do caput; (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 3°, § 4°, inciso IV, § 14)

VI - cujo sócio ou titular seja administrador ou equiparado de outra pessoa jurídica com fins lucrativos, desde que a receita bruta global ultrapasse um dos limites máximos de que trata o inciso I do caput; (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 3°, § 4°, inciso V, § 14)

VII - constituída sob a forma de cooperativas, salvo as de consumo; (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 3°, § 4°, inciso VI)

VIII - que participe do capital de outra pessoa jurídica; (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 3°, § 4°, inciso VII)

IX - que exerça atividade de banco comercial, de investimentos e de desenvolvimento, de caixa econômica, de sociedade de crédito, financiamento e investimento ou de crédito imobiliário, de corretora ou de distribuidora de títulos, valores mobiliários e câmbio, de empresa de arrendamento mercantil, de seguros privados e de capitalização ou de previdência complementar; (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 3°, § 4°, inciso VIII)

X - resultante ou remanescente de cisão ou qualquer outra forma de desmembramento de pessoa jurídica que tenha ocorrido em um dos 5 (cinco) anos-calendário anteriores; (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 3°, § 4°, inciso IX)

XI - constituída sob a forma de sociedade por ações; (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 3°, § 4°, X)

XII - que explore atividade de prestação cumulativa e contínua de serviços de assessoria creditícia, gestão de crédito, seleção e riscos, administração de contas a pagar e a receber, gerenciamento de ativos (asset management), compras de direitos creditórios resultantes de vendas mercantis a prazo ou de prestação de serviços (factoring); (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 17, inciso I)

XIII - que tenha sócio domiciliado no exterior; (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 17, inciso II)

XIV - de cujo capital participe entidade da administração pública, direta ou indireta, federal, estadual ou municipal; (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 17, inciso III)

XV - que possua débito com o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), ou com as Fazendas Públicas Federal, Estadual ou Municipal, cuja exigibilidade não esteja suspensa; (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 17, inciso V)

XVI - que preste serviço de transporte intermunicipal e interestadual de passageiros, exceto: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 17, inciso VI) Alterado pela Resolução CGSN n° 117/2014 (DOU de 05.12.2014) efeitos a partir de 01.01.2015  Redação Anterior

a) na modalidade fluvial; ou

b) nas demais modalidades, quando:

1. possuir características de transporte urbano ou metropolitano; ou

2. realizar-se sob fretamento contínuo em área metropolitana para o transporte de estudantes ou trabalhadores;

XVII - que seja geradora, transmissora, distribuidora ou comercializadora de energia elétrica; (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 17, inciso VII)

XVIII - que exerça atividade de importação ou fabricação de  automóveis e motocicletas; (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 17, inciso VIII)

XIX - que exerça atividade de importação de combustíveis;  (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 17, inciso IX)

XX - que exerça atividade de produção ou venda no atacado de: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 17, inciso X)

a) cigarros, cigarrilhas, charutos, filtros para cigarros, armas de fogo, munições e pólvoras, explosivos e detonantes;

b) cervejas sem álcool; e Alterado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018 Redação Anterior

1. Revogado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018 Redação Anterior

2. Revogado pela Resolução CGSN n° 115/2014 (DOU de 08.09.2014) efeitos a partir de 01.01.2015 Redação Anterior

3. Revogado pela Resolução CGSN n° 115/2014 (DOU de 08.09.2014) efeitos a partir de 01.01.2015 Redação Anterior

4. Revogado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018 Redação Anterior

c) bebidas alcoólicas, exceto aquelas produzidas ou vendidas no atacado por ME ou EPP registrada no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, e que obedeça à regulamentação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária e da RFB quanto à produção e à comercialização de bebidas alcoólicas, nas seguintes atividades: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 17, § 5°) Acrescentado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018

1. micro e pequenas cervejarias; Acrescentado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018

2. micro e pequenas vinícolas; Acrescentado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018

3. produtores de licores; Acrescentado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018

4. micro e pequenas destilarias; e Acrescentado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018

XXI - Revogado pela Resolução CGSN n° 117/2014 (DOU de 05.12.2014) efeitos a partir de 01.01.2015 Redação Anterior

XXII - que realize cessão ou locação de mão-de-obra; (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 17, inciso XII)

XXIII - Revogado pela Resolução CGSN n° 117/2014 (DOU de 05.12.2014) efeitos a partir de 01.01.2015 Redação Anterior

XXIV - que se dedique ao loteamento e à incorporação de imóveis; (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 17, inciso XIV)

XXV - que realize atividade de locação de imóveis próprios, exceto quando se referir a prestação de serviços tributados pelo ISS; (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 17, inciso XV)

XXVI - com ausência de inscrição ou com irregularidade em cadastro fiscal federal, municipal ou estadual, quando exigível, observadas as disposições específicas relativas ao MEI. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 17, inciso XVI e § 4°)

XXVII - cujos titulares ou sócios guardem, cumulativamente, com o contratante do serviço, relação de pessoalidade, subordinação e habitualidade. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 3°, § 4°, inciso XI) Acrescentado pela Resolução CGSN n° 115/2014 (DOU de 08.09.2014) efeitos a partir de 08.09.2014

§ 1° O disposto nos incisos V e VIII do caput não se aplica à participação no capital de cooperativas de crédito, bem como em centrais de compras, bolsas de subcontratação, no consórcio referido no art. 50 e na sociedade de propósito específico, prevista no art. 56, ambos da Lei Complementar n° 123, de 2006, e em associações assemelhadas, sociedades de interesse econômico, sociedades de garantia solidária e outros tipos de sociedade, que tenham como objetivo social a defesa exclusiva dos interesses econômicos das ME e EPP. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 3°, § 5°)

§ 2° Revogado pela Resolução CGSN n° 117/2014 (DOU de 05.12.2014) efeitos a partir de 01.01.2015 Redação Anterior

§ 3° Também poderá optar pelo Simples Nacional a ME ou EPP que se dedique à prestação de outros serviços que nã o tenham sido objeto de vedação expressa neste artigo, desde que não incorra em nenhuma das hipóteses de vedação previstas nesta Resolução. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 17, § 2°)

§ 4° A vedação à opção por empresas que exerçam a atividade mediante cessão ou locação de mão de obra, de que trata o inciso XXII do caput, não se aplica às atividades referidas nas alíneas "a" a "c" do inciso VI do art. 4°. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18, § 5°-H) Alterado pela Resolução CGSN n° 117/2014 (DOU de 05.12.2014) efeitos a partir de 01.01.2015 Redação Anterior

§ 5° Enquadram-se na situação prevista no item 1 da alínea "b" do inciso XVI do caput o transporte intermunicipal ou interestadual que, cumulativamente: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 2°, inciso I e § 6°; art. 17, inciso VI) Acrescentado pela Resolução CGSN n° 117/2014 (DOU de 05.12.2014) efeitos a partir de 01.01.2015

I - for realizado entre municípios limítrofes, ainda que de diferentes estados, ou obedeça a trajetos que compreendam regiões metropolitanas, aglomerações urbanas e microrregiões, constituídas por agrupamentos de municípios, instituídas por legislação estadual, podendo, no caso de transporte metropolitano, ser intercalado por áreas rurais;

II - possuir caráter público coletivo de passageiros entre municípios, assim considerado aquele realizado por veículo com especificações apropriadas, acessível a toda a população mediante pagamento individualizado, com itinerários e horários previamente estabelecidos, viagens intermitentes e preços fixados pelo Poder Público.

§ 6° Enquadram-se na situação prevista no item 2 da alínea "b" do inciso XVI do caput o transporte intermunicipal ou interestadual de estudantes ou trabalhadores que, cumulativamente: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 2°, inciso I e § 6°; art. 17, inciso VI) Acrescentado pela Resolução CGSN n° 117/2014 (DOU de 05.12.2014) efeitos a partir de 01.01.2015

I - for realizado sob a forma de fretamento contínuo, assim considerado aquele prestado a pessoa física ou jurídica, mediante contrato escrito e emissão de documento fiscal, para a realização de um número determinado de viagens, com destino único e usuários definidos;

II - obedecer a trajetos que compreendam regiões metropolitanas, aglomerações urbanas e microrregiões, constituídas por agrupamentos de municípios limítrofes, instituídas por legislação estadual.

§ 7° Não compõem a receita bruta do ano-calendário imediatamente anterior ao da opção pelo Simples Nacional, para efeitos do disposto no inciso I do caput deste artigo, os valores: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 2°, inciso I e § 6°; art. 3°, §§ 1° e 16) Alterado pela Resolução CGSN n° 125/2015 (DOU de 09.12.2015), efeitos a partir de 09.12.2015 Redação Anterior

I - destacados a título de IPI; Alterado pela Resolução CGSN n° 125/2015 (DOU de 09.12.2015), efeitos a partir de 09.12.2015 Redação Anterior

II - devidos a título de ICMS retido por substituição tributária, pelo contribuinte que se encontra na condição de substituto. Alterado pela Resolução CGSN n° 125/2015 (DOU de 09.12.2015), efeitos a partir de 09.12.2015 Redação Anterior

Seção IV
Do Cálculo dos Tributos Devidos

Subseção I
Da Base de Cálculo

Art. 16. A base de cálculo para a determinação do valor devido mensalmente pela ME ou EPP optante pelo Simples Nacional será a receita bruta total mensal auferida (Regime de Competência) ou recebida (Regime de Caixa), conforme opção feita pelo contribuinte. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18, caput e § 3°)

§ 1° O regime de reconhecimento da receita bruta será irretratável para todo o ano-calendário. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18, § 3°)

§ 2° Na hipótese de a ME ou EPP possuir filiais, deverá ser considerado o somatório das receitas brutas de todos os estabelecimentos. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18, caput)

§ 3° Para efeitos do disposto neste artigo: Alterado pela Resolução CGSN n° 098/2012 (DOU de 19.03.2012) vigência a partir de 19.03.2012 Redação Anterior

I - a receita bruta auferida ou recebida será segregada na forma do art. 25-A; (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18, §§ 4° e 4°-A)
Alterado pela Resolução CGSN n° 117/2014 (DOU de 05.12.2014) efeitos a partir de 01.01.2015  Redação Anterior

II - considera-se separadamente, em bases distintas, as receitas brutas auferidas ou recebidas no mercado interno e aquelas decorrentes de exportação. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 3°, § 15) Alterado pela Resolução CGSN n° 126/2016 (DOU de 21.03.2016), efeitos a partir de 01.01.2016 Redação Anterior

Art. 17. Na hipótese de devolução de mercadoria vendida por ME ou EPP optante pelo Simples Nacional, em período de apuração posterior ao da venda, deverá ser observado o seguinte: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 2°, inciso I e § 6°; art. 3°, § 1°)

I - o valor da mercadoria devolvida deve ser deduzido da receita bruta total, no período de apuração do mês da devolução, segregada pelas regras vigentes no Simples Nacional nesse mês;

II - caso o valor da mercadoria devolvida seja superior ao da receita bruta total ou das receitas segregadas relativas ao mês da devolução, o saldo remanescente deverá ser deduzido nos meses subsequentes, até ser integralmente deduzido.

Parágrafo único. Para a optante pelo Simples Nacional tributada com base no critério de apuração de receitas pelo Regime de Caixa, o valor a ser deduzido limita-se ao valor efetivamente devolvido ao adquirente. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 2°, inciso I e § 6°; art. 3°, § 1°)

Art. 17-A. Na hipótese de cancelamento de documento fiscal, nas situações autorizadas pelo respectivo ente federado, o valor do documento cancelado deverá ser deduzido no período de apuração no qual tenha havido a tributação originária, quando o cancelamento se der em período posterior. Alterado pela Resolução CGSN n° 129/2016 (DOU de 19.09.2016), efeitos a partir de 19.09.2016 Redação Anterior

§ 1° Para a optante pelo Simples Nacional tributada com base no critério de apuração de receitas pelo Regime de Caixa, o valor a ser deduzido limita-se ao valor efetivamente devolvido ao adquirente ou tomador. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 2°, inciso I e § 6°; art. 3°, § 1°)

§ 2° Na hipótese de nova emissão de documento fiscal em substituição ao cancelado, o valor correspondente deve ser oferecido à tributação no período de apuração relativo ao da operação ou prestação originária. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 2°, inciso I e § 6°; art. 3°, § 1°)

Art. 18. A opção pelo regime de reconhecimento de receita bruta de que trata o § 1° do art. 16 deverá ser registrada em aplicativo disponibilizado no Portal do Simples Nacional, quando da apuração  dos valores devidos relativos ao mês de: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18, § 3°)

I - novembro de cada ano-calendário, com efeitos para o ano-calendário subsequente, na hipótese de ME ou EPP já optante pelo Simples Nacional;

II - dezembro, com efeitos para o ano-calendário subsequente, na hipótese de ME ou EPP em início de atividade, com efeitos da opção pelo Simples Nacional no mês de dezembro;

III - início dos efeitos da opção pelo Simples Nacional, nas demais hipóteses, com efeitos para o próprio ano-calendário.

Parágrafo único. A opção pelo Regime de Caixa servirá exclusivamente para a apuração da base de cálculo mensal, aplicando-se o Regime de Competência para as demais finalidades, especialmente, para determinação dos limites e sublimites, bem como da alíquota a ser aplicada sobre a receita bruta recebida no mês. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18, § 3°)

Art. 19. Para a ME ou EPP optante pelo Regime de Caixa: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18, § 3°)

I - nas prestações de serviços ou operações com mercadorias com valores a receber a prazo, a parcela não vencida deverá obrigatoriamente integrar a base de cálculo dos tributos abrangidos pelo Simples Nacional até o último mês do ano-calendário subsequente  àquele em que tenha ocorrido a respectiva prestação de serviço ou operação com mercadorias;

II - a receita auferida e ainda não recebida deverá integrar a base de cálculo dos tributos abrangidos pelo Simples Nacional, na hipótese de:

a) encerramento de atividade, no mês em que ocorrer o evento;

b) retorno ao Regime de Competência, no último mês de vigência do Regime de Caixa;

c) exclusão do Simples Nacional, no mês anterior ao dos efeitos da exclusão;

III - o registro dos valores a receber deverá ser mantido nos termos do art. 70.

Subseção II
Das Alíquotas

Art. 20. Para fins do disposto nesta Resolução: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18, caput) Alterado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018 Redação Anterior

I - considera-se alíquota nominal, aquela constante dos Anexos I a V desta Resolução; Acrescentado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018

II - considera-se alíquota efetiva, o resultado de: (RBT12 x Aliq - PD) / RBT12, em que: Acrescentado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018

a) RBT12: receita bruta acumulada nos doze meses anteriores ao período de apuração; Acrescentado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018

b) Aliq: alíquota nominal constante dos Anexos I a V desta Resolução; Acrescentado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018

c) PD: parcela a deduzir constante dos Anexos I a V desta Resolução; Acrescentado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018

III - consideram-se percentuais efetivos de cada tributo, aqueles calculados a partir da alíquota efetiva, multiplicada pelo percentual de repartição constante dos Anexos I a V desta Resolução, observando-se que: Acrescentado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018

a) o percentual efetivo máximo destinado ao ISS será de 5% (cinco por cento), e que eventual diferença será transferida, de forma proporcional, aos tributos federais da mesma faixa de receita bruta anual; Acrescentado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018

b) o valor da RBT12, quando for superior ao limite da 5ª faixa de receita bruta anual prevista nos Anexos I a V desta Resolução, nas situações em que o sublimite de que trata o § 1° do art. 9° não for excedido, o percentual efetivo do ICMS e do ISS será calculado com a seguinte fórmula: {[(RBT12 x alíquota nominal da 5ª faixa) - Parcela a Deduzir da 5ª Faixa]/RBT12} x Percentual de Distribuição do ICMS e do ISS da 5ª faixa. Alterado pela Resolução CGSN n° 137/2017 (DOU de 06.12.2017), efeitos a partir de 01.01.2018 Redação Anterior

Parágrafo único. Apenas para efeito de determinação das alíquotas efetivas, quando a RBT12 de que trata o inciso II do caput for igual a 0 (zero), considerar-se-á R$ 1,00 (um real) Alterado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018 Redação Anterior

Art. 21. O valor devido mensalmente pela ME ou EPP optante pelo Simples Nacional será determinado mediante a aplicação das alíquotas efetivas calculadas na forma prevista no art. 20, sobre a receita bruta total mensal, observado o disposto nos arts. 16 a 19, 24 a 26, 33 a 35 e 133. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 3°, § 15, art. 18, caput e §§ 1° e a 5°-I)  Alterado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018 Redação Anterior

§ 1° Para efeito de determinação da alíquota, o sujeito passivo utilizará a receita bruta total acumulada auferida nos 12 (doze) meses anteriores ao do período de apuração. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18, § 1°) Alterado pela Resolução CGSN n° 126/2016 (DOU de 21.03.2016), efeitos a partir de 01.01.2016 Redação Anterior

§ 2° No caso de início de atividade no próprio ano-calendário da opção pelo Simples Nacional, para efeito de determinação da alíquota no 1° (primeiro) mês de atividade, o sujeito passivo utilizará, como receita bruta total acumulada, a receita auferida no próprio mês de apuração multiplicada por 12 (doze). (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18, § 2°) Alterado pela Resolução CGSN n° 126/2016 (DOU de 21.03.2016), efeitos a partir de 01.01.2016  Redação Anterior

§ 3° Na hipótese prevista no § 2°, nos 11 (onze) meses posteriores ao do início de atividade, para efeito de determinação da alíquota, o sujeito passivo utilizará a média aritmética da receita bruta total auferida nos meses anteriores ao do período de apuração, multiplicada por 12 (doze). (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18, § 2°Alterado pela Resolução CGSN n° 126/2016 (DOU de 21.03.2016), efeitos a partir de 01.01.2016 Redação Anterior

§ 4° Na hipótese de início de atividade em ano-calendário imediatamente anterior ao da opção pelo Simples Nacional, o sujeito passivo utilizará: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 2°, inciso I e § 6°; art. 18, § 2°)

I - a regra prevista no § 3° até alcançar 12 (doze) meses de atividade;

II - a regra prevista no § 1° a partir de 13 (treze) meses de atividade.

§ 5° Serão adotadas as alíquotas correspondentes às últimas faixas de receita bruta das tabelas dos Anexos I a V desta Resolução, quando, cumulativamente, a receita bruta acumulada: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 2°, inciso I e § 6°) Alterado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018 Redação Anterior

I - nos 12 (doze) meses anteriores ao do período de apuração for superior a qualquer um dos limites previstos no § 1° do art. 2°, observado o disposto nos §§ 2° a 4° do caput;

II - no ano-calendário em curso for igual ou inferior aos limites previstos no § 1° do art. 2°.

§ 6° As receitas brutas auferidas no mercado interno e aquelas decorrentes de exportação serão consideradas, separadamente, para fins de: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 3°, § 15) Acrescentado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018

I - determinação da alíquota de que tratam os §§ 1° a 3° deste artigo e o art. 24 e da base de cálculo prevista no art. 16; e Acrescentado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018

II - aplicação dos sublimites de que tratam os arts. 9° a 12. Acrescentado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018

Subseção III
Da Ultrapassagem de Limite ou Sublimites
Alterado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018 Redação Anterior

Art. 22. Revogado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018 Redação Anterior

Art. 23. Revogado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018 Redação Anterior 

Art. 24. Na hipótese de a receita bruta acumulada no ano-calendário em curso ultrapassar pelo menos um dos sublimites previstos no caput e no § 1° do art. 9°, a parcela da receita bruta total mensal que: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 2°, inciso I e § 6°; art. 3°, § 15; art. 18, §§ 16, 16-A, 17 e 17-A) Alterado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018 Redação Anterior

I - exceder o sublimite, mas não exceder o limite de R$ 4.800.000,00 (quatro milhões e oitocentos mil reais), estará sujeita: Alterado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018 Redação Anterior

a) quanto aos tributos federais, aos percentuais efetivos calculados na forma prevista no art. 20; e Acrescentado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018

b) quanto ao ICMS ou ISS, ao percentual efetivo calculado da seguinte forma: Acrescentado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018

1. quando estiver vigente o sublimite de R$ 1.800.000,00: {[(1.800.000,00 x alíquota nominal da 4ª faixa) - parcela a deduzir da 4ª faixa]/1.800.000,00} x percentual de distribuição do ICMS/ISS da 4ª faixa; ou Acrescentado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018

2. quando estiver vigente o sublimite de R$ 3.600.000,00: {[(3.600.000,00 x alíquota nominal da 5ª faixa) - parcela a deduzir da 5ª faixa]/3.600.000,00} x percentual de distribuição do ICMS/ISS da 5ª faixa; ou Acrescentado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018

II - exceder o limite de R$ 4.800.000,00 (quatro milhões e oitocentos mil reais) estará sujeita:  Alterado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018 Redação Anterior

a) quanto aos tributos federais, aos percentuais efetivos calculados da seguinte forma: {[(4.800.000,00 x alíquota nominal da 6ª faixa) - parcela a deduzir da 6ª faixa]/4.800.000,00} x percentual de distribuição dos tributos federais da 6ª faixa; e  Alterado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018 Redação Anterior

b) quanto ao ICMS ou ISS, ao percentual efetivo calculado na forma prevista na alínea "b" do inciso I do caput. Alterado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018 Redação Anterior

§ 1° Revogado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018 Redação Anterior

§ 2° Na hipótese de início de atividade: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 2°, inciso I e § 6°; art. 3°, § 15; art. 18, §§ 16, 16-A, 17 e 17-A)  Alterado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018 Redação Anterior

I - caso a ME ou EPP ultrapasse o sublimite de R$ 150.000,00 (cento e cinquenta mil reais) ou de R$ 300.000,00 (trezentos mil reais), conforme o caso, multiplicados pelo número de meses compreendido entre o início de atividade e o final do respectivo ano-calendário, consideradas as frações de meses como um mês inteiro, aplica-se o disposto na alínea "b" do inciso I do caput; ou Alterado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018 Redação Anterior

II - caso a ME ou EPP ultrapasse o limite de R$ 400.000,00 (quatrocentos mil reais) multiplicados pelo número de meses compreendido entre o início de atividade e o final do respectivo ano-calendário, consideradas as frações de meses como um mês inteiro, aplica-se o disposto no inciso II do caput. Alterado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018 Redação Anterior

§ 3° Deverá ser calculada a relação entre a parcela da receita bruta total mensal que exceder o sublimite previsto no caput e no § 1° do art. 9°, ou no § 1°-A do art. 12, e a receita bruta total mensal, nos termos dos arts. 16 a 19, no que couber. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 2°, inciso I e § 6°; art. 3°, § 15; art. 18, §§ 16, 16-A, 17 e 17-A) Alterado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018 Redação Anterior

§ 3°-A. Na hipótese de a ME ou EPP optante pelo Simples Nacional possuir estabelecimentos em unidades da federação nas quais vigorem sublimites distintos, a relação a que se refere o § 3° deve ser calculada para cada um dos sublimites. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 2°, inciso I e § 6°; art. 3°, § 15; art. 18, §§ 16, 16-A, 17 e 17-A) Acrescentado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018

§ 4° Deverá ser calculada a relação entre a parcela da receita bruta total mensal que exceder o limite de que trata o § 1° do art. 2°, ou o caput do art. 3°, e a receita bruta total mensal, nos termos dos arts. 16 a 19, no que couber. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 2°, inciso I e § 6°; art. 3°, § 15; art. 18, §§ 16, 16-A, 17 e 17-A)  Alterado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018 Redação Anterior

§ 5° Revogado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018 Redação Anterior 

§ 6° O valor devido em relação à parcela da receita bruta mensal que não exceder sublimite, observado o disposto no inciso I do § 2° deste artigo, será obtido mediante o somatório das expressões formadas pela multiplicação de 1 (um) inteiro menos a relação a que se refere o § 3° pela receita de cada estabelecimento segregada na forma prevista no art. 25-A e, ainda, pela respectiva alíquota obtida na forma prevista no art. 20. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 2°, inciso I e § 6°; art. 3°, § 15; art. 18, §§ 16, 16-A, 17 e 17-A) Alterado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018 Redação Anterior

I - na hipótese de o contribuinte auferir tão-somente um tipo de receita prevista no art. 25-A, mediante a multiplicação de 1 (um) inteiro menos a relação a que se refere o § 3° pela respectiva receita bruta mensal e, ainda, pela alíquota obtida na forma dos arts. 25-A e 26; Alterado pela Resolução CGSN n° 117/2014 (DOU de 05.12.2014) efeitos a partir de 01.01.2015 Redação Anterior

II - na hipótese de o contribuinte auferir mais de um tipo de receita prevista no art. 25-A, mediante o somatório das expressões formadas pela multiplicação de 1 (um) inteiro menos a relação a que se refere o § 3° pela receita correspondente e, ainda, pela respectiva alíquota obtida na forma dos arts. 25-A e 26. Alterado pela Resolução CGSN n° 117/2014 (DOU de 05.12.2014) efeitos a partir de 01.01.2015 Redação Anterior

§ 7° Revogado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018 Redação Anterior

§ 8° O valor devido em relação à parcela da receita bruta mensal que exceder sublimite, mas não o limite de que trata o § 1° do art. 2°, observado o disposto nos incisos I e II do § 2° deste artigo, será o somatório das expressões formadas pela multiplicação da diferença entre as relações a que se referem os §§ 3° e 4° pela receita de cada estabelecimento segregada na forma prevista no art. 25-A e, ainda, pela respectiva alíquota obtida na forma prevista no inciso I do caput deste artigo. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 2°, inciso I e § 6°; art. 3°, § 15; art. 18, §§ 16, 16-A, 17 e 17-A) Alterado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018 Redação Anterior

§ 9° O valor devido em relação à parcela da receita bruta mensal que exceder o limite de que trata o § 1° do art. 2°, observado o disposto no inciso II do § 2° deste artigo, será obtido mediante o somatório das expressões formadas pela multiplicação da relação a que se refere o § 4° deste artigo pela receita de cada estabelecimento segregada na forma prevista no art. 25-A e, ainda, pela respectiva alíquota obtida na forma prevista no inciso II do caput deste artigo. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 2°, inciso I e § 6°; art. 3°, § 15; art. 18, §§ 16, 16-A, 17 e 17-A) Acrescentado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018

§ 10. Para fins do disposto neste artigo, serão consideradas, separadamente, as receitas brutas auferidas no mercado interno e aquelas decorrentes de exportação. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 3°, § 15) Acrescentado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018

Subseção IV
Da Segregação de Receitas
Alterado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018 Redação Anterior

Art. 25. Revogado pela Resolução CGSN n° 117/2014 (DOU de 05.12.2014) efeitos a partir de 01.01.2015 Redação Anterior

Art. 25-A. O valor devido mensalmente pela ME ou EPP optante pelo Simples Nacional será determinado mediante aplicação das alíquotas efetivas calculadas na forma dos arts. 20, 21 e 24 sobre a base de cálculo de que tratam os arts. 16 a 18. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 3°, § 15, art. 18) Alterado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018 Redação Anterior

§ 1° O contribuinte deverá considerar, destacadamente, para fim de cálculo e pagamento, as receitas decorrentes da: Acrescentado pela Resolução CGSN n° 117/2014 (DOU de 05.12.2014) efeitos a partir de 01.01.2015

I - revenda de mercadorias, que serão tributadas na forma do Anexo I; (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18, § e , inciso I)

II - venda de mercadorias industrializadas pelo contribuinte, que serão tributadas na forma do Anexo II; (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18, § e , inciso II)

III - prestação de serviços tributados na forma do Anexo III:

a) creche, pré-escola e estabelecimento de ensino fundamental, escolas técnicas, profissionais e de ensino médio, de línguas estrangeiras, de artes, cursos técnicos de pilotagem, preparatórios para concursos, gerenciais e escolas livres, exceto as previstas nas alíneas "b" e "c" do inciso V; (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 17, § 1°; art. 18, § 5°-B, inciso I)

b) agência terceirizada de correios; (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 17, § 1°; art. 18, § 5°-B, inciso II)

c) agência de viagem e turismo; (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 17, § 1°; art. 18, § 5°-B, inciso III)

d) transporte municipal de passageiros e de cargas em qualquer modalidade; (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 17, § 1°; art. 18, § 5°-B, inciso XIII)

e) centro de formação de condutores de veículos automotores de transporte terrestre de passageiros e de carga; (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 17, § 1°; art. 18, § 5°-B, inciso IV)

f) agência lotérica; (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 17, § 1°; art. 18, § 5°-B, inciso V)

g) serviços de instalação, de reparos e de manutenção em geral, bem como de usinagem, solda, tratamento e revestimento em metais; (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 17, § 1°; art. 18, § 5°-B, inciso IX)

h) produções cinematográficas, audiovisuais, artísticas e culturais, sua exibição ou apresentação, inclusive no caso de música, literatura, artes cênicas, artes visuais, cinematográficas e audiovisuais; (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 17, § 1°; art. 18, § 5°-B, inciso XV);

i) Revogada pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018 Redação Anterior

j) corretagem de seguros; (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 17, § 1°; art. 18, § 5°-B, inciso XVII);

k) corretagem de imóveis de terceiros, assim entendida a intermediação na compra, venda, permuta e locação de imóveis; (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 17, inciso XV; art. 18, § 4°, inciso III; Lei n° 6.530, de 12 de maio de 1978, art. 3°);

l) serviços vinculados à locação de bens imóveis, assim entendidos o assessoramento locatício e a avaliação de imóveis para fins de locação; (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 17, inciso XV; art. 18, § 4°, inciso III)

m) locação, cessão de uso e congêneres, de bens imóveis próprios com a finalidade de exploração de salões de festas, centro de convenções, escritórios virtuais, stands, quadras esportivas, estádios, ginásios, auditórios, casas de espetáculos, parques de diversões, canchas e congêneres, para realização de eventos ou negócios de qualquer natureza; (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 17, inciso XV; art. 18, § 4°, inciso III)

n) outros serviços que, cumulativamente: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 17, § 2°; art. 18, §§ 5°-F e 5°-I, inciso XII)

1. não tenham por finalidade a prestação de serviços decorrentes do exercício de atividade intelectual, de natureza técnica, científica, desportiva, artística ou cultural, que constitua profissão regulamentada ou não;

2. não estejam relacionados nos incisos IV e V; Alterado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018 Redação Anterior

IV - prestação de serviços tributados na forma do Anexo IV:

a) construção de imóveis e obras de engenharia em geral, inclusive sob a forma de subempreitada, execução de projetos e serviços de paisagismo, bem como decoração de interiores; (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 17, § 1°; art. 18, § 5°-C, inciso I)

b) serviço de vigilância, limpeza ou conservação; (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 17, § 1°; art. 18, § 5°-C, inciso VI);

c) serviços advocatícios; (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 17, § 1°; art. 18, § 5°-C, inciso VII);

V - prestação de serviços tributados na forma prevista no Anexo III desta Resolução, quando o fator "r" for igual ou superior a 28% (vinte e oito por cento), ou na forma prevista no Anexo V desta Resolução, quando o fator "r" for inferior a 28% (vinte e oito por cento): (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18, §§ 5°-K, 5°-J e 5°-M); Alterado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018 Redação Anterior

a) administração e locação de imóveis de terceiros, assim entendidas a gestão e administração de imóveis de terceiros para qualquer finalidade, incluída a cobrança de aluguéis de imóveis de terceiros; (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 17, § 1°; art. 18, § 5°-D, inciso I; Lei n° 6.530, de 12 de maio de 1978, art. 3°)

b) academias de dança, de capoeira, de ioga e de artes marciais; (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 17, § 1°; art. 18, § 5°-D, inciso II)

c) academias de atividades físicas, desportivas, de natação e escolas de esportes; (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 17, § 1°; art. 18, § 5°-D, inciso III)

d) elaboração de programas de computadores, inclusive jogos eletrônicos, desde que desenvolvidos em estabelecimento da optante; (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 17, § 1°; art. 18, § 5°-D, inciso IV)

e) licenciamento ou cessão de direito de uso de programas de computação; (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 17, § 1°; art. 18, § 5°-D, inciso V)

f) planejamento, confecção, manutenção e atualização de páginas eletrônicas, desde que realizados em estabelecimento da optante; (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 17, § 1°; art. 18, § 5°-D, inciso VI)

g) empresas montadoras de estandes para feiras; (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 17, § 1°; art. 18, § 5°-D, inciso IX)

h) laboratórios de análises clínicas ou de patologia clínica; (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 17, § 1°; art. 18, § 5°-D, inciso XII)

i) serviços de tomografia, diagnósticos médicos por imagem, registros gráficos e métodos óticos, bem como ressonância magnética; (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 17, § 1°; art. 18, § 5°-D, inciso XIII)

j) serviços de prótese em geral; (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 17, § 1°; art. 18, § 5°-D, inciso XIV)

k) fisioterapia; (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18, § 5°-B, inciso XVI) Acrescentado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018

l) medicina, inclusive laboratorial, e enfermagem; (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18, § 5°-B, inciso XIX) Acrescentado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018

m) medicina veterinária; (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18, § 5°-I, inciso II) Acrescentado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018

n) odontologia e prótese dentária; (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18, § 5°-B, inciso XX) Acrescentado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018

o) psicologia, psicanálise, terapia ocupacional, acupuntura, podologia, fonoaudiologia, clínicas de nutrição e de vacinação e bancos de leite; (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18, § 5°-B, inciso XXI) Acrescentado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018

p) serviços de comissaria, de despachantes, de tradução e de interpretação; (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 17, § 1°; art. 18, § 5°-I, inciso V) Acrescentado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018

q) arquitetura e urbanismo; (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18, § 5°-B, inciso XVIII) Acrescentado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018

r) engenharia, medição, cartografia, topografia, geologia, geodésia, testes, suporte e análises técnicas e tecnológicas, pesquisa, design, desenho e agronomia; (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 17, § 1°; art. 18, § 5°-B, inciso XVIII, § 5°-I, inciso VI) Acrescentado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018

s) representação comercial e demais atividades de intermediação de negócios e serviços de terceiros; (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18, § 5°-I, inciso VII) Acrescentado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018

t) perícia, leilão e avaliação; (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18, § 5°-I, inciso VIII) Acrescentado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018

u) auditoria, economia, consultoria, gestão, organização, controle e administração; (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18, § 5°-I, inciso IX) Acrescentado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018

v) jornalismo e publicidade; (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18, § 5°-I, inciso X) Acrescentado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018

w) agenciamento; (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18, § 5°-I, incisos VII e XI) Acrescentado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018

x) outras atividades do setor de serviços que, cumulativamente: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18, § 5°-I, inciso XII) Acrescentado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018

1. tenham por finalidade a prestação de serviços decorrentes do exercício de atividade intelectual, de natureza técnica, científica, desportiva, artística ou cultural, que constitua profissão regulamentada ou não; e Acrescentado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018

2. não estejam relacionadas nos incisos III ou IV Acrescentado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018

VI - Revogada pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018 Redação Anterior

VII - locação de bens móveis, que serão tributadas na forma do Anexo III, deduzida a parcela correspondente ao ISS; (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18, § 4°, inciso V)

VIII - atividade com incidência simultânea de IPI e de ISS, que será tributada na forma do Anexo II, deduzida a parcela correspondente ao ICMS e acrescida a parcela correspondente ao ISS prevista no Anexo III; (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18, § 4°, inciso VI)

IX - prestação do serviço de escritórios de serviços contábeis, que serão tributados na forma do Anexo III, desconsiderando-se o percentual relativo ao ISS, quando o imposto for fixado pela legislação municipal e recolhido diretamente ao Município em valor fixo nos termos do art. 34, observado o disposto no § 8° do art. 6° e no § 11 deste artigo; (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18, § 5°-B, inciso XIV, § 22-A) Alterado pela Resolução CGSN n° 122/2015 (DOU de 01.09.2015), efeitos a partir de 01.09.2015 Redação Anterior

X - prestação de serviços tributados com base no Anexo III, desconsiderando-se o percentual relativo ao ISS e adicionando-se o percentual relativo ao ICMS previsto na tabela do Anexo I: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18, § 5°-B, inciso III, § 5°-E)

a) transportes intermunicipais e interestaduais de cargas;

b) transportes intermunicipais e interestaduais de passageiros, nas situações permitidas no inciso XVI e §§ 5° e 6° do art. 15;

c) de comunicação.

§ 2° A comercialização de medicamentos e produtos magistrais produzidos por manipulação de fórmulas será tributada: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18, § 4°, inciso VII) Acrescentado pela Resolução CGSN n° 117/2014 (DOU de 05.12.2014) efeitos a partir de 01.01.2015

I - na forma do Anexo III, quando sob encomenda para entrega posterior ao adquirente, em caráter pessoal, mediante prescrições de profissionais habilitados ou indicação pelo farmacêutico, produzidos no próprio estabelecimento após o atendimento inicial;

II - na forma do Anexo I, nos demais casos.

§ 3° A ME ou EPP deverá segregar as receitas decorrentes de exportação para o exterior, inclusive as vendas realizadas por meio de comercial exportadora ou sociedade de propósito específico, observado o disposto no § 7° do art. 18 e no art. 56 da Lei Complementar n° 123, de 2006, quando então serão desconsiderados, no cálculo do Simples Nacional, conforme o caso, os percentuais relativos à Cofins, à Contribuição para o PIS/Pasep, ao IPI, ao ICMS e ao ISS constantes dos Anexos I a V desta Resolução. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18, § 14)  Alterado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018 Redação Anterior

§ 4° Considera-se exportação de serviços para o exterior a prestação de serviços para pessoa física ou jurídica residente ou domiciliada no exterior, cujo pagamento represente ingresso de divisas, exceto quanto aos serviços desenvolvidos no Brasil cujo resultado aqui se verifique. (Lei Complementar n° 116, de 31 de julho de 2003, art. 2°, Parágrafo único; Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 2°, inciso I e § 6°, art. 18, § 14) Acrescentado pela Resolução CGSN n° 117/2014 (DOU de 05.12.2014) efeitos a partir de 01.01.2015

§ 5° A receita decorrente da locação de bens móveis, referida no inciso VII do § 1°, é tão-somente aquela oriunda da exploração de atividade não definida na lista de serviços anexa à Lei Complementar n° 116, de 31 de julho de 2003. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 2°, inciso I e § 6°) Acrescentado pela Resolução CGSN n° 117/2014 (DOU de 05.12.2014) efeitos a partir de 01.01.2015

§ 6° A ME ou EPP que proceda à importação, à industrialização ou à comercialização de produto sujeito à tributação concentrada ou à substituição tributária para efeitos de incidência da Contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins deve segregar a receita decorrente da venda desse produto indicando a existência de tributação concentrada ou substituição tributária para as referidas contribuições, de forma que serão desconsiderados, no cálculo do Simples Nacional, os percentuais a elas correspondentes. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 2°, inciso I e § 6°; art. 18, § 4°-A, inciso I, § 12) Acrescentado pela Resolução CGSN n° 117/2014 (DOU de 05.12.2014) efeitos a partir de 01.01.2015

§ 7° Na hipótese do § 6°: Acrescentado pela Resolução CGSN n° 117/2014 (DOU de 05.12.2014) efeitos a partir de 01.01.2015

I - a incidência da Contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins deverá obedecer à legislação específica da União, na forma estabelecida pela RFB; (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 2°, inciso I e § 6°; art. 18, § 4°-A, inciso I)

II - os valores relativos aos demais tributos abrangidos pelo Simples Nacional serão calculados tendo como base de cálculo a receita total decorrente da venda dos referidos produtos sujeitos à tributação concentrada ou à substituição tributária das mencionadas contribuições. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 2°, inciso I e § 6°; art. 18, § 4°-A, inciso I, § 12).

§ 8° No caso do ICMS: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 2°, inciso I e § 6°; art. 13, § 6°, inciso I; art. 18, § 4°-A, inciso I) Acrescentado pela Resolução CGSN n° 117/2014 (DOU de 05.12.2014) efeitos a partir de 01.01.2015

I - o substituído tributário, assim entendido como o contribuinte que teve o imposto retido bem como o contribuinte obrigado à antecipação com encerramento de tributação deverão segregar a receita correspondente como "sujeita à substituição tributária ou ao recolhimento antecipado do ICMS", quando então será desconsiderado, no cálculo do Simples Nacional, o percentual do ICMS; Alterado pela Resolução CGSN n° 133/2017 (DOU de 16.06.2017), efeitos a partir de 16.06.2017 Redação Anterior

II - o substituto tributário deverá:

a) recolher o imposto sobre a operação própria na forma do Simples Nacional, segregando a receita correspondente como "não sujeita à substituição tributária e não sujeita ao recolhimento antecipado do ICMS";

b) recolher o imposto sobre a substituição tributária, retido do substituído tributário, na forma prevista nos §§ 1° a 3° do art. 28.

§ 9° A ME ou EPP que tenha prestado serviços sujeitos ao ISS deverá informar: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 2°, inciso I e § 6°) Acrescentado pela Resolução CGSN n° 117/2014 (DOU de 05.12.2014) efeitos a partir de 01.01.2015

I - a qual município é devido o imposto;

II - se houve retenção do imposto, quando então será desconsiderado, no cálculo do Simples Nacional, o percentual do ISS;

III - se o valor é devido em valor fixo diretamente ao Município, na hipótese do inciso IX do § 1°, quando então será desconsiderado, no cálculo do Simples Nacional, o percentual do ISS, ressalvado o disposto no § 10.

§ 10. Com relação às segregações de receitas sujeitas ou com ocorrência de imunidade, isenção, redução ou valor fixo do ICMS ou ISS, deverá ser observado o disposto nos arts. 30 a 35. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 2°, inciso I e § 6°) Acrescentado pela Resolução CGSN n° 117/2014 (DOU de 05.12.2014) efeitos a partir de 01.01.2015

§ 11. Na hipótese de o escritório de serviços contábeis não estar autorizado pela legislação municipal a efetuar o recolhimento do ISS em valor fixo diretamente ao Município, o imposto deverá ser recolhido pelo Simples Nacional na forma do inciso III do § 1°. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 2°, inciso I e § 6°) Acrescentado pela Resolução CGSN n° 117/2014 (DOU de 05.12.2014) efeitos a partir de 01.01.2015

§ 12. A base de cálculo para determinação do valor devido mensalmente pela ME ou EPP a título de ISS, na condição de optante pelo Simples Nacional, será a receita bruta total mensal, não se aplicando as disposições relativas ao recolhimento do referido imposto em valor fixo diretamente ao município pela empresa enquanto não optante pelo Simples Nacional, ressalvado o disposto no art. 34 e observado o disposto no art. 33. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18, §§ 5°-B a 5°-D, 5°-I e 22-A) Acrescentado pela Resolução CGSN n° 117/2014 (DOU de 05.12.2014) efeitos a partir de 01.01.2015

§ 13. As receitas obtidas por agência de viagem e turismo optante pelo Simples Nacional, relativas a transporte turístico com frota própria, nos termos da Lei n° 11.771, de 2008, quando ocorrer dentro do Município, entre Municípios ou entre Estados, serão tributadas na forma do Anexo III. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 17, § 2°, art. 18, § 5°-B) Acrescentado pela Resolução CGSN n° 117/2014 (DOU de 05.12.2014) efeitos a partir de 01.01.2015

§ 14. Não se aplica o disposto no § 13 quando caracterizado o transporte de passageiros, em qualquer modalidade, mesmo que de forma eventual ou por fretamento, quando então as receitas decorrentes do transporte: Acrescentado pela Resolução CGSN n° 117/2014 (DOU de 05.12.2014) efeitos a partir de 01.01.2015

I - municipal serão tributadas na forma do Anexo III; (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18, § 5°-B, inciso XIII)

II - intermunicipal e interestadual, nas situações permitidas pelo inciso XVI e §§ 5° e 6° do art. 15, serão tributadas na forma do Anexo III, desconsiderando-se o percentual relativo ao ISS e adicionando-se o percentual relativo ao ICMS previsto na tabela do Anexo I (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18, § 5°-E)

§ 15. A receita auferida por agência de turismo: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 2°, inciso I e § 6°, art. 3°, § 1°) Acrescentado pela Resolução CGSN n° 129/2016 (DOU de 19.09.2016), efeitos a partir de 19.09.2016

I - corresponderá à comissão ou ao adicional percebido, quando houver somente a intermediação de serviços turísticos prestados por conta e em nome de terceiros; e Acrescentado pela Resolução CGSN n° 129/2016 (DOU de 19.09.2016), efeitos a partir de 19.09.2016

II - incluirá a totalidade dos valores auferidos, nos demais casos. Acrescentado pela Resolução CGSN n° 129/2016 (DOU de 19.09.2016), efeitos a partir de 19.09.2016

§ 16. A receita auferida na venda de veículos em consignação: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 2°, inciso I e § 6°, art. 3°, § 1°) Acrescentado pela Resolução CGSN n° 129/2016 (DOU de 19.09.2016), efeitos a partir de 19.09.2016

I - mediante contrato de comissão previsto nos arts. 693 a 709 da Lei n° 10.406, de 2002, corresponderá à comissão e será tributada na forma prevista no Anexo III; Acrescentado pela Resolução CGSN n° 129/2016 (DOU de 19.09.2016), efeitos a partir de 19.09.2016

II - mediante contrato estimatório previsto nos arts. 534 a 537 da Lei n° 10.406, de 2002, corresponderá ao produto da venda e será tributada na forma prevista no Anexo I. Acrescentado pela Resolução CGSN n° 129/2016 (DOU de 19.09.2016), efeitos a partir de 19.09.2016

§ 17. No caso de prestação dos serviços previstos nos itens 7.02 e 7.05 da lista de serviços anexa à Lei Complementar n° 116, de 2003, o valor: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18, § 23; Lei Complementar n° 116, de 2003, art. 7°, § 2°, inciso I, e Lista de Serviços, itens 7.02 e 7.05) Acrescentado pela Resolução CGSN n° 131/2016 (DOU de 12.12.2016), efeitos a partir de 12.12.2016

I - dos serviços será tributado de acordo com o Anexo III ou Anexo IV desta Resolução, conforme o caso, permitida a dedução, na base de cálculo do ISS, do valor dos materiais fornecidos pelo prestador do serviço, observando-se a legislação do respectivo ente federado; Acrescentado pela Resolução CGSN n° 131/2016 (DOU de 12.12.2016), efeitos a partir de 12.12.2016

II - dos materiais produzidos pelo prestador dos serviços no local da prestação de serviços será tributado de acordo com o Anexo III ou Anexo IV desta Resolução, conforme o caso; e Acrescentado pela Resolução CGSN n° 131/2016 (DOU de 12.12.2016), efeitos a partir de 12.12.2016

III - das mercadorias produzidas pelo prestador dos serviços fora do local da prestação dos serviços será tributado de acordo com o Anexo II desta Resolução. Acrescentado pela Resolução CGSN n° 131/2016 (DOU de 12.12.2016), efeitos a partir de 12.12.2016

§ 18. O fator "r" de que trata o inciso V do § 1° será calculado na forma prevista no art. 26. (Lei Complementar n° 123, de 2006, § 5°-J, 5°-K e 5°-M) Acrescentado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018

§ 19. A receita obtida pelo salão-parceiro e pelo profissional-parceiro de que trata a Lei n° 12.592, de 2012, deverá ser tributada na forma prevista no: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 3°, §§ 1° e 16; art. 18, § 4°) Acrescentado pela Resolução CGSN n° 137/2017 (DOU de 06.12.2017), efeitos a partir de 01.01.2018

I - Anexo III desta Resolução, quanto aos serviços e produtos neles empregados; e Acrescentado pela Resolução CGSN n° 137/2017 (DOU de 06.12.2017), efeitos a partir de 01.01.2018

II - Anexo I desta Resolução, quanto aos produtos e mercadorias comercializados. Acrescentado pela Resolução CGSN n° 137/2017 (DOU de 06.12.2017), efeitos a partir de 01.01.2018

Art. 26. Na hipótese de a ME ou EPP optante pelo Simples Nacional obter receitas decorrentes da prestação de serviços previstas no inciso V do § 1° do art. 25-A, deverá apurar o fator "r", que é a relação entre a: (Lei Complementar n° 123, de 2006, § 5°-J, 5°-K e 5°- M) Alterado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018 Redação Anterior

I - folha de salários, incluídos encargos, nos 12 (doze) meses anteriores ao período de apuração; e

II - receita bruta total acumulada auferida nos mercados interno e externo nos 12 (doze) meses anteriores ao período de apuração. Alterado pela Resolução CGSN n° 126/2016 (DOU de 21.03.2016), efeitos a partir de 01.01.2016 Redação Anterior

§ 1° Para efeito do disposto no inciso I do caput, considera-se folha de salários, incluídos encargos, o montante pago nos 12 (doze) meses anteriores ao do período de apuração, a título de salários, retiradas de pró-labore, acrescidos do montante efetivamente recolhido a título de contribuição para a Seguridade Social destinada  à Previdência Social e para o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço.(Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18, § 24)

§ 2° Para efeito do disposto no § 1°:

I - deverão ser considerados os salários informados na forma prevista no inciso IV do art. 32 da Lei n° 8.212, de 1991; (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18, § 25)

II - consideram-se salários o valor da base de cálculo da contribuição prevista nos incisos I e III do art. 22 da Lei n° 8.212, de 1991, agregando-se o valor do décimo-terceiro salário na competência da incidência da referida contribuição, na forma do caput e dos §§ 1° e 2° do art. 7° da Lei n° 8.620, de 5 de janeiro de 1993. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18, § 24)

§ 3° Não são considerados para efeito do disposto no inciso II do § 2° valores pagos a título de aluguéis e de distribuição de lucros. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18, § 26)

§ 4° Na hipótese de a ME ou EPP ter menos de 13 (treze) meses de atividade, adotar-se-ão, para a determinação da folha de salários anualizada, incluídos encargos, os mesmos critérios para a determinação da receita bruta total acumulada, estabelecidos no art. 21, no que couber. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 2°, inciso I e § 6°)

§ 5° Para fins de determinação do fator "r", considera-se: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 2°, inciso I e § 6°) Acrescentado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018

I - PA, o período de apuração relativo ao cálculo; Acrescentado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018

II - FSPA, a folha de salários do PA; Acrescentado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018

III - RPA, a receita bruta total do PA; Acrescentado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018

IV - FS12, a folha de salários dos 12 (doze) meses anteriores ao PA; e Acrescentado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018

V - RBT12r, a receita bruta acumulada dos 12 (doze) meses anteriores ao PA, considerando conjuntamente as receitas brutas auferidas no mercado interno e aquelas decorrentes da exportação. Acrescentado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018

§ 6° Para o cálculo do fator "r" referente a período de apuração do mês de início de atividades: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 2°, inciso I e § 6°) Acrescentado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018

I - se a FSPA for maior do que 0 (zero) e a RPA for igual a 0 (zero), o fator "r" será igual a 0,28 (vinte e oito centésimos); Acrescentado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018

II - se a FSPA for igual a 0 (zero) e a RPA for maior do que 0 (zero), o fator "r" será igual a 0,01 (um centésimo); Acrescentado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018

III - se a FSPA e a RPA forem maiores do que 0 (zero), o fator "r" corresponderá à divisão entre a FS12 e a RBT12r; Acrescentado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018

§ 7° Para o cálculo do fator "r" referente a período de apuração posterior ao mês de início de atividades: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 2°, inciso I e § 6°) Acrescentado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018

I - se FS12 e RBT12r forem iguais a 0 (zero), o fator "r" será igual a 0,01 (um centésimo); Acrescentado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018

II - se a FS12 for maior do que 0 (zero), e a RBT12r for igual a 0 (zero), o fator "r" será igual a 0,28 (vinte e oito centésimos); Acrescentado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018

III - se a FS12 e a RBT12r forem maiores do que 0 (zero), o fator "r" corresponderá à divisão entre a FS12 e a RBT12r; Acrescentado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018

IV - se a FS12 for igual a 0 (zero) e a RBT12 for maior do que 0 (zero), o fator "r" corresponderá a 0,01 (um centésimo). Acrescentado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018

Subseção V
Da Substituição Tributária

Art. 27. A retenção na fonte de ISS da ME ou EPP optante  pelo Simples Nacional, somente será permitida se observado, cumulativamente: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 21, § 4°)

I - o disposto no art. 3° da Lei Complementar n° 116, de 2003;

II - a alíquota aplicável na retenção na fonte deverá ser informada no documento fiscal e corresponderá ao percentual efetivo de ISS decorrente da aplicação das tabelas dos Anexos III, IV ou V desta Resolução para a faixa de receita bruta a que a ME ou EPP estiver sujeita no mês anterior ao da prestação, assim considerada: Alterado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018 Redação Anterior

a) a receita bruta acumulada nos 12 (doze) meses que antecederem o mês anterior ao da prestação;

b) a média aritmética da receita bruta total dos meses que antecederem o mês anterior ao da prestação, multiplicada por 12 (doze), na hipótese de a empresa ter iniciado suas atividades há menos de 13 (treze) meses da prestação;

III - na hipótese de o serviço sujeito à retenção ser prestado no mês de início de atividade da ME ou EPP deverá ser aplicada pelo tomador a alíquota de 2% (dois por cento); Alterado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018 Redação Anterior

IV - na hipótese do inciso III, constatando-se que houve diferença entre a alíquota utilizada e a efetivamente apurada, caberá à ME ou à EPP prestadora dos serviços efetuar o recolhimento dessa diferença no mês subsequente ao do início de atividade em guia própria do Município;

V - na hipótese de a ME ou EPP estar sujeita à tributação do ISS no Simples Nacional por valores fixos mensais, não caberá a retenção a que se refere o caput, salvo quando o ISS for devido a outro Município;

VI - na hipótese de a ME ou EPP não informar no documento fiscal a alíquota de que tratam os incisos II e III, aplicar-se-á a alíquota de 5% (cinco por cento); Alterado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018 Redação Anterior

VII - não será eximida a responsabilidade do prestador de serviços quando a alíquota do ISS informada no documento fiscal for inferior à devida, hipótese em que o recolhimento dessa diferença será realizado em guia própria do Município;

VIII - o valor retido, devidamente recolhido, será definitivo, não sendo objeto de partilha com os Municípios, e sobre a receita de prestação de serviços que sofreu a retenção não haverá incidência de  ISS a ser recolhido no Simples Nacional.

§ 1° Na hipótese do caput, caso a prestadora de serviços esteja abrangida por isenção ou redução do ISS em face de legislação municipal ou distrital que tenha instituído benefícios à ME ou à EPP optante pelo Simples Nacional, na forma prevista no art. 31, caberá à mesma informar no documento fiscal a alíquota aplicável na retenção na fonte, bem como a legislação concessiva do respectivo benefício. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 2°, inciso I e § 6°)

§ 2° Na hipótese de que tratam os incisos II e III do caput, a falsidade na prestação dessas informações sujeitará o responsável, o titular, os sócios ou os administradores da ME ou EPP, juntamente com as demais pessoas que para ela concorrerem, às penalidades previstas na legislação criminal e tributária. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 21, § 4°-A)

Art. 28. Na hipótese de a ME ou EPP optante pelo Simples Nacional se encontrar na condição de substituta tributária do ICMS, as receitas relativas à operação própria deverão ser segregadas na forma prevista na alínea "a" do inciso II do § 8° do art. 25-A. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 2°, inciso I e § 6°; art. 13, § 6°, inciso I; art. 18, § 4°-A, inciso I) Alterado pela Resolução CGSN n° 117/2014 (DOU de 05.12.2014) efeitos a partir de 01.01.2015 Redação Anterior

I - Revogado pela Resolução CGSN n° 117/2014 (DOU de 05.12.2014) efeitos a partir de 01.01.2015Redação Anterior

II - Revogado pela Resolução CGSN n° 117/2014 (DOU de 05.12.2014) efeitos a partir de 01.01.2015Redação Anterior

§ 1° Na hipótese do caput, a ME ou EPP optante pelo Simples Nacional deverá recolher a parcela dos tributos devidos por responsabilidade tributária diretamente ao ente detentor da respectiva competência tributária. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 13, § 6°, inciso I)

§ 2° Em relação ao ICMS, no que tange ao disposto no § 1°, o valor do imposto devido por substituição tributária corresponderá à diferença entre: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 13, § 6°, inciso I)

I - o valor resultante da aplicação da alíquota interna do ente a que se refere o § 1° sobre o preço máximo de venda a varejo fixado pela autoridade competente ou sugerido pelo fabricante, ou sobre o preço a consumidor usualmente praticado; e

II - o valor resultante da aplicação da alíquota interna ou interestadual sobre o valor da operação ou prestação própria do substituto tributário.

§ 3° Na hipótese de inexistência dos preços mencionados no inciso I do § 2°, o valor do ICMS devido por substituição tributária será calculado da seguinte forma:

imposto devido = [base de cálculo x (1,00 + MVA) x alíquota interna] - dedução, onde: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 13, § 6°, inciso I)

I - "base de cálculo" é o valor da operação própria realizada pela ME ou EPP substituta tributária;

II - "MVA" é a margem de valor agregado divulgada pelo ente a que se refere o § 1°;

III - "alíquota interna" é a do ente a que se refere o § 1°;

IV - "dedução" é o valor mencionado no inciso II do § 2°.

§ 4° Para fins do caput, no cálculo dos tributos devidos no Simples Nacional não será considerado receita de venda ou revenda de mercadorias o valor do tributo devido a título de substituição tributária, calculado na forma do § 2°. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 13, § 6°, inciso I)

Art. 29. Quanto ao ICMS, na hipótese de a ME ou EPP optante pelo Simples Nacional se encontrar na condição de substituída tributária, as receitas decorrentes deverão ser segregadas na forma do inciso I do § 8° do art. 25-A. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 2°, inciso I e § 6°; art. 18, §§ 4°, inciso IV, 12, 13 e 14) Alterado pela Resolução CGSN n° 117/2014 (DOU de 05.12.2014) efeitos a partir de 01.01.2015 Redação Anterior

I - Revogado pela Resolução CGSN n° 117/2014 (DOU de 05.12.2014) efeitos a partir de 01.01.2015Redação Anterior

II - Revogado pela Resolução CGSN n° 117/2014 (DOU de 05.12.2014) efeitos a partir de 01.01.2015Redação Anterior

Subseção VI
Da Imunidade

Art. 30. Na apuração dos valores devidos no Simples Nacional, a imunidade constitucional sobre alguns tributos não afeta a incidência quanto aos demais, caso em que a alíquota aplicável corresponderá ao somatório dos percentuais dos tributos não alcançados pela imunidade. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 2°, inciso I e § 6°)

Subseção VII
Da Isenção, Redução ou Valor Fixo do ICMS ou ISS e dos Benefícios e Incentivos Fiscais

Art. 31. O Estado, o Distrito Federal ou o Município tem competência para, com relação à ME ou à EPP optante pelo Simples Nacional, na forma prevista nesta Resolução: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18, §§ 18, 20 e 20-A)

I - conceder isenção ou redução do ICMS ou do ISS;

II - estabelecer valores fixos para recolhimento do ICMS ou do ISS.

Parágrafo único. Quanto ao ISS, os benefícios de que tratam os incisos I e II do caput não poderão resultar em percentual menor do que 2% (dois por cento), exceto para os serviços a que se referem os subitens 7.02, 7.05 e 16.01 da lista anexa à Lei Complementar n° 116, de 2003. (Lei Complementar n° 116, de 31 de julho de 2003, art. 8°-A, § 1°) Acrescentado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018

Art. 32. A concessão dos benefícios previstos no art. 31 poderá ser realizada: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18, § 20-A)

I - mediante deliberação exclusiva e unilateral do Estado, do Distrito Federal ou do Município concedente;

II - de modo diferenciado para cada ramo de atividade.

§ 1° Na hipótese de o Estado, o Distrito Federal ou o Município conceder isenção ou redução do ICMS ou do ISS, à ME ou à EPP optante pelo Simples Nacional, o benefício deve ser concedido na forma de redução do percentual efetivo do ICMS ou do ISS decorrente da aplicação das tabelas constantes dos Anexos I a V desta Resolução. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 2°, inciso I e § 6°) Alterado pela Resolução CGSN n° 133/2017 (DOU de 16.06.2017), efeitos a partir de 01.01.2018 Redação Anterior

§ 2° Caso o Estado, o Distrito Federal ou o Município opte por aplicar percentuais de redução diferenciados para cada faixa de receita bruta, estes devem constar da respectiva legislação, de forma a facilitar o processo de geração do DAS pelo contribuinte.

§ 3° Revogado pela Resolução CGSN n° 133/2017 (DOU de 16.06.2017), efeitos a partir de 01.01.2018 Redação Anterior

§ 4° Deverão constar da legislação veiculadora da isenção ou redução da base de cálculo todas as condições a serem observadas pela ME ou EPP, inclusive o percentual de redução aplicável a cada faixa de receita bruta anual ou a todas as faixas. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 2°, inciso I e § 6°) Alterado pela Resolução CGSN n° 133/2017 (DOU de 16.06.2017), efeitos a partir de 01.01.2018 Redação Anterior

§ 5° Revogado pela Resolução CGSN n° 133/2017 (DOU de 16.06.2017), efeitos a partir de 01.01.2018 Redação Anterior

§ 6° Salvo disposição em contrário do respectivo ente federado, para fins de concessão dos benefícios previstos no art. 31, será considerada a receita bruta total acumulada auferida nos mercados interno e externo. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 2°, inciso I e § 6°; art. 18, § 20-A) Acrescentado pela Resolução CGSN n° 127/2016 (DOU de 10.05.2016), efeitos a partir de 10.05.2016

Art. 33. Os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, no âmbito de suas respectivas competências, independentemente da receita bruta auferida no mês pelo contribuinte, poderão adotar valores fixos mensais, inclusive por meio de regime de estimativa fiscal ou arbitramento, para o recolhimento do ICMS e do ISS devido por ME que tenha auferido receita bruta total acumulada, nos mercados interno e externo, no ano-calendário anterior, de até R$ 360.000,00 (trezentos e sessenta mil reais), observado o disposto neste artigo. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18, § 18) Alterado pela Resolução CGSN n° 126/2016 (DOU de 21.03.2016), efeitos a partir de 01.01.2016 Redação Anterior

§ 1° Os valores fixos estabelecidos pelos Estados, pelo Distrito Federal e pelos Municípios em determinado ano-calendário: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 2°, inciso I e § 6°; art. 18, §§ 18 e 20-A) Alterado pela Resolução CGSN n° 115/2014 (DOU de 08.09.2014) efeitos a partir de 08.09.2014 Redação Anterior

I - só serão aplicados a partir do ano-calendário seguinte;

II - deverão abranger todas as empresas ou apenas aquelas que se situem em determinado ramo de atividade, que tenham, em qualquer caso, auferido receita bruta no ano-calendário anterior até o limite previsto no caput, ressalvado o disposto no § 3°; e

III - deverão ser estabelecidos obrigatória e individualmente para cada faixa de receita prevista nos incisos I e II do § 2°-A.

§ 2° Revogado pela Resolução CGSN n° 115/2014 (DOU de 08.09.2014) efeitos a partir de 08.09.2014 Redação Anterior

§ 2°-A. Observado o disposto no parágrafo único do art. 31 e no § 4° deste artigo, os valores fixos mensais estabelecidos no caput não poderão exceder a: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18, § 19) Alterado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018 Redação Anterior

I - para a ME que no ano-calendário anterior tenha auferido receita bruta de até R$ 180.000,00 (cento e oitenta mil reais):

a) R$ 108,00 (cento e oito reais), no caso de ICMS; e Alterado pela Resolução CGSN n° 133/2017 (DOU de 16.06.2017), efeitos a partir de 01.01.2018 Redação Anterior

b) R$ 162,75 (cento e sessenta e dois reais e setenta e cinco centavos), no caso de ISS; Alterado pela Resolução CGSN n° 133/2017 (DOU de 16.06.2017), efeitos a partir de 01.01.2018 Redação Anterior

II - para a ME que no ano-calendário anterior tenha auferido receita bruta entre R$ 180.000,00 (cento e oitenta mil reais) e R$ 360.000,00 (trezentos e sessenta mil reais):

a) R$ 295,50 (duzentos e noventa e cinco reais e cinquenta centavos), no caso de ICMS; e Alterado pela Resolução CGSN n° 133/2017 (DOU de 16.06.2017), efeitos a partir de 01.01.2018 Redação Anterior

b) R$ 427,50 (quatrocentos e vinte e sete reais e cinquenta centavos), no caso de ISS. Alterado pela Resolução CGSN n° 133/2017 (DOU de 16.06.2017), efeitos a partir de 01.01.2018 Redação Anterior

§ 3° Fica impedida de adotar os valores fixos mensais de que trata este artigo a ME que (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 2°, inciso I e § 6°): Alterado pela Resolução CGSN n° 115/2014 (DOU de 08.09.2014) efeitos a partir de 08.09.2014 Redação Anterior

I - possua mais de um estabelecimento;

II - esteja no ano-calendário de início de atividade;

III - exerça mais de um ramo de atividade:

a) com valores fixos distintos, para o mesmo imposto, estabelecidos pelo respectivo ente federado; ou

b) quando pelo menos um dos ramos de atividade exercido não esteja sujeito ao valor fixo, para o mesmo imposto, estabelecido pelo respectivo ente federado.

§ 4° O limite de que trata o caput deverá ser proporcionalizado na hipótese de a ME ter iniciado suas atividades no ano-calendário anterior, utilizando-se da média aritmética da receita bruta total dos  meses desse ano-calendário, multiplicada por 12 (doze). (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 2°,inciso I e § 6°)

§ 5° Revogado pela Resolução CGSN n° 115/2014 (DOU de 08.09.2014) efeitos a partir de 08.09.2014 Redação Anterior

§ 6° O valor fixo apurado na forma deste artigo será devido ainda que tenha ocorrido retenção ou substituição tributária dos impostos de que trata o caput, observado o disposto no inciso V do art. 27. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 2°, inciso I e § 6°)

§ 7° Na hipótese de ISS devido a outro Município, o imposto deverá ser recolhido nos termos dos arts. 20 a 26 e 132, sem prejuízo do recolhimento do valor fixo devido ao Município de localização do estabelecimento. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 2°, inciso I e § 6°)

§ 8° O valor fixo de que trata o caput deverá ser incluído no valor devido pela ME relativamente ao Simples Nacional. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18, § 18)

§ 9° A empresa sujeita a valor fixo na forma prevista no inciso I do § 2°-A que, no ano-calendário, auferir receita bruta acima de R$ 180.000,00 (cento e oitenta mil reais) continuará a recolher o valor fixo previsto naquele dispositivo, ressalvado o disposto no § 10. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 2°, inciso I e § 6°; art. 18, § 18) Acrescentado pela Resolução CGSN n° 115/2014 (DOU de 08.09.2014) efeitos a partir de 08.09.2014

§ 10. A empresa que, no ano-calendário, exceder o limite de receita bruta previsto no caput fica impedida de recolher o ICMS ou o ISS pela sistemática de valor fixo, a partir do mês subsequente à ocorrência do excesso, sujeitando-se à apuração desses tributos na forma das demais empresas optantes pelo Simples Nacional. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18, § 18-A) Acrescentado pela Resolução CGSN n° 115/2014 (DOU de 08.09.2014) efeitos a partir de 08.09.2014

Art. 34. Os escritórios de serviços contábeis recolherão o ISS em valor fixo, na forma da legislação municipal. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18, § 22-A)

Art. 35. Na hipótese em que o Estado, o Município ou o Distrito Federal concedam isenção ou redução específica para as ME ou EPP, em relação ao ICMS ou ao ISS, será realizada a redução proporcional, relativamente à receita do estabelecimento localizado no ente federado que concedeu a isenção ou redução, da seguinte forma: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18, §§ 20 e 21)

I - sobre a parcela das receitas sujeitas a isenção, serão desconsiderados os percentuais do ICMS ou do ISS, conforme o caso;

II - sobre a parcela das receitas sujeitas a redução, será realizada a redução proporcional dos percentuais do ICMS ou do ISS, conforme o caso.

Art. 35-A. Na hipótese em que a União, o Estado ou o Distrito Federal, em lei específica destinada à ME ou EPP optante pelo Simples Nacional, concedam isenção ou redução de Cofins, Contribuição para o PIS/Pasep e ICMS para produtos da cesta básica, será realizada a redução proporcional, relativamente à receita objeto da isenção ou redução concedida, da seguinte forma: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18, § 20-B) Alterado pela Resolução CGSN n° 125/2015 (DOU de 09.12.2015), efeitos a partir de 09.12.2015 Redação Anterior

I - sobre a parcela das receitas sujeitas a isenção, serão desconsiderados os percentuais da Cofins, da Contribuição para o PIS/Pasep ou do ICMS, conforme o caso;

II - sobre a parcela das receitas sujeitas a redução, será realizada a redução proporcional dos percentuais da Cofins, da Contribuição para o PIS/Pasep ou do ICMS, conforme o caso.

Art. 36. A ME ou a EPP optante pelo Simples Nacional não poderá utilizar ou destinar qualquer valor a título de incentivo fiscal. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 24)

Parágrafo único. Não serão consideradas quaisquer alterações em bases de cálculo, alíquotas e percentuais ou outros fatores que alterem o valor de imposto ou contribuição apurado na forma do Simples Nacional, estabelecidas pela União, Estado, Distrito Federal ou Município, exceto as previstas ou autorizadas na Lei Complementar n° 123, de 2006. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 24, parágrafo único).

Subseção VIII
Dos Aplicativos de Cálculo

Art. 37. O cálculo do valor devido na forma do Simples Nacional deverá ser efetuado por meio da declaração gerada pelo "Programa Gerador do Documento de Arrecadação do Simples Nacional - Declaratório (PGDAS-D)", disponível no Portal do Simples Nacional na Internet. Alterado pela Resolução CGSN n° 133/2017 (DOU de 16.06.2017), efeitos a partir de 16.06.2017 Redação Anterior

§ 1° A ME ou EPP optante pelo Simples Nacional deverá, para cálculo dos tributos devidos mensalmente e geração do Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS), informar os valores relativos à totalidade das receitas correspondentes às suas operações e prestações realizadas no período, no aplicativo a que se refere o caput, observadas as demais disposições estabelecidas nesta Resolução. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18, § 15)

§ 2° As informações prestadas no PGDAS-D: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18, § 15- A)

I - têm caráter declaratório, constituindo confissão de dívida e instrumento hábil e suficiente para a exigência dos tributos e contribuições que não tenham sido recolhidos resultantes das informações nele prestadas; (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18, § 15-A, inciso I)

II - deverão ser fornecidas à RFB mensalmente até o vencimento do prazo para pagamento dos tributos devidos no Simples Nacional em cada mês, previsto no art. 38, relativamente aos fatos geradores ocorridos no mês anterior. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18, § 15-A, inciso II)

§ 3° O cálculo de que trata o caput, relativamente aos períodos de apuração até dezembro de 2011, deverá ser efetuado por meio do Programa Gerador do Documento de Arrecadação do Simples Nacional (PGDAS), também disponível no Portal do Simples Nacional na internet. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18, § 15)

§ 4° Aplica-se ao PGDAS o disposto no § 1°. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18, § 15)

Art. 37-A. A alteração das informações prestadas no PGDAS-D será efetuada por meio de retificação relativa ao respectivo período de apuração. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 2°, inciso I, § 6°) Acrescentado pela Resolução CGSN n° 098/2012 (DOU de 19.03.2012) vigência a partir de 19.03.2012

§ 1° A retificação terá a mesma natureza da declaração originariamente apresentada, substituindo-a integralmente, e servirá para declarar novos débitos, aumentar ou reduzir os valores de débitos já informados. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 2°, inciso I, § 6°)

§ 2° A retificação não produzirá efeitos quando tiver por objeto reduzir débitos relativos aos períodos de apuração: Alterado pela Resolução CGSN n° 137/2017 (DOU de 06.12.2017), efeitos a partir de 01.01.2018 Redação Anterior

I - cujos saldos a pagar tenham sido objeto de pedido de parcelamento deferido ou já tenham sido enviados à PGFN para inscrição em DAU, ou, com relação ao ICMS ou ao ISS, transferidos ao Estado ou Município que tenha efetuado o convênio previsto no § 3° do art. 41 da Lei Complementar n° 123, de 2006; ou Alterado pela Resolução CGSN n° 137/2017 (DOU de 06.12.2017), efeitos a partir de 01.01.2018 Redação Anterior

II - em relação aos quais a ME ou EPP tenha sido intimada sobre o início de procedimento fiscal.

§ 3° Depois da remessa para inscrição em DAU, da concessão do parcelamento, ou da transferência dos valores de ICMS ou ISS para o Estado ou Município que tenha efetuado o convênio previsto no § 3° do art. 41 da Lei Complementar n° 123, de 2006, o ajuste dos valores dos débitos decorrentes da retificação no PGDAS-D, nos sistemas de cobrança pertinentes, poderá ser efetuado: Alterado pela Resolução CGSN n° 137/2017 (DOU de 06.12.2017), efeitos a partir de 01.01.2018 Redação Anterior

I - pela RFB, com relação aos tributos federais e, na ausência do convênio mencionado neste parágrafo, ao ICMS e ISS; ou Alterado pela Resolução CGSN n° 125/2015 (DOU de 09.12.2015), efeitos a partir de 09.12.2015 Redação Anterior

II - pelo Estado ou Município, com relação ao ICMS ou ISS, quando firmado o convênio mencionado neste parágrafo. Alterado pela Resolução CGSN n° 125/2015 (DOU de 09.12.2015), efeitos a partir de 09.12.2015 Redação Anterior

§ 4° Na hipótese do § 3°, nos casos em que houver alteração do débito para menor, o ajuste dependerá de prova inequívoca da ocorrência de erro de fato no preenchimento da declaração. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 2°, inciso I, § 6°; Lei n° 5.172, de 1966, art. 147, § 1°) Acrescentado pela Resolução CGSN n° 125/2015 (DOU de 09.12.2015), efeitos a partir de 09.12.2015

Subseção IX
Dos Prazos de Recolhimento dos Tributos Devidos

Art. 38. Os tributos devidos, apurados na forma desta Resolução, deverão ser pagos até o dia 20 (vinte) do mês subsequente àquele em que houver sido auferida a receita bruta. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 21, inciso III)

§ 1° Na hipótese de a ME ou EPP possuir filiais, o recolhimento dos tributos do Simples Nacional dar-se-á por intermédio da matriz. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 21, § 1°)

§ 2° O valor não pago até a data do vencimento sujeitar-se-á à incidência de encargos legais na forma prevista na legislação do imposto sobre a renda. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 21, § 3°)

§ 3° Quando não houver expediente bancário no prazo estabelecido no caput, os tributos deverão ser pagos até o dia útil imediatamente posterior. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 21, inciso III)

Seção V
Da Arrecadação

Art. 39. A ME ou a EPP recolherá os tributos devidos no Simples Nacional por meio do Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS), que deverá conter as informações definidas nos termos do art. 41. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 21, inciso I) Alterado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 28.08.2017 Redação Anterior

Art. 40. O DAS será gerado exclusivamente: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 21, inciso I)

I - para o MEI, por meio do Programa Gerador do DAS para o MEI (PGMEI), inclusive na hipótese prevista no § 3°; e Alterado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 28.08.2017 Redação Anterior

a) Revogado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 28.08.2017 Redação Anterior

b) Revogado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 28.08.2017 Redação Anterior

II - para as demais ME e para as EPP:

a) até o período de apuração dezembro de 2011, por meio do PGDAS;

b) a partir do período de apuração janeiro de 2012, por meio do PGDAS-D.

§ 1° O DAS relativo a rotinas de cobrança, parcelamento, autuação fiscal ou dívida ativa poderá ser gerado por aplicativos próprios disponíveis no Portal do Simples Nacional ou na página da RFB na internet. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 21, inciso I)

§ 2° É inválido o DAS emitido em desacordo com o disposto neste artigo, e é vedada a impressão de modelo do DAS com as informações definidas nos termos do art. 41, para fins de comercialização. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 21, inciso I) Alterado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 28.08.2017 Redação Anterior

§ 3° O DAS gerado para o MEI poderá ser: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 21, inciso I) Alterado pela Resolução CGSN n° 120/2015 (DOU de 17.03.2015), efeitos a partir de 17.03.2015 Redação Anterior

I - enviado por via postal para o domicílio do contribuinte, caso em que poderá conter, em uma mesma folha de impressão, guias para pagamento de mais de uma competência, com identificação dos respectivos vencimentos e do valor devido em cada mês;

II - emitido em terminais de autoatendimento disponibilizados por parceiros institucionais e pelo Serviço Brasileiro de Apoio à Micro e Pequena Empresa - Sebrae, contendo os dados previstos no art. 41.

III - emitido por meio de aplicativo para dispositivos móveis, disponibilizado pela RFB. Acrescentado pela Resolução CGSN n° 128/2016 (DOU de 18.05.2016), efeitos a partir de 18.05.2016

Art. 41. O DAS conterá: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 21, inciso I) Alterado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 28.08.2017 Redação Anterior

I - a identificação do contribuinte (nome empresarial e CNPJ);

II - o mês de competência;.

III - a data do vencimento original da obrigação tributária;

IV - o valor do principal, da multa e dos juros e/ou encargos;

V - o valor total;

VI - o número único de identificação do DAS, atribuído pelo aplicativo de cálculo;

VII - a data limite para acolhimento do DAS pela rede  arrecadadora;

VIII - o código de barras e sua representação numérica.

IX - o perfil da arrecadação, assim considerado a partilha discriminada de cada um dos tributos abrangidos pelo Simples Nacional, bem como os valores destinados a cada ente federado; e Acrescentado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 28.08.2017

X - o campo observações, para inserção de informações de interesse das administrações tributárias. Acrescentado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 28.08.2017

Parágrafo único. Os dados de que trata o inciso IX do caput, quando não disponíveis no DAS, deverão constar do respectivo extrato emitido no Portal do Simples Nacional. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 21, inciso I e § 25) Acrescentado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 28.08.2017

Art. 42. Fica vedada a emissão de DAS com valor total inferior a R$ 10,00 (dez reais). (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 2°, inciso I e § 6°; art. 21, inciso I)

Parágrafo único. O valor devido do Simples Nacional que resultar inferior a R$ 10,00 (dez reais) deverá ser diferido para os períodos subsequentes, até que o total seja igual ou superior a R$ 10,00 (dez reais). (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 2°, inciso I e § 6°; art. 21, inciso I)

Art. 43. O DAS somente será acolhido por instituição financeira credenciada para tal finalidade, denominada, para os fins desta Resolução e da Resolução CGSN n° 11, de 23 de julho de 2007, agente arrecadador. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 21, inciso IV)

§ 1° No DAS acolhido em guichê de caixa, após validação dos seus dados, será aposta chancela de recebimento, denominada autenticação, que compreende a impressão, de forma legível, no espaço apropriado, dos seguintes caracteres: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 21, inciso IV)

I - sigla, símbolo ou logotipo do agente arrecadador;

II - número da autenticação;

III - data do pagamento;

IV - valor;

V - identificação da máquina autenticadora.

§ 2° Revogado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 28.08.2017 Redação Anterior

§ 3° É vedada a reprodução de autenticação por meio de decalque a carbono ou por qualquer outra forma. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 21, inciso IV)

§ 4° Em substituição à autenticação prevista no § 1°, o agente arrecadador poderá emitir cupom bancário como comprovante de pagamento efetuado pelo contribuinte, conforme modelo constante no Anexo X. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 21, inciso IV)

Seção VI
Do Parcelamento dos Débitos Tributários Apurados no Simples Nacional

Subseção I
Das Disposições Gerais

Art. 44. Os débitos apurados na forma do Simples Nacional poderão ser parcelados respeitadas as disposições constantes desta Seção, observando-se que:

I - o prazo máximo será de até 60 (sessenta) parcelas mensais e sucessivas; (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 21, § 16)

II - o valor de cada parcela mensal, por ocasião do pagamento, será acrescido de juros equivalentes à taxa referencial do Sistema Especial de Liquidação e de Custódia - Selic para títulos federais, acumulada mensalmente, calculados a partir do mês subsequente ao da consolidação até o mês anterior ao do pagamento, e de 1% (um por cento) relativamente ao mês em que o pagamento estiver sendo efetuado; (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 21, § 17)

III - o pedido de parcelamento deferido importa confissão irretratável do débito e configura confissão extrajudicial; (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 21, § 20)

IV - serão aplicadas na consolidação as reduções das multas de lançamento de ofício previstas nos incisos II e IV do art. 6° da Lei n° 8.218, de 29 de agosto de 1991, nos seguintes percentuais: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 21, § 21)

a) 40% (quarenta por cento), se o sujeito passivo requerer o parcelamento no prazo de trinta dias, contado da data em que foi notificado do lançamento; ou

b) 20% (vinte por cento), se o sujeito passivo requerer o parcelamento no prazo de trinta dias, contado da data em que foi notificado da decisão administrativa de primeira instância;

V - no caso de parcelamento de débito inscrito em dívida ativa, o devedor pagará custas, emolumentos e demais encargos legais. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 21, § 23)

§ 1° Somente serão parcelados débitos já vencidos e constituídos na data do pedido de parcelamento, excetuadas as multas de ofício vinculadas a débitos já vencidos, que poderão ser parceladas antes da data de vencimento. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 21, § 15)

§ 2° Somente poderão ser parcelados débitos que não se encontrem com exigibilidade suspensa na forma do art. 151 do Código Tributário Nacional (CTN). (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 21, § 15)

§ 3° Os débitos constituídos por meio de Auto de Infração e Notificação Fiscal (AINF) de que trata o art. 79 poderão ser parcelados desde a sua lavratura, observando-se o disposto no § 2°. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 21, § 15)

§ 4° É vedada a concessão de parcelamento para sujeitos passivos com falência decretada. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 21, § 15)

Subseção II
Dos Débitos Objeto do Parcelamento

Art. 45. O parcelamento dos tributos apurados no Simples Nacional não se aplica:

I - às multas por descumprimento de obrigação acessória; (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 21, § 15; art. 41, § 5°, inciso IV)

II - à CPP para a Seguridade Social para a empresa optante tributada com base: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 13, VI)

a) nos anexos IV e V da Lei Complementar n° 123, de 14 de dezembro de 2006, até 31 de dezembro de 2008;

b) no anexo IV da Lei Complementar n° 123, de 14 de dezembro de 2006, a partir de 1° de janeiro de 2009;

III - aos demais tributos ou fatos geradores não abrangidos pelo Simples Nacional, previstos no § 1° do art. 13 da Lei Complementar n° 123, de 2006, inclusive aqueles passíveis de retenção na fonte, de desconto de terceiros ou de sub-rogação. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 21, § 15)

Subseção III
Da Concessão e Administração

Art. 46. A concessão e a administração do parcelamento serão de responsabilidade: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 21, § 15, art. 41, § 5°, inciso V)

I - da RFB, exceto nas hipóteses dos incisos II e III;

II - da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN), relativamente aos débitos inscritos em Dívida Ativa da União (DAU); ou

III - do Estado, Distrito Federal ou Município em relação aos débitos de ICMS ou de ISS:

a) transferidos para inscrição em dívida ativa, em face do convênio previsto no art. 126; (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 21, §§ 15 e 19) Alterado pela Resolução CGSN n° 133/2017 (DOU de 16.06.2017), efeitos a partir de 16.06.2017 Redação Anterior

b) lançados pelo ente federado nos termos do § 8° do art. 129, desde que não inscritos em DAU; (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 21, § 19) Alterado pela Resolução CGSN n° 133/2017 (DOU de 16.06.2017), efeitos a partir de 16.06.2017 Redação Anterior

c) transferidos para inscrição em dívida ativa, independentemente do convênio previsto no art. 126, com relação aos débitos devidos pelo MEI e apurados no SIMEI. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 21, § 15; art. 41, § 5°, inciso V) Alterado pela Resolução CGSN n° 133/2017 (DOU de 16.06.2017), efeitos a partir de 16.06.2017 Redação Anterior

§ 1° Até o dia 15 de cada mês, a PGFN informará à Secretaria-Executiva do CGSN, para publicação no Portal do Simples Nacional, a relação de entes federados que firmaram até o mês anterior o convênio de que trata a alínea "a" do inciso III do caput. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 21, § 15)

§ 2° O parcelamento de que trata a alínea "b" do inciso III do caput deste artigo deverá ser efetuado de acordo com a legislação do ente federado responsável pelo lançamento. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 21, § 19)

§ 3° No âmbito do Estado, Distrito Federal ou Município, a definição do(s) órgão(s) concessor(es) obedecerá à legislação do respectivo ente federado. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 21, § 15)

Subseção IV
Do Pedido

Art. 47. Poderá ser realizada, a pedido ou de ofício, revisão dos valores objeto do parcelamento para eventuais correções, ainda que já concedido o parcelamento. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 21, § 15)

Art. 48. O pedido de parcelamento implica adesão aos termos e condições estabelecidos nesta Seção. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 21, § 15)

Art. 49. O parcelamento de débitos da empresa, cujos atos constitutivos estejam baixados, será requerido em nome do titular ou de um dos sócios. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 21, § 15)

Parágrafo único. O disposto no caput aplica-se também aos parcelamentos de débitos cuja execução tenha sido redirecionada para o titular ou para os sócios. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 21, § 15)

Subseção V
Do Deferimento

Art. 50. O órgão concessor definido no art. 46 poderá, em disciplinamento próprio: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 21, § 15)

I - condicionar o deferimento do parcelamento à confirmação do pagamento tempestivo da primeira parcela;

II - considerar o pedido deferido automaticamente após decorrido determinado período da data do pedido sem manifestação da autoridade;

III - estabelecer condições complementares, observadas as disposições desta Resolução.

§ 1° Caso a decisão do pedido de parcelamento não esteja condicionada à confirmação do pagamento da primeira parcela, o deferimento do parcelamento se dará sob condição resolutória, tornando-se sem efeito caso não seja efetuado o respectivo pagamento no prazo estipulado pelo órgão concessor. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 21, § 15)

§ 2° Na hipótese do § 1°, tornando-se sem efeito o deferimento, o contribuinte será excluído do Simples Nacional, com efeitos retroativos, caso o parcelamento tenha sido solicitado para possibilitar o deferimento do pedido de opção. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 21, § 15)

§ 3° É vedada a concessão de parcelamento enquanto não integralmente pago o parcelamento anterior, salvo nas hipóteses do reparcelamento de que trata o art. 53 desta Resolução e do parcelamento previsto no art. 9° da Lei Complementar n° 155, de 27 de outubro de 2016. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 21, § 15) Alterado pela Resolução CGSN n° 131/2016 (DOU de 12.12.2016), efeitos a partir de 12.12.2016 Redação Anterior

Subseção VI
Da Consolidação

Art. 51. Atendidos os requisitos para a concessão do parcelamento, será feita a consolidação da dívida, considerando-se como data de consolidação a data do pedido. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 21, § 15)

§ 1° Compreende-se por dívida consolidada o somatório dos débitos parcelados, acrescidos dos encargos, custas, emolumentos e acréscimos legais, devidos até a data do pedido de parcelamento. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 21, § 15)

§ 2° A multa de mora será aplicada no valor máximo fixado pela legislação. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 21, § 15)

Subseção VII
Das Prestações e de seu Pagamento

Art. 52. Quanto aos parcelamentos de competência da RFB e da PGFN: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 21, § 15)

I - o valor de cada parcela será obtido mediante a divisão do valor da dívida consolidada pelo número de parcelas solicitadas, observado o limite mínimo de R$ 300,00 (trezentos reais), exceto quanto aos débitos de responsabilidade do MEI, quando o valor mínimo será estipulado em ato do órgão concessor; (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 21, § 15) Alterado pela Resolução CGSN n° 105 / 2012 (DOU de 28.12.2012) , efeitos a partir de 28.12.2012 Redação Anterior

II - as prestações do parcelamento vencerão no último dia  útil de cada mês; (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 21, § 15)

III - o repasse para os entes federados dos valores pagos e a  amortização dos débitos parcelados será efetuado proporcionalmente ao valor de cada tributo na composição da dívida consolidada. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 21, § 22)

§ 1° O Estado, Distrito Federal ou Município, quando na condição de órgão concessor, conforme definido no art. 46, poderá estabelecer a seu critério o valor mínimo e a data de vencimento das parcelas de que tratam os incisos I e II do caput. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 21, § 15)

§ 2° O valor de cada parcela, inclusive do valor mínimo  previsto no inciso I do caput, estará sujeito ao disposto no inciso II do art. 44. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 21, § 15)

Subseção VIII
Do Reparcelamento

Art. 53. No âmbito de cada órgão concessor, serão admitidos até 2 (dois) reparcelamentos de débitos do Simples Nacional constantes de parcelamento em curso ou que tenha sido rescindido, podendo ser incluídos novos débitos, concedendo-se novo prazo observado  limite de que trata o inciso I do art. 44. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 21, § 18)

§ 1° A formalização de reparcelamento de débitos fica condicionada ao recolhimento da primeira parcela em valor correspondente a: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 21, §§ 15 e 18)

I - 10% (dez por cento) do total dos débitos consolidados; ou

II - 20% (vinte por cento) do total dos débitos consolidados, caso haja débito com histórico de reparcelamento anterior.

§ 2° Para os débitos inscritos em DAU será verificado o histórico de parcelamento no âmbito da RFB e da PGFN. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 21, §§ 15 e 18)

§ 3° Para os débitos administrados pelo Estado, Distrito Federal ou Município, na forma do art. 46, será verificado o histórico em seu âmbito. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 21, §§ 15 e 18)

§ 4° A desistência de parcelamento cujos débitos foram objeto do benefício previsto no inciso IV do art. 44, com a finalidade de reparcelamento do saldo devedor, implica restabelecimento do montante da multa proporcionalmente ao valor da receita não satisfeita e o benefício da redução será aplicado ao reparcelamento caso a negociação deste ocorra dentro dos prazos previstos nas alíneas "a" e "b" do mesmo inciso. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 21, §§ 15 e 18)

§ 5° Revogado pela Resolução CGSN n° 133/2017 (DOU de 16.06.2017), efeitos a partir de 16.06.2017 Redação Anterior

Subseção IX
Da Rescisão

Art. 54. Implicará rescisão do parcelamento: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 21, § 24)

I - a falta de pagamento de três parcelas, consecutivas ou não; ou

II - a existência de saldo devedor, após a data de vencimento da última parcela do parcelamento.

§ 1° É considerada inadimplente a parcela parcialmente paga. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 21, § 15)

§ 2° Rescindido o parcelamento, apurar-se-á o saldo devedor, providenciando-se, conforme o caso, o encaminhamento do débito para inscrição em dívida ativa ou o prosseguimento da cobrança, se já realizada aquela, inclusive quando em execução fiscal. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 21, § 15)

§ 3° A rescisão do parcelamento motivada pelo descumprimento das normas que o regulam implicará restabelecimento do montante das multas de que trata o inciso IV do art. 44 proporcionalmente ao valor da receita não satisfeita. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 21, § 15)

Subseção X
Das Disposições Finais

Art. 55. A RFB, a PGFN, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios poderão editar normas complementares relativas ao parcelamento, observando-se as disposições desta Seção. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 21, § 15)

Seção VII
Dos Créditos

Art. 56. A ME ou EPP optante pelo Simples Nacional não fará jus à apropriação nem transferirá créditos relativos a impostos ou  contribuições abrangidos pelo Simples Nacional. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 23)

§ 1° As pessoas jurídicas e aquelas a elas equiparadas pela legislação tributária, não optantes pelo Simples Nacional, terão direito ao crédito correspondente ao ICMS incidente sobre as suas aquisições de mercadorias de ME ou EPP optante pelo Simples Nacional, desde que destinadas à comercialização ou à industrialização e observado, como limite, o ICMS efetivamente devido pelas optantes pelo Simples Nacional em relação a essas aquisições, aplicando-se o disposto nos arts. 58 a 60. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 23, §§ 1° e 6°)

§ 2° Mediante deliberação exclusiva e unilateral dos Estados  e do Distrito Federal, poderá ser concedido às pessoas jurídicas e àquelas a elas equiparadas pela legislação tributária não optantes pelo Simples Nacional crédito correspondente ao ICMS incidente sobre os insumos utilizados nas mercadorias adquiridas de indústria optante pelo Simples Nacional, sendo vedado o estabelecimento de diferenciação no valor do crédito em razão da procedência dessas mercadorias. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 23, § 5°)

§ 3° As pessoas jurídicas sujeitas ao regime de apuração não cumulativa da Contribuição para o PIS/Pasep e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins), observadas as vedações previstas e demais disposições da legislação aplicável, podem descontar créditos calculados em relação às aquisições de bens e serviços de pessoa jurídica optante pelo Simples Nacional. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 23, § 6°; Lei n° 10.637, de 30 de dezembro de 2002, art. 3°; Lei n° 10.833, de 29 de dezembro de 2003, art. 3°)

Seção VIII
Das Obrigações Acessórias

Subseção I
Dos Documentos e Livros Fiscais e Contábeis

Art. 57. A ME ou EPP optante pelo Simples Nacional utilizará, conforme as operações e prestações que realizar, os documentos fiscais: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18-A, § 20; art. 26, inciso I e § 8°) Alterado pela Resolução CGSN n° 115/2014 (DOU de 08.09.2014) efeitos a partir de 08.09.2014 Redação Anterior

I - autorizados pelos entes federados onde possuir estabelecimento, inclusive os emitidos por meio eletrônico;

II - diretamente por sistema nacional informatizado, com autorização eletrônica, sem custos para a ME ou EPP, quando houver sua disponibilização no Portal do Simples Nacional.

§ 1° Relativamente à prestação de  serviços sujeita ao ISS, a ME ou EPP optante pelo Simples Nacional utilizará a Nota Fiscal de Serviços, conforme modelo aprovado e autorizado pelo Município, ou Distrito Federal, ou outro documento fiscal autorizado conjuntamente pelo Estado e pelo Município da sua circunscrição fiscal. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 26, inciso I e § 4°)

§ 1°-A. O salão-parceiro de que trata a Lei n° 12.592, de 2012 deverá emitir documento fiscal para o consumidor informando o total das receitas de serviços e produtos neles empregados, discriminando as cotas-parte do salão-parceiro e do profissional-parceiro, bem como o CNPJ deste. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 26, inciso I) Acrescentado pela Resolução CGSN n° 137/2017 (DOU de 06.12.2017), efeitos a partir de 01.01.2018

§ 1°-B. O profissional-parceiro emitirá documento fiscal destinado ao salão-parceiro relativamente ao valor das cotas-parte recebidas. Acrescentado pela Resolução CGSN n° 137/2017 (DOU de 06.12.2017), efeitos a partir de 01.01.2018

§ 2° A utilização dos documentos fiscais fica condicionada: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 26, inciso I e § 4°)

I - à inutilização dos campos destinados à base de cálculo e ao imposto destacado, de obrigação própria, sem prejuízo do disposto no art. 56; e

II - à indicação, no campo destinado às informações complementares ou, em sua falta, no corpo do documento, por qualquer meio gráfico indelével, das expressões:

a) "DOCUMENTO EMITIDO POR ME OU EPP OPTANTE PELO SIMPLES NACIONAL"; e

b) "NÃO GERA DIREITO A CRÉDITO FISCAL DE IPI".

§ 3° Na hipótese de o estabelecimento da ME ou EPP estar impedido de recolher o ICMS e o ISS pelo Simples Nacional, em decorrência de haver extrapolado o sublimite vigente, em face do disposto no art. 12: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 26, inciso I e § 4°) Alterado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018 Redação Anterior

I - não se aplica a inutilização dos campos prevista no inciso I do § 2°;

II - o contribuinte deverá consignar, no campo destinado às informações complementares ou, em sua falta, no corpo do documento, por qualquer meio gráfico indelével, as expressões:

a) "ESTABELECIMENTO IMPEDIDO DE RECOLHER O ICMS/ISS PELO SIMPLES NACIONAL, NOS TERMOS DO § 1°DO ART. 20 DA LEI COMPLEMENTAR N° 123, DE 2006";

b) "NÃO GERA DIREITO A CRÉDITO FISCAL DE IPI".

§ 4° Quando a ME ou EPP revestir-se da condição de responsável, inclusive de substituto tributário, fará a indicação alusiva à base de cálculo e ao imposto retido no campo próprio ou, em sua falta, no corpo do documento fiscal utilizado na operação ou prestação. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 26, inciso I e § 4°)

§ 5° Na hipótese de devolução de mercadoria a contribuinte não optante pelo Simples Nacional, a ME ou EPP fará a indicação no campo "Informações Complementares", ou no corpo da Nota Fiscal Modelo 1, 1-A, ou Avulsa, da base de cálculo, do imposto destacado, e do número da nota fiscal de compra da mercadoria devolvida, observado o disposto no art. 63. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 26, inciso I e § 4°)

§ 6° Ressalvado o disposto no § 4°, na hipótese de emissão de documento fiscal de entrada relativo à operação ou prestação prevista no inciso XIII do § 1° do art. 13 da Lei Complementar n° 123, de 2006, a ME ou a EPP fará a indicação da base de cálculo e do ICMS porventura devido no campo "Informações Complementares" ou, em sua falta, no corpo do documento, observado o disposto no art. 63. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 26, inciso I e § 4°)

§ 7° Na hipótese de emissão de Nota Fiscal Eletrônica (NFe), modelo 55, não se aplicará o disposto nos §§ 5° e 6°, devendo a base de cálculo e o ICMS porventura devido ser indicados nos campos próprios, conforme estabelecido em manual de especificações e critérios técnicos da NF-e, baixado nos termos do Ajuste SINIEF que instituiu o referido documento eletrônico. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 26, inciso I e § 4°)

§ 8° Na prestação de serviço sujeito ao ISS, cujo imposto for de responsabilidade do tomador, o emitente fará a indicação alusiva à base de cálculo e ao imposto devido no campo próprio ou, em sua falta, no corpo do documento fiscal utilizado na prestação, observado o art. 27, no que couber. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 26, inciso I e § 4°)

§ 9° Relativamente ao equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF), deverão ser observadas as normas estabelecidas nas legislações dos entes federados. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 26, inciso I e § 4°)

§ 10. Os documentos fiscais autorizados anteriormente à opção poderão ser utilizados até o limite do prazo previsto para o seu uso, desde que observadas as condições desta Resolução. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 26, inciso I e § 4°)

Art. 58. A ME ou EPP optante pelo Simples Nacional que emitir nota fiscal com direito ao crédito estabelecido no § 1° do art. 23 da Lei Complementar n° 123, de 2006, consignará no campo  destinado às informações complementares ou, em sua falta, no corpo da nota fiscal, a expressão:

"PERMITE O APROVEITAMENTO DO CRÉDITO DE ICMS NO VALOR DE R$...; CORRESPONDENTE À ALÍQUOTA DE ...%, NOS TERMOS DO ART. 23 DA LEI COMPLEMENTAR N° 123, DE 2006". (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 23, §§ 1°, 2° e 6°; art. 26, inciso I e § 4°)

§ 1° A alíquota aplicável ao cálculo do crédito a que se refere o caput, corresponderá ao percentual efetivo calculado com base na faixa de receita bruta no mercado interno a que a ME ou EPP estiver sujeita no mês anterior ao da operação, a partir das alíquotas nominais constantes dos Anexos I ou II desta Resolução, da seguinte forma: {[(RBT12 x alíquota nominal) - Parcela a Deduzir]/RBT12} x Percentual de Distribuição do ICMS. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 23, §§ 1°, , e ; art. 26, inciso I e § 4°) Alterado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018 Redação Anterior

I - Revogado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018 Redação Anterior

II - Revogado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018 Redação Anterior

§ 1°-A. Considerar-se-á a média aritmética da receita bruta total dos meses que antecederem o mês anterior ao da operação, multiplicada por 12 (doze), na hipótese de a empresa ter iniciado suas atividades há menos de 13 (treze) meses da operação; Acrescentado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018

§ 1°-B. O percentual de crédito de ICMS corresponderá a 1,36% (um inteiro e trinta e seis centésimos) para revenda de mercadorias e 1,44% (um inteiro e quarenta e quatro centésimos) para venda de produtos industrializados pelo contribuinte, na hipótese de a operação ocorrer nos 2 (dois) primeiros meses de início de atividade da ME ou EPP optante pelo Simples Nacional. Acrescentado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018

§ 2° No caso de redução de ICMS concedida pelo Estado ou Distrito Federal nos termos do art. 35, o percentual de que tratam os §§ 1° e 1°-B será aquele considerando a respectiva redução. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 23, §§ 1°, , e ; art. 26, inciso I e § 4°) Alterado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018 Redação Anterior

§ 3° Na hipótese de emissão de NF-e, o valor correspondente ao crédito e à alíquota referida no caput deste artigo deverão ser informados nos campos próprios do documento fiscal, conforme estabelecido em manual de especificações e critérios técnicos da NF-e, nos termos do Ajuste SINIEF que instituiu o referido documento eletrônico. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 23, § 6°; art. 26, inciso I e § 4°)

Art. 59. A ME ou EPP optante pelo Simples Nacional não poderá consignar no documento fiscal a expressão mencionada no caput do art. 58, ou caso já consignada, deverá inutilizá-la, quando: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 23, §§ 1°, 2° e 4°; art. 26, inciso I e § 4°)

I - estiver sujeita à tributação do ICMS no Simples Nacional por valores fixos mensais;

II - tratar-se de operação de venda ou revenda de mercadorias em que o ICMS não é devido na forma do Simples Nacional;

III - houver isenção estabelecida pelo Estado ou Distrito Federal, nos termos do art. 37, que abranja a faixa de receita bruta a que a ME ou EPP estiver sujeita no mês da operação;

IV - a operação for imune ao ICMS;

V - considerar, por opção, que a base de cálculo sobre a qual serão calculados os valores devidos na forma do Simples Nacional será representada pela receita recebida no mês (Regime de  Caixa);

VI - tratar-se de prestação de serviço de comunicação, de transporte interestadual ou de transporte intermunicipal.

Art. 60. O adquirente da mercadoria não poderá se creditar do ICMS consignado em nota fiscal emitida por ME ou EPP optante pelo Simples Nacional, de que trata o art. 58, quando: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 23, §§ 1°, 2°, 3°, 4° e 6°)

I - a alíquota de que trata o § 1° do art. 58 não for informada na nota fiscal;

II - a mercadoria adquirida não se destinar à comercialização ou à industrialização;

III - a operação enquadrar-se em situações previstas nos incisos I a VI do art. 59.

Parágrafo único. Na hipótese de utilização de crédito a que se refere o § 1° do art. 56, de forma indevida ou a maior, o destinatário da operação estornará o crédito respectivo conforme a legislação de cada ente, sem prejuízo de eventuais sanções ao emitente, nos termos da legislação do Simples Nacional. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 23, §§ 1°, 2°, 4° e 6°)

Art. 61. A ME ou EPP optante pelo Simples Nacional deverá adotar para os registros e controles das operações e prestações por ela realizadas, observado o disposto no art. 61-A: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 26, §§ 2°, , 4°-A, 4°-B, 4°-C, 10 e 11) Alterado pela Resolução CGSN n° 115/2014 (DOU de 08.09.2014) efeitos a partir de 08.09.2014 Redação Anterior

I - Livro Caixa, no qual deverá estar escriturada toda a sua movimentação financeira e bancária;

II - Livro Registro de Inventário, no qual deverão constar registrados os estoques existentes no término de cada ano-calendário, quando contribuinte do ICMS;

III - Livro Registro de Entradas, modelo 1 ou 1-A, destinado à escrituração dos documentos fiscais relativos às entradas de mercadorias ou bens e às aquisições de serviços de transporte e de comunicação efetuadas a qualquer título pelo estabelecimento, quando contribuinte do ICMS;

IV - Livro Registro dos Serviços Prestados, destinado ao registro dos documentos fiscais relativos aos serviços prestados sujeitos ao ISS, quando contribuinte do ISS;

V - Livro Registro de Serviços Tomados, destinado ao registro dos documentos fiscais relativos aos serviços tomados sujeitos ao ISS;

VI - Livro de Registro de Entrada e Saída de Selo de Controle, caso exigível pela legislação do IPI.

§ 1° Os livros discriminados neste artigo poderão ser dispensados, no todo ou em parte, pelo ente tributante da circunscrição fiscal do estabelecimento do contribuinte, respeitados os limites de suas respectivas competências. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 26, § 4°)

§ 2° Além dos livros previstos no caput, serão utilizados, observado o disposto no art. 61-A: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 26, §§ 4°, 4°-A, 4°-B, 4°-C, 10 e 11) Alterado pela Resolução CGSN n° 115/2014 (DOU de 08.09.2014) efeitos a partir de 08.09.2014 Redação Anterior

I - Livro Registro de Impressão de Documentos Fiscais, pelo estabelecimento gráfico para registro dos impressos que confeccionar para terceiros ou para uso próprio;

II - livros específicos pelos contribuintes que comercializem combustíveis;

III - Livro Registro de Veículos, por todas as pessoas que  interfiram habitualmente no processo de intermediação de veículos, inclusive como simples depositários ou expositores.

§ 3° A apresentação da escrituração contábil, em especial do Livro Diário e do Livro Razão, dispensa a apresentação do Livro Caixa. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 2°, inciso I e § 6°)

§ 3°-A. A ME ou EPP que receber aporte de capital na forma prevista nos arts. 61-A a 61-D da Lei Complementar n° 123, de 2006, deverá manter Escrituração Contábil Digital (ECD), e ficará desobrigada de cumprir o disposto no inciso I do caput e no § 3°. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 2°, inciso I e § 6°; art. 26, § 15; art. 27) Acrescentado pela Resolução CGSN n° 131/2016 (DOU de 12.12.2016), efeitos a partir de 01.01.2017

§ 4° O ente tributante que adote sistema eletrônico de emissão de documentos fiscais ou recepção eletrônica de informações poderá exigi-los de seus contribuintes optantes pelo Simples Nacional, observados os prazos e formas previstos nas respectivas legislações, ressalvado o disposto no art. 61-A. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 2°, inciso I e § 6°; art. 26, §§ 4°, 4°-A, 4°-B, 4°-C, 10 e 11) Alterado pela Resolução CGSN n° 115/2014 (DOU de 08.09.2014) efeitos a partir de 08.09.2014 Redação Anterior

§ 5° A ME ou EPP optante pelo Simples Nacional fica obrigada ao cumprimento das obrigações acessórias previstas nos regimes especiais de controle fiscal, quando exigíveis pelo respectivo ente tributante, observado o disposto no art. 61-A. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 2°, inciso I e § 6°; art. 26, §§ 4°, 4°-A, 4°-B, 4°-C, 10 e 11) Alterado pela Resolução CGSN n° 115/2014 (DOU de 08.09.2014) efeitos a partir de 08.09.2014 Redação Anterior

§ 6° O Livro Caixa deverá: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 26, § 2°; Lei n° 10.406, de 10 de janeiro de 2002, art. 1.182)

I - conter termos de abertura e de encerramento e ser assinado pelo representante legal da empresa e pelo responsável contábil  legalmente habilitado, salvo se nenhum houver na localidade;

II - ser escriturado por estabelecimento.

Art. 61-A. A RFB, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios não poderão instituir obrigações tributárias acessórias ou estabelecer exigências adicionais e unilaterais, relativamente à prestação de informações e apresentação de declarações referentes aos tributos apurados na forma do Simples Nacional, além das estipuladas ou previstas nesta Resolução e atendidas por meio do Portal do Simples Nacional. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 26, §§ 4° e 15) Acrescentado pela Resolução CGSN n° 115/2014 (DOU de 08.09.2014) efeitos a partir de 08.09.2014

§ 1° O disposto no caput não se aplica às obrigações e exigências decorrentes de:

I - programas de cidadania fiscal; ou (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 26, §§ 4° e 15)

II - norma publicada até 31 de março de 2014 que tenha veiculado exigência vigente até aquela data, observado o disposto no § 2°; (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 26, § 15) Alterado pela Resolução CGSN n° 125/2015 (DOU de 09.12.2015), efeitos a partir de 09.12.2015 Redação Anterior

III - procedimento administrativo fiscal, tais como a exibição de livros, documentos ou arquivos eletrônicos e o fornecimento de informações fiscais, econômicas ou financeiras, previstos ou autorizados nesta Resolução, bem como aqueles necessários à fundamentação dos atos administrativos oriundos do procedimento. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 2°, inciso I e § 6°; Lei n° 5.172, de 1966, art. 195, caput)

IV - informações apresentadas por meio do Sistema de Captação e Auditoria dos Anexos de Combustíveis - SCANC, aprovado pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz). (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 26, § 15) Acrescentado pela Resolução CGSN n° 125/2015 (DOU de 09.12.2015), efeitos a partir de 09.12.2015

V - informações relativas ao Fundo de Combate à Pobreza constante do § 1° do art. 82 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias (ADCT). Acrescentado pela Resolução CGSN n° 129/2016 (DOU de 19.09.2016), efeitos a partir de 19.09.2016

§ 2° As obrigações de que trata o inciso II do § 1°, bem como as que vierem a ser instituídas na forma do caput, serão cumpridas por meio do Portal do Simples Nacional a partir de previsão em Resolução do CGSN. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 26, § 15)

§ 3° Revogado pela Resolução CGSN n° 125/2015 (DOU de 09.12.2015), efeitos a partir de 09.12.2015 Redação Anterior

§ 4° A exigência de apresentação de livros fiscais em meio eletrônico será aplicada somente na hipótese de substituição da entrega em meio convencional, cuja obrigatoriedade tenha sido prévia e especificamente estabelecida em resolução do CGSN. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 26, §§ 4°-B e 15)

§ 5° Em relação ao disposto no inciso II do § 1°: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 26, §§ 4°, 4°-A, inciso I, e 15) Acrescentado pela Resolução CGSN n° 125/2015 (DOU de 09.12.2015), efeitos a partir de 09.12.2015

I - a prestação de informações por meio do Sistema Público de Escrituração Digital (Sped) somente pode ser exigida quando: Acrescentado pela Resolução CGSN n° 125/2015 (DOU de 09.12.2015), efeitos a partir de 09.12.2015

a) referir-se a estabelecimento de EPP que tenha ultrapassado o sublimite vigente no Estado ou Distrito Federal; ou Alterado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018 Redação Anterior

b) em perfil específico que não exija a apuração de tributos. Acrescentado pela Resolução CGSN n° 125/2015 (DOU de 09.12.2015), efeitos a partir de 09.12.2015

II - o Município que tenha adotado Nota Fiscal Eletrônica de Serviços deverá adotar medidas que visem à revogação das declarações eletrônicas de serviços prestados, em face do disposto no § 10 do art. 26 da Lei Complementar n° 123, de 2006. Acrescentado pela Resolução CGSN n° 125/2015 (DOU de 09.12.2015), efeitos a partir de 09.12.2015

Art. 61-B. Os Estados, Distrito Federal e Municípios poderão exigir a escrituração fiscal digital ou obrigação equivalente para a microempresa ou empresa de pequeno porte optante pelo Simples Nacional, desde que: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 26, § 15) Acrescentado pela Resolução CGSN n° 125/2015 (DOU de 09.12.2015), efeitos a partir de 09.12.2015

I - as informações eletrônicas sejam pré-escrituradas ao contribuinte para que este complemente com prestação de informações de: Acrescentado pela Resolução CGSN n° 125/2015 (DOU de 09.12.2015), efeitos a partir de 09.12.2015

a) documentos fiscais não eletrônicos; Acrescentado pela Resolução CGSN n° 125/2015 (DOU de 09.12.2015), efeitos a partir de 09.12.2015

b) classificação fiscal de documentos fiscais eletrônicos de entrada; Acrescentado pela Resolução CGSN n° 125/2015 (DOU de 09.12.2015), efeitos a partir de 09.12.2015

c) confirmação de serviços tomados; Acrescentado pela Resolução CGSN n° 125/2015 (DOU de 09.12.2015), efeitos a partir de 09.12.2015

II - a obrigação seja cumprida: Acrescentado pela Resolução CGSN n° 125/2015 (DOU de 09.12.2015), efeitos a partir de 09.12.2015

a) mediante aplicativo gratuito, com link disponível no Portal do Simples Nacional; Acrescentado pela Resolução CGSN n° 125/2015 (DOU de 09.12.2015), efeitos a partir de 09.12.2015

b) com dispensa do uso de certificação digital, salvo nas hipóteses do art. 72, casos em que poderá ser exigido. Acrescentado pela Resolução CGSN n° 125/2015 (DOU de 09.12.2015), efeitos a partir de 09.12.2015

§ 1° A exigência prevista no caput não se aplicará às informações relativas a documentos fiscais: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 26, §§ 4° e 15) Acrescentado pela Resolução CGSN n° 125/2015 (DOU de 09.12.2015), efeitos a partir de 09.12.2015

I - não eletrônicos de que trata o inciso I do caput, cujos dados sejam transmitidos à Administração Tributária do ente federado de localização do emitente em face de programas de cidadania fiscal; Acrescentado pela Resolução CGSN n° 125/2015 (DOU de 09.12.2015), efeitos a partir de 09.12.2015

II - de entrada e de serviços tomados, quando a classificação ou a confirmação de que tratam as alíneas "b" e "c" do inciso I do caput forem efetuadas em sistema que possibilite a recepção eletrônica do documento, na forma estabelecida pela Administração Tributária do ente federado de localização do adquirente ou tomador. Acrescentado pela Resolução CGSN n° 125/2015 (DOU de 09.12.2015), efeitos a partir de 09.12.2015

§ 2° A carga ou confirmação de documentos fiscais eletrônicos de saída ou prestação de serviços não poderá ser solicitada, salvo quando em caráter facultativo. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 26, § 15) Acrescentado pela Resolução CGSN n° 125/2015 (DOU de 09.12.2015), efeitos a partir de 09.12.2015

§ 3° O disposto neste artigo abrange qualquer modalidade de escrituração fiscal digital, livros eletrônicos de entrada e saída, bem como declaração eletrônica de prestação ou tomada de serviços. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 26, §§ 4°-A, 5° e 15) Acrescentado pela Resolução CGSN n° 125/2015 (DOU de 09.12.2015), efeitos a partir de 09.12.2015

§ 4° A exigência de prestação de dados por meio de escrituração fiscal digital em qualquer modalidade que não atenda ao disposto neste artigo não poderá ter caráter obrigatório para a ME ou EPP optante pelo Simples Nacional, exceto quando ultrapassado o sublimite vigente no Estado ou Distrito Federal. Alterado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018 Redação Anterior

§ 5° O disposto neste artigo aplica-se às obrigações exigíveis a partir de 1° de abril de 2014. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 26, § 15) Acrescentado pela Resolução CGSN n° 125/2015 (DOU de 09.12.2015), efeitos a partir de 09.12.2015

Art. 62. Os documentos fiscais relativos a operações ou prestações realizadas ou recebidas, bem como os livros fiscais e contábeis, deverão ser mantidos em boa guarda, ordem e conservação enquanto não decorrido o prazo decadencial e não prescritas eventuais ações que lhes sejam pertinentes. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 26, inciso II)

Art. 63. Os livros e documentos fiscais previstos nesta Resolução serão emitidos e escriturados nos termos da legislação do ente tributante da circunscrição do contribuinte, com observância do disposto nos Convênios e Ajustes Sinief que tratam da matéria, especialmente os Convênios Sinief s/n, de 15 de dezembro de 1970, e n° 6, de 21 de fevereiro de 1989, bem como o Ajuste Sinief n° 7, de 30 de setembro de 2005 (NF-e), observado o disposto no art. 61-A. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 26, inciso I; art. 26, §§ 4°, 4°-A, 4°-B, 4°-C, 10 e 11) Alterado pela Resolução CGSN n° 115/2014 (DOU de 08.09.2014) efeitos a partir de 08.09.2014 Redação Anterior

Parágrafo único. O disposto no caput não se aplica aos livros e documentos fiscais relativos ao ISS. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 26, inciso I)

Art. 64. Será considerado inidôneo o documento fiscal utilizado pela ME ou EPP optante pelo Simples Nacional em desacordo com o disposto nesta Resolução. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 26, inciso I)

Art. 64-A. O ato de emissão ou de recepção de documento fiscal por meio eletrônico estabelecido pelas administrações tributárias, em qualquer modalidade, de entrada, de saída ou de prestação, representa sua própria escrituração fiscal e elemento suficiente para a fundamentação e a constituição do crédito tributário, ressalvado o disposto no inciso II do § 1° do art. 61-A. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 26, §§ 10 e 15) Acrescentado pela Resolução CGSN n° 115/2014 (DOU de 08.09.2014) efeitos a partir de 08.09.2014

Parágrafo único. Considera-se recepção de documento fiscal o ato de validação ou confirmação eletrônica praticado pelo contribuinte na forma estipulada pela respectiva legislação tributária. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 26, §§ 10 e 15)

Art. 64-B. Os dados dos documentos fiscais de qualquer espécie podem ser compartilhados entre as administrações tributárias da União, Estados, Distrito Federal e Municípios e, quando emitidos por meio eletrônico, a ME ou EPP optante pelo Simples Nacional fica desobrigada de transmitir seus dados às referidas administrações tributárias, ressalvado o disposto no inciso II do § 1° do art. 61-A. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 26, §§ 11 e 15) Acrescentado pela Resolução CGSN n° 115/2014 (DOU de 08.09.2014) efeitos a partir de 08.09.2014

Art. 65. A ME ou EPP optante pelo Simples Nacional poderá, opcionalmente, adotar contabilidade simplificada para os registros e controles das operações realizadas, atendendo-se às disposições previstas no Código Civil e nas Normas Brasileiras de Contabilidade editadas pelo Conselho Federal de Contabilidade. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 27)

Parágrafo único. Aplica-se a dispensa prevista no § 2° do art. 1.179 da Lei n° 10.406, de 10 de janeiro de 2002, ao empresário individual com receita bruta anual de até R$ 81.000,00 (oitenta e um mil reais). (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 68) Alterado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018 Redação Anterior

Subseção II
Das Declarações

Art. 66. A ME ou EPP optante pelo Simples Nacional apresentará a Declaração de Informações Socioeconômicas e Fiscais (DEFIS). (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 25, caput)

§ 1° A DEFIS será entregue à RFB por meio de módulo do aplicativo PGDAS-D, até 31 de março do ano-calendário subsequente ao da ocorrência dos fatos geradores dos tributos previstos no Simples Nacional. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18, § 15-A; art. 25, caput)

§ 2° Nas hipóteses em que a ME ou EPP tenha sido incorporada, cindida, total ou parcialmente, extinta ou fundida, a DEFIS  relativa à situação especial deverá ser entregue: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 25,caput)

I - o último dia do mês de junho, quando o evento ocorrer no primeiro quadrimestre do ano-calendário;

II - o último dia do mês subsequente ao do evento, nos demais casos.

§ 3° Em relação ao ano-calendário de exclusão da ME ou da EPP do Simples Nacional, esta deverá entregar a DEFIS abrangendo os fatos geradores ocorridos no período em que esteve na condição de optante, no prazo estabelecido no § 1°. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 25, caput)

§ 4° A DEFIS poderá ser retificada independentemente de prévia autorização da administração tributária e terá a mesma natureza da declaração originariamente apresentada, observado o disposto no parágrafo único do art. 138 do CTN. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 25, caput)

§ 5° As informações prestadas pelo contribuinte na DEFIS serão compartilhadas entre a RFB e os órgãos de fiscalização tributária dos Estados, Distrito Federal e Municípios. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 25, caput)

§ 6° A exigência da DEFIS não desobriga a prestação de informações relativas a terceiros. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 26, § 3°)

§ 7° Na hipótese de a ME ou EPP permanecer inativa durante todo o ano-calendário, informará esta condição na DEFIS. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 25, § 2°)

§ 8° Para efeito do disposto no § 7°, considera-se em situação de inatividade a ME ou EPP que não apresente mutação patrimonial e atividade operacional durante todo o ano-calendário. (Lei Complementar  n° 123, de 2006, art. 25, § 3°)

§ 9° As informações socioeconômicas e fiscais de que trata o caput, relativamente ao ano-calendário 2011, deverão ser prestadas à RFB por meio da Declaração Única e Simplificada de Informações Socioeconômicas e Fiscais (DASN), por meio da internet, até 20 de abril de 2012. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 25, caput) Alterado pela Resolução CGSN n° 099 / 2012 (DOU de 17.04.2012) vigência a partir de 17.04.2012  Redação Anterior

§ 10. Fica mantida a obrigatoriedade de entrega da DASN de que trata o § 9° relativa aos anos-calendários 2007 a 2010, observados, para efeito de aplicação de penalidades, os prazos anteriormente fixados em atos do CGSN.

§ 11. Nas hipóteses em que a ME ou EPP tenha sido incorporada, cindida, total ou parcialmente, extinta ou fundida, até o ano-calendário 2011, a DASN relativa à situação especial deverá ser entregue até: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 25, caput)

I - o último dia do mês de junho, quando o evento ocorrer no primeiro quadrimestre do ano-calendário;

II - o último dia do mês subsequente ao do evento, nos demais casos.

§ 12. A DASN constitui confissão de dívida e instrumento hábil e suficiente para a exigência dos tributos que não tenham sido recolhidos resultantes das informações nela prestadas. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 25, § 1°)

§ 13. Aplica-se à DASN o disposto nos §§ 2°, 3° e 5° a 8° e no art. 37-A. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 25, caput) Alterado pela Resolução CGSN n° 098/2012 (DOU de 19.03.2012) vigência a partir de 19.03.2012 Redação Anterior

Art. 67. Relativamente aos tributos devidos, não abrangidos pelo Simples Nacional, nos termos do art. 5°, a ME ou EPP optante pelo Simples Nacional deverá observar a legislação dos respectivos entes federados quanto à prestação de informações e entrega de declarações. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 13, § 1°)

Art. 68. A ME ou EPP optante pelo Simples Nacional fica obrigada à entrega da Declaração Eletrônica de Serviços, quando exigida pelo Município, que servirá para a escrituração mensal de todos os documentos fiscais emitidos e documentos recebidos referentes aos serviços prestados, tomados ou intermediados de terceiros, observado o disposto no inciso II do § 5° do art. 61-A. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 26, § 5°) Alterado pela Resolução CGSN n° 125/2015 (DOU de 09.12.2015), efeitos a partir de 09.12.2015 Redação Anterior

Art. 69. A declaração a que se refere o art. 68 substitui os livros referidos nos incisos IV e V do art. 61, e será apresentada ao Município ou ao Distrito Federal pelo prestador, pelo tomador, ou por ambos, observado o disposto na legislação de sua circunscrição fiscal. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 26, § 5°)

Art. 69-A. O Estado ou o Distrito Federal poderá obrigar a ME ou EPP optante pelo Simples Nacional, quando responsável pelo recolhimento do ICMS de que tratam as alíneas "a", "g" e "h" do inciso X do art. 5°, a entregar, para os fatos geradores ocorridos a partir de 1° de janeiro de 2016, declaração eletrônica para prestação de informações relativas ao ICMS devido por substituição tributária, recolhimento antecipado e diferencial de alíquotas, por meio de aplicativo único, gratuito e acessível por link disponível no Portal do Simples Nacional, na forma disciplinada pelo CONFAZ, observado o disposto no inciso III do art. 72. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 26, §§ 4°, 12 e 15) Acrescentado pela Resolução CGSN n° 123/2015 (DOU de 15.10.2015), efeitos a partir de 15.10.2015

§ 1° A declaração de que trata o caput substituirá, para os fatos geradores ocorridos a partir de 1° de janeiro de 2016, as exigidas pelos Estados e Distrito Federal. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 26, §§ 4°, 12 e 15) Acrescentado pela Resolução CGSN n° 123/2015 (DOU de 15.10.2015), efeitos a partir de 15.10.2015

§ 2° Os fatos geradores ocorridos até 31 de dezembro de 2015 continuarão a ser declarados observando-se a disciplina estabelecida pelos referidos entes. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 26, §§ 4°, 12 e 15) Acrescentado pela Resolução CGSN n° 123/2015 (DOU de 15.10.2015), efeitos a partir de 15.10.2015

Subseção III
Do Registro dos Valores a Receber no Regime de Caixa

Art. 70. A optante pelo Regime de Caixa deverá manter registro dos valores a receber, no modelo constante do Anexo XI, no qual constarão, no mínimo, as seguintes informações, relativas a cada prestação de serviço ou operação com mercadorias a prazo: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 2°, inciso I e § 6°; art. 18, § 3°; art. 26, § 4°)

I - número e data de emissão de cada documento fiscal;

II - valor da operação ou prestação;

III - quantidade e valor de cada parcela, bem como a data dos respectivos vencimentos;

IV - a data de recebimento e o valor recebido;

V - saldo a receber;

VI - créditos considerados não mais cobráveis.

§ 1° Na hipótese de haver mais de um documento fiscal referente a uma mesma prestação de serviço ou operação com mercadoria, estes deverão ser registrados conjuntamente. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 2°, inciso I e § 6°; art. 18, § 3°; art. 26, § 4°)

§ 2° A adoção do Regime de Caixa pela ME ou EPP não a desobriga de manter em boa ordem e guarda os documentos e livros previstos nesta Resolução, inclusive com a discriminação completa de toda a sua movimentação financeira e bancária, constante do Livro Caixa, observado o disposto no § 3° do art. 61. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 2°, inciso I e § 6°; art. 18, § 3°; art. 26, inciso II e § 4°) Alterado pela Resolução CGSN n° 121/2015 (DOU de 14.04.2015), efeitos a partir de 14.04.2015 Redação Anterior

§ 3° Fica dispensado o registro na forma deste artigo em relação às prestações e operações realizadas por meio de administradoras de cartões, inclusive de crédito, desde que a ME ou EPP anexe ao respectivo registro os extratos emitidos pelas administradoras  relativos às vendas e aos créditos respectivos. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 2°, inciso I e § 6°; art. 18, § 3°; art. 26, § 4°)

§ 4° Aplica-se o disposto neste artigo para os valores decorrentes das prestações e operações realizadas por meio de cheques: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 2°, inciso I e § 6°; art. 18, § 3°; art. 26, § 4°)

I - quando emitidos para apresentação futura, mesmo quando houver parcela à vista;

II - quando emitidos para quitação da venda total, na ocorrência de cheques não honrados;

III - não liquidados no próprio mês.

§ 5° A ME ou EPP deverá apresentar à administração tributária, quando solicitados, os documentos que comprovem a efetiva cobrança dos créditos considerados não mais cobráveis. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 2°, inciso I e § 6°; art. 18, § 3°; art. 26, § 4°)

§ 6° São considerados meios de cobrança: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18, § 3°; art. 26, § 4°)

I - notificação extrajudicial;

II - protesto;

III - cobrança judicial;

IV - registro do débito em cadastro de proteção ao crédito.

Art. 71. Na hipótese de descumprimento do disposto no art. 70, será desconsiderada, de ofício, a opção pelo Regime de Caixa, para os anos-calendário correspondentes ao período em que tenha ocorrido o descumprimento. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 2°, inciso I e § 6°; art. 18, § 3°; art. 26, § 4°)

Parágrafo único. Na hipótese do caput, os tributos abrangidos pelo Simples Nacional deverão ser recalculados pelo Regime de Competência, sem prejuízo dos acréscimos legais correspondentes. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 2°, inciso I e § 6°; art. 18, § 3°; art. 26, § 4°)

Subseção IV
Da Certificação Digital para a ME e EPP

Art. 72. A ME ou EPP optante pelo Simples Nacional poderá ser obrigada ao uso de certificação digital para cumprimento das seguintes obrigações: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 26, § 7°)

I - entrega da Guia de Recolhimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço e Informações à Previdência Social - GFIP, bem como o recolhimento do FGTS, ou de declarações relativas ao Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas (eSocial): Alterado pela Resolução CGSN n° 122/2015 (DOU de 01.09.2015), efeitos a partir de 01.09.2015 Redação Anterior

a) até 31 de dezembro de 2015, para empresas com mais de 10 (dez) empregados;

b) a partir de 1° de janeiro de 2016, para empresas com mais de 8 (oito) empregados;

c) a partir de 1° de julho de 2016, para empresas com mais de 5 (cinco) empregados;

d) a partir de 1° de janeiro de 2017, para empresas com mais de 3 (três) empregados; Acrescentado pela Resolução CGSN n° 125/2015 (DOU de 09.12.2015), efeitos a partir de 09.12.2015

e) a partir de 1° de julho de 2018, para empresas com empregado; Acrescentado pela Resolução CGSN n° 137/2017 (DOU de 06.12.2017), efeitos a partir de 01.01.2018

II - emissão de documento fiscal eletrônico, quando a obrigatoriedade estiver prevista em norma do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) ou na legislação municipal; Alterado pela Resolução CGSN n° 122/2015 (DOU de 01.09.2015), efeitos a partir de 01.09.2015 Redação Anterior

III - prestação de informações relativas ao ICMS de que trata o § 12 do art. 26 da Lei Complementar n° 123, de 2006, desde que a ME ou EPP esteja obrigada ao uso de documento fiscal eletrônico na forma do inciso II. Acrescentado pela Resolução CGSN n° 122/2015 (DOU de 01.09.2015), efeitos a partir de 01.09.2015

§ 1° Poderá ser exigida a utilização de códigos de acesso para cumprimento das obrigações não previstas nos incisos do caput. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 2°, inciso I e § 6°; art. 26, § 7°)

§ 2° Revogado pela Resolução CGSN n° 122/2015 (DOU de 01.09.2015), efeitos a partir de 01.09.2015 Redação Anterior

§ 3° A partir de 1° de julho de 2018 a empresa poderá cumprir com as obrigações relativas ao eSocial com utilização de código de acesso apenas na modalidade online e desde que tenha até 1 (um) empregado. Acrescentado pela Resolução CGSN n° 137/2017 (DOU de 06.12.2017), efeitos a partir de 01.01.2018

Subseção V
Dos Equipamentos Contadores de Produção
Acrescentado pela Resolução CGSN n° 115/2014 (DOU de 08.09.2014) efeitos a partir de
01.01.2015

Art. 72-A. A ME ou EPP envasadora de bebidas optante pelo Simples Nacional é obrigada a instalar equipamentos de contadores de produção, que possibilitem, ainda, a identificação do tipo de produto, de embalagem e sua marca comercial, além de outros instrumentos de controle, na forma disciplinada pela RFB. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 17, § 5°; art. 26, §§ 4° e 15) Alterado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018 Redação Anterior

Seção IX
Da Exclusão

Subseção I
Da Exclusão por Comunicação

Art. 73. A exclusão do Simples Nacional, mediante comunicação da ME ou da EPP à RFB, em aplicativo disponibilizado no Portal do Simples Nacional, dar-se-á: Alterado pela Resolução CGSN n° 117/2014 (DOU de 05.12.2014) efeitos a partir de 01.01.2015 Redação Anterior

I - por opção, a qualquer tempo, produzindo efeitos: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 30, inciso I e art. 31, inciso I e § 4°)

a) a partir de 1° de janeiro do ano-calendário, se comunicada no próprio mês de janeiro;

b) a partir de 1° de janeiro do ano-calendário subsequente, se comunicada nos demais meses;

II - obrigatoriamente, quando:

a) a receita bruta acumulada ultrapassar um dos limites previstos  o § 1° do art. 2°, hipótese em que a exclusão deverá ser comunicada:

1. até o último dia útil do mês subsequente à ultrapassagem em mais de 20% (vinte por cento) de um dos limites previstos no § 1° do art. 2°, produzindo efeitos a partir do mês subsequente ao do excesso; (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 30, inciso IV, § 1°, inciso IV; art. 31, inciso V, alínea "a")

2. até o último dia útil do mês de janeiro do ano-calendário subsequente, na hipótese de não ter ultrapassado em mais de 20% (vinte por cento) um dos limites previstos no § 1° do art. 2°, produzindo efeitos a partir do ano-calendário subsequente ao do excesso; (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 30, inciso IV, § 1°, inciso IV; art. 31, inciso V, alínea "b")

b) a receita bruta acumulada, no ano-calendário de início de  atividade, ultrapassar um dos limites previstos no caput do art. 3°, hipótese em que a exclusão deverá ser comunicada:

1. até o último dia útil do mês subsequente à ultrapassagem em mais de 20% (vinte por cento) de um dos limites previstos no art. 3°, produzindo efeitos retroativamente ao início de atividades; (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 30, inciso III, § 1°, inciso III, alínea "a"; art. 31, inciso III, alínea "a")

2. até o último dia útil do mês de janeiro do ano-calendário subsequente, na hipótese de não ter ultrapassado em mais de 20% (vinte por cento) um dos limites previstos no art. 3°, produzindo efeitos a partir de 1° de janeiro do ano-calendário subsequente; (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 30, inciso III, § 1°, inciso III, alínea "b"; art. 31, inciso III, alínea "b")

c) incorrer nas hipóteses de vedação previstas nos incisos II a XIV e XVI a XXVII do art. 15, hipótese em que a exclusão: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 30, inciso II) Alterado pela Resolução CGSN n° 115/2014 (DOU de 08.09.2014) efeitos a partir de 08.09.2014 Redação Anterior

1. deverá ser comunicada até o último dia útil do mês subsequente ao da ocorrência da situação de vedação; (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 30, § 1°, inciso II)

2. produzirá efeitos a partir do primeiro dia do mês seguinte ao da ocorrência da situação de vedação; (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 31, inciso II)

d) possuir débito com o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), ou com as Fazendas Públicas Federal, Estadual ou Municipal, cuja exigibilidade não esteja suspensa, hipótese em que a exclusão:  (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 17, inciso V; art. 30, inciso II)

1. deverá ser comunicada até o último dia útil do mês subsequente ao da situação de vedação; (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 30, § 1°, inciso II)

2. produzirá efeitos a partir do ano-calendário subsequente ao da comunicação; (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 31, inciso IV)

e) Revogado pela Resolução CGSN n° 100/2012 (DOU de 03.07.2012), vigência a partir de 03.07.2012 Redação Anterior

f) for constatado que, quando do ingresso no Simples Nacional, a ME ou EPP incorria em alguma das hipóteses de vedação previstas no art. 15, hipótese em que a exclusão produzirá efeitos desde a data da opção. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 2°, inciso I e § 6°; art. 16, caput) Acrescentado pela Resolução CGSN n° 133/2017 (DOU de 16.06.2017), efeitos a partir de 16.06.2017

§ 1° Revogado pela Resolução CGSN n° 117/2014 (DOU de 05.12.2014) efeitos a partir de 01.01.2015 Redação Anterior

§ 2° Na hipótese prevista na alínea "c" do inciso II do caput, deverão ser consideradas as disposições específicas relativas ao MEI, quando se tratar de ausência de inscrição ou de irregularidade em cadastro fiscal federal, municipal ou estadual, quando exigível. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 17, § 4°) Alterado pela Resolução CSGN n° 104 / 2012 (DOU de 18.12.2012) , efeitos a partir de 18.12.2012 Redação Anterior

Art. 74. A alteração de dados no CNPJ, informada pela ME ou EPP à RFB, equivalerá à comunicação obrigatória de exclusão do Simples Nacional nas seguintes hipóteses: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 30, § 3°)

I - alteração de natureza jurídica para Sociedade Anônima, Sociedade Empresária em Comandita por Ações, Sociedade em Conta de Participação ou Estabelecimento, no Brasil, de Sociedade Estrangeira;

II - inclusão de atividade econômica vedada à opção pelo Simples Nacional;

III - inclusão de sócio pessoa jurídica;

IV - inclusão de sócio domiciliado no exterior;

V - cisão parcial; ou

VI - extinção da empresa.

Parágrafo único. A exclusão de que trata o caput produzirá efeitos: Alterado pela Resolução CGSN n° 111/2013 (DOU de 13.12.2013) efeitos a partir de 13.12.2013 Redação Anterior

I - a partir do primeiro dia do mês seguinte ao da ocorrência da situação de vedação, nas hipóteses previstas nos incisos I a V do caput; e (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 31, inciso II);

II - a partir da data da extinção da empresa, na hipótese prevista no inciso VI do caput. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 2°, inciso I e § 6°)

Subseção II
Da Exclusão de Ofício

Art. 75. A competência para excluir de ofício a ME ou EPP do Simples Nacional é: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 29, § 5°; art. 33)

I - da RFB;

II - das Secretarias de Fazenda, de Tributação ou de Finanças do Estado ou do Distrito Federal, segundo a localização do estabelecimento; e

III - dos Municípios, tratando-se de prestação de serviços incluídos na sua competência tributária.

§ 1° Será expedido termo de exclusão do Simples Nacional pelo ente federado que iniciar o processo de exclusão de ofício. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 29, § 3°)

§ 2° Será dada ciência do termo de exclusão à ME ou à EPP pelo ente federado que tenha iniciado o processo de exclusão, segundo a sua respectiva legislação, observado o disposto no art. 110. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 16, § 1°-A a 1°-D; art. 29, §§ 3° e 6°)

§ 3° Na hipótese de a ME ou EPP, dentro do prazo estabelecido pela legislação do ente federado que iniciou o processo, impugnar o termo de exclusão, este se tornará efetivo quando a decisão definitiva for desfavorável ao contribuinte, observando-se, quanto aos efeitos da exclusão, o disposto no art. 76. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 39, § 6°) Alterado pela Resolução CGSN n° 121/2015 (DOU de 14.04.2015), efeitos a partir de 14.04.2015 Redação Anterior

§ 4° Não havendo, dentro do prazo estabelecido pela legislação do ente federado que iniciou o processo, impugnação do termo de exclusão, este se tornará efetivo depois de vencido o respectivo prazo, observando-se, quanto aos efeitos da exclusão, o disposto no art. 76. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 29, § 3°; art. 39, § 6°) Alterado pela Resolução CGSN n° 121/2015 (DOU de 14.04.2015), efeitos a partir de 14.04.2015 Redação Anterior

§ 5° A exclusão de ofício será registrada no Portal do Simples Nacional na internet, pelo ente federado que a promoveu, após vencido o prazo de impugnação estabelecido pela legislação do ente federado que iniciou ao processo, sem sua interposição tempestiva, ou, caso interposto tempestivamente, após a decisão administrativa definitiva desfavorável à empresa, ficando os efeitos dessa exclusão, observado o disposto no art. 76, condicionados a esse registro. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 29, § 3°; art. 39, § 6°) Alterado pela Resolução CGSN n° 121/2015 (DOU de 14.04.2015), efeitos a partir de 14.04.2015 Redação Anterior

§ 6° Fica dispensado o registro previsto no § 5° para a exclusão retroativa de ofício efetuada após a baixa no CNPJ, ficando  os efeitos dessa exclusão condicionados à efetividade do termo de exclusão na forma prevista nos §§ 3° e 4°. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 29, § 3°)

§ 7° Ainda que a ME ou EPP exerça exclusivamente atividade não incluída na competência tributária municipal, se possuir débitos junto à Fazenda Pública Municipal, o Município poderá proceder à sua exclusão do Simples Nacional, observado o disposto no inciso VI do caput e no § 1°, ambos do art. 76. (Lei Complementar n° 123, art. 29, §§ 3° e ; art. 33, § 4°) Alterado pela Resolução CGSN n° 115/2014 (DOU de 08.09.2014) efeitos a partir de 08.09.2014 Redação Anterior

Subseção III
Dos Efeitos da Exclusão de Ofício

Art. 76. A exclusão de ofício da ME ou da EPP do Simples Nacional produzirá efeitos:

I - quando verificada a falta de comunicação de exclusão obrigatória, a partir das datas de efeitos previstas no inciso II do art. 73; (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 29, inciso I; art. 31, incisos II, III, IV, V e § 2°)

II - a partir do mês subsequente ao do descumprimento das obrigações de que trata o § 8° do art. 6°, quando se tratar de escritórios de serviços contábeis; (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18, § 22-C; art. 31, inciso II)

III - a partir da data dos efeitos da opção pelo Simples Nacional, nas hipóteses em que:

a) for constatado que, quando do ingresso no Simples Nacional, a ME ou EPP incorria em alguma das hipóteses de vedação previstas no art. 15; (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 2°, inciso I e § 6°; art. 16, caput)

b) for constatada declaração inverídica prestada nas hipóteses do § 4° do art. 6° e do inciso II do § 3° do art. 8°; (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 2°, inciso I e § 6°; art. 16, caput)

IV - a partir do próprio mês em que incorridas, impedindo nova opção pelo Simples Nacional pelos 3 (três) anos-calendário subsequentes, nas seguintes hipóteses: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 29, incisos II a XII e § 1°)

a) for oferecido embaraço à fiscalização, caracterizado pela negativa não justificada de exibição de livros e documentos a que estiverem obrigadas, bem como pelo não fornecimento de  informações sobre bens, movimentação financeira, negócio ou atividade que estiverem intimadas a apresentar, e nas demais hipóteses que autorizam a requisição de auxílio da força pública;

b) for oferecida resistência à fiscalização, caracterizada pela negativa de acesso ao estabelecimento, ao domicílio fiscal ou a qualquer outro local onde desenvolvam suas atividades ou se encontrem bens de sua propriedade;

c) a sua constituição ocorrer por interpostas pessoas;

d) tiver sido constatada prática reiterada de infração ao disposto na Lei Complementar n° 123, de 2006;

e) a ME ou EPP for declarada inapta, na forma da Lei n° 9.430, de 27 de dezembro de 1996, e alterações posteriores;

f) comercializar mercadorias objeto de contrabando ou descaminho;

g) for constatada: Alterado pela Resolução CGSN n° 131/2016 (DOU de 12.12.2016), efeitos a partir de 01.01.2017 Redação Anterior

1. a falta de ECD para a ME e EPP que receber aporte de capital na forma prevista nos arts. 61-A a 61-D da Lei Complementar n° 123, de 2006; ou Acrescentado pela Resolução CGSN n° 131/2016 (DOU de 12.12.2016), efeitos a partir de 01.01.2017

2. a falta de escrituração do Livro Caixa ou a existência de escrituração do Livro Caixa que não permita a identificação da movimentação financeira, inclusive bancária, para a ME e EPP que não receber o aporte de capital a que se refere o item 1; Acrescentado pela Resolução CGSN n° 131/2016 (DOU de 12.12.2016), efeitos a partir de 01.01.2017

h) for constatado que durante o ano-calendário o valor das despesas pagas supera em 20% (vinte por cento) o valor de ingressos de recursos no mesmo período, excluído o ano de início de atividade;

i) for constatado que durante o ano-calendário o valor das aquisições de mercadorias para comercialização ou industrialização, ressalvadas hipóteses justificadas de aumento de estoque, foi superior a 80% (oitenta por cento) dos ingressos de recursos no mesmo período, excluído o ano de início de atividade;

j) não emitir documento fiscal de venda ou prestação de serviço, de forma reiterada, observado o disposto nos arts. 57 a 59 e ressalvadas as prerrogativas do MEI nos termos da alínea "a" do inciso II do art. 97; Alterado pela Resolução CGSN n° 101/2012 (DOU de 21.09.2012), vigência a partir de 21.09.2012 Redação Anterior

k) omitir da folha de pagamento da empresa ou de documento de informações previsto pela legislação previdenciária, trabalhista ou tributária, segurado empregado, trabalhador avulso ou contribuinte individual que lhe preste serviço, de forma reiterada;

V - a partir do primeiro dia do mês seguinte ao da ocorrência, na hipótese de ausência ou irregularidade no cadastro fiscal federal, municipal ou, quando exigível, estadual; (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 17, inciso XVI; art. 31, inciso II Alterado pela Resolução CGSN n° 100/2012 (DOU de 03.07.2012), vigência a partir de 03.07.2012 Redação Anterior

VI - a partir do ano-calendário subsequente ao da ciência do termo de exclusão, na hipótese de possuir débito com o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), ou com as Fazendas Públicas Federal, Estadual ou Municipal, cuja exigibilidade não esteja suspensa. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 17, inciso V; art. 31, inciso IV Acrescentado pela Resolução CGSN n° 100/2012 (DOU de 03.07.2012), vigência a partir de 03.07.2012

§ 1° Na hipótese dos incisos V e VI do caput, a comprovação da regularização do débito ou do cadastro fiscal, no prazo de até 30 (trinta) dias contados da ciência da exclusão de ofício, possibilitará a permanência da ME ou da EPP como optante pelo Simples Nacional. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 31, § 2°) Alterado pela Resolução CGSN n° 100/2012 (DOU de 03.07.2012), vigência a partir de 03.07.2012 Redação Anterior

§ 2° O prazo de que trata o inciso IV do caput será elevado para 10 (dez) anos caso seja constatada a utilização de artifício, ardil ou qualquer outro meio fraudulento que induza ou mantenha a fiscalização em erro, com o fim de suprimir ou reduzir o pagamento de tributo apurável na forma do Simples Nacional. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 29, incisos II a XII e § 2°)

§ 3° A ME ou EPP excluída do Simples Nacional sujeitar-se-á, a partir do período em que se processarem os efeitos da exclusão, às normas de tributação aplicáveis às demais pessoas jurídicas. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 32, caput)

§ 4° Para efeito do disposto no § 3°, nas hipóteses do § 1° do art. 3°, a ME ou EPP excluída do Simples Nacional ficará sujeita ao pagamento da totalidade ou diferença dos respectivos tributos, devidos de conformidade com as normas gerais de incidência, acrescidos, tão-somente, de juros de mora, quando efetuado antes do início de procedimento de ofício, ressalvada a hipótese do § 2° do art. 3°. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 32, § 1°)

§ 5° Na hipótese das vedações de que tratam os incisos II a XIV, XVI a XXV e XXVII do art. 15, uma vez que o motivo da exclusão deixe de existir, havendo a exclusão retroativa de ofício no caso do inciso I do caput, o efeito desta dar-se-á a partir do mês seguinte ao da ocorrência da situação impeditiva, limitado, porém, ao último dia do ano-calendário em que a referida situação deixou de existir. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 31, § 5°) Alterado pela Resolução CGSN n° 115/2014 (DOU de 08.09.2014) efeitos a partir de 08.09.2015 Redação Anterior

§ 6° Considera-se prática reiterada, para fins do disposto nas alíneas "d", "j" e "k" do inciso IV do caput: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 29, § 9°)

I - a ocorrência, em dois ou mais períodos de apuração, consecutivos ou alternados, de idênticas infrações, inclusive de natureza acessória, verificada em relação aos últimos cinco anos- calendário, formalizadas por intermédio de auto de infração ou notificação de lançamento, em um ou mais procedimentos fiscais;

II - a segunda ocorrência de idênticas infrações, caso seja constatada a utilização de artifício, ardil ou qualquer outro meio fraudulento que induza ou mantenha a fiscalização em erro, com o fim  e suprimir ou reduzir o pagamento de tributo.

§ 7° Para fins do disposto no inciso IV do caput, consideram-se despesas pagas as decorrentes de desembolsos financeiros relativos ao curso das atividades da empresa, e inclui custos, salários e demais despesas operacionais e não operacionais. Acrescentado pela Resolução CGSN n° 100/2012 (DOU de 03.07.2012), vigência a partir de 03.07.2012

§ 8° Na hipótese do inciso I do § 6° deste artigo, quando constatada omissão de receitas ou sua segregação indevida, sem a verificação de outras hipóteses de exclusão, a administração tributária poderá, a seu critério, caracterizar a prática reiterada em procedimentos fiscais distintos." (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 28, parágrafo único; art. 29, § 9°) Acrescentado pela Resolução CGSN n° 137/2017 (DOU de 06.12.2017), efeitos a partir de 01.01.2018

Seção X
Da Fiscalização e das Infrações e Penalidades do Simples Nacional

Subseção I
Da Competência para Fiscalizar

Art. 77. A competência para fiscalizar o cumprimento das obrigações principais e acessórias relativas ao Simples Nacional é do órgão de administração tributária: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 33, caput)

I - do Município, desde que o contribuinte do ISS tenha estabelecimento em seu território ou quando se tratar das exceções de competência previstas no art. 3° da Lei Complementar n° 116, de 2003;

II - dos Estados ou do Distrito Federal, desde que a pessoa jurídica tenha estabelecimento em seu território;

III - da União, em qualquer hipótese.

§ 1° No exercício da competência de que trata o caput: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 33, §§ 1°-B e 1°-C) Alterado pela Resolução CGSN n° 117/2014 (DOU de 05.12.2014) efeitos a partir de 01.01.2015 Redação Anterior

I - a ação fiscal, após iniciada, poderá abranger todos os estabelecimentos da ME e da EPP, independentemente das atividades por eles exercidas, observado o disposto no § 2°;

II - as autoridades fiscais não ficarão limitadas à fiscalização dos tributos instituídos pelo próprio ente federado fiscalizador, estendendo-se sua competência a todos os tributos abrangidos pelo Simples Nacional.

§ 2° Na hipótese de realização, por órgão da administração tributária do Estado, do Distrito Federal ou do Município, de ação fiscal em contribuinte com estabelecimento fora do âmbito de competência do ente federado, este deverá comunicá-la à administração tributária do outro ente federado para que, havendo interesse, se integre à ação fiscal. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 33, § 4°)

§ 3° A comunicação de que trata o § 2° dar-se-á por meio do sistema eletrônico de que trata o art. 78, no prazo mínimo de 10 (dez) dias antes do início da ação fiscal. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 33, § 4°)

§ 4° As administrações tributárias estaduais poderão celebrar convênio com os Municípios de sua jurisdição para atribuir a estes a fiscalização a que se refere o caput. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 33, § 1°)

§ 5° Dispensa-se o convênio de que trata o § 4o na hipótese de ocorrência de prestação de serviços por estabelecimento localizado no Município, sujeita ao ISS. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 33, § 1°-A)

§ 6° A competência para fiscalizar de que trata este artigo poderá ser plenamente exercida pelos entes federados, de forma individual ou simultânea, inclusive de forma integrada, mesmo para períodos já fiscalizados. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 33, §§ 1°-B e 4°)

§ 7° Na hipótese de ação fiscal simultânea, a autoridade fiscal deverá tomar conhecimento das ações fiscais em andamento, de forma a evitar duplicidade de lançamentos referentes ao mesmo período e fato gerador. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 33, §§ 1°-B e 4°)

§ 8° Na hipótese do § 4° e de ação fiscal relativa a períodos já fiscalizados, a autoridade fiscal deverá tomar conhecimento das  ações já realizadas, dos valores já lançados e das informações contidas  no sistema eletrônico a que se refere o art. 78, observando-se as limitações práticas e legais dos procedimentos fiscalizatórios. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 33, §§ 1°-B e 4°)

§ 9° A seleção, o preparo e a programação da ação fiscal serão realizadas de acordo com os critérios e diretrizes das administrações tributárias de cada ente federado, no âmbito de suas respectivas competências. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 33, § 4°)

§ 10. É permitida a prestação de assistência mútua e a permuta de informações entre a RFB e as Fazendas Públicas dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, relativas às microempresas e às empresas de pequeno porte, para fins de planejamento ou de execução de procedimentos fiscais ou preparatórios. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 34, § 1°) Acrescentado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018

§ 11. Sem prejuízo de ação fiscal individual, as administrações tributárias poderão utilizar procedimento de notificação prévia visando à autorregularização, que não constituirá início de procedimento fiscal. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 34, § 3°) Acrescentado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018

§ 12. As notificações para regularização prévia poderão ser feitas por meio do Portal do Simples Nacional, facultada a utilização do DTE-SN de que trata o art. 110, estipulando-se prazo de regularização de até 90 (noventa) dias. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 34, § 3°) Acrescentado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018

Subseção II
Do Sistema Eletrônico Único de Fiscalização

Art. 78. As ações fiscais serão registradas no Sistema Único de Fiscalização, Lançamento e Contencioso (Sefisc), disponibilizado no Portal do Simples Nacional, com acesso pelos entes federados, devendo conter, no mínimo: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 33, § 4°)

I - data de início da fiscalização;

II - abrangência do período fiscalizado;

III - os estabelecimentos fiscalizados;

IV - informações sobre:

a) planejamento da ação fiscal, a critério de cada ente federado;

b) fato que caracterize embaraço ou resistência à fiscalização;

c) indício de que o contribuinte esteja praticando, em tese, crime contra a ordem tributária;

d) fato que implique hipótese de exclusão de ofício do Simples Nacional, nos termos do art. 75;

V - prazo de duração e eventuais prorrogações;

VI - resultado, inclusive com indicação do valor do crédito tributário apurado, quando houver;

VII - data de encerramento.

§ 1° A autoridade fiscal deverá registrar o início da ação fiscal no prazo de até 7 (sete) dias. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 33, § 4°)

§ 2° O Sefisc conterá relatório gerencial com informações das ações fiscais em determinado período. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 33, § 4°)

§ 3° O mesmo ente federado que abrir a ação fiscal deverá encerrá-la, observado o prazo previsto em sua respectiva legislação. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 33, § 4°)

Subseção III
Do Auto de Infração e Notificação Fiscal

Art. 79. Verificada infração à legislação tributária por ME ou EPP optante pelo Simples Nacional, deverá ser lavrado Auto de Infração e Notificação Fiscal (AINF), emitido por meio do Sefisc. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 33, §§ 3° e 4°)

§ 1° O AINF é o documento único de autuação, a ser utilizado por todos os entes federados, em relação ao inadimplemento da obrigação principal prevista na legislação do Simples Nacional. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 33, §§ 3° e 4°)

§ 2° No caso de descumprimento de obrigações acessórias deverão ser utilizados os documentos de autuação e lançamento fiscal específicos de cada ente federado, observado o disposto no § 5°. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 33, §§ 1°-D e ) Alterado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 28.08.2017 Redação Anterior

§ 3° A ação fiscal relativa ao Simples Nacional poderá ser realizada por estabelecimento, porém o AINF deverá ser lavrado sempre com o CNPJ da matriz, observado o disposto no art. 77. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 33, § 4°)

§ 4° Para a apuração do crédito tributário, deverão ser consideradas as receitas de todos os estabelecimentos da ME ou EPP, ainda que a ação fiscal seja realizada por estabelecimento. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 33, § 4°)

§ 5° A competência para autuação por descumprimento de obrigação acessória é privativa da administração tributária perante a qual a obrigação deveria ter sido cumprida. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 33, § 1°-D)

§ 6° A receita decorrente das autuações por descumprimento de obrigação acessória será destinada ao ente federado responsável pela autuação de que trata o § 5°, caso em que deverá ser utilizado o documento de arrecadação específico do referido ente que promover a autuação e lançamento fiscal, sujeitando-se o pagamento às normas previstas em sua respectiva legislação. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 33, § 1°-D; art. 41, § 5°, inciso IV)

§ 7° Não se exigirá o registro no Sefisc de lançamento fiscal que trate exclusivamente do disposto no § 5°.

§ 8° Os débitos relativos aos impostos e contribuições resultantes das informações prestadas na DASN ou no PGDAS-D encontram- se devidamente constituídos, não sendo cabível lançamento de ofício por parte das administrações tributárias federal, estaduais ou municipais. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18, § 15-A, inciso I; art. 25, § 1°; art. 41, § 4°)

Art. 80. O AINF será lavrado em 2 (duas) vias e deverá conter: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 33, § 4°)

I - data, hora e local da lavratura;

II - identificação do autuado;

III - identificação do responsável solidário, quando cabível;

IV - período autuado;

V - descrição do fato;

VI - o dispositivo legal infringido e a penalidade aplicável;

VII - a determinação da exigência e a intimação para cumpri-la ou impugná-la, no prazo fixado na legislação do ente federado;

VIII - demonstrativo de cálculo dos tributos e multas devidos;

IX - identificação do autuante;

X - hipóteses de redução de penalidades.

Parágrafo único. O documento de que trata o caput deverá contemplar todos os tributos abrangidos pelo Simples Nacional. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 33, §§ 1°-C e 4°)

Art. 80-A. Os documentos emitidos em procedimento fiscal podem ser entregues ao sujeito passivo: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 33, § 4°) Acrescentado pela Resolução CGSN n° 113/2014 (DOU de 31.03.2014) efeitos a partir de 31.03.2014.

I - somente em meio impresso;

II - mediante utilização do sistema de comunicação eletrônica previsto no art. 110, observado o disposto em seus §§ 3° e 4°; ou

III - em arquivos digitais, devendo, neste caso, ser entregues também em meio impresso:

a) os termos, as intimações, o relatório fiscal e a folha de rosto do AINF; ou

b) somente os termos e as intimações, desde que o relatório fiscal e a folha de rosto do AINF sejam assinados com certificado digital emitido no âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil) e possam ser validados em endereço eletrônico informado pelo autuante.

Parágrafo único. Nas hipóteses previstas no inciso III do caput: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 33, § 4°)

I - os documentos serão entregues ao sujeito passivo por meio de mídia não regravável; e

II - a entrega dos documentos será feita com o respectivo termo de encerramento e ciência do lançamento, no qual devem constar a descrição do conteúdo da mídia digital, o resumo do crédito tributário lançado e demais informações pertinentes ao encerramento.

Art. 81. O valor apurado no AINF deverá ser pago por meio do DAS, utilizando-se de aplicativo disponível no Portal do Simples Nacional. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 21, inciso I; art. 33, § 4°)

Subseção IV
Da Omissão de Receita

Art. 82. Aplicam-se à ME e à EPP optantes pelo Simples Nacional todas as presunções de omissão de receita existentes nas legislações de regência dos tributos incluídos no Simples Nacional. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 34)

§ 1° A existência de tributação prévia por estimativa, estabelecida em legislação do ente federado não desobrigará:

I - da apuração da base de cálculo real efetuada pelo contribuinte ou pelas administrações tributárias; (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18, caput e § 3°)

II - da emissão de documento fiscal previsto no art. 57, ressalvadas as prerrogativas do MEI, nos termos do inciso II do art. 97. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 26, inciso I e § 1°)

§ 2° Revogado pela Resolução CGSN n° 122/2015 (DOU de 01.09.2015), efeitos a partir de 01.09.2015 Redação Anterior

Art. 83. No caso em que a ME ou EPP optante pelo Simples Nacional exerça atividades incluídas no campo de incidência do ICMS e do ISS e seja apurada omissão de receita de que não se consiga identificar a origem, a autuação será feita utilizando a maior das alíquotas relativas à faixa de receita bruta de enquadramento do contribuinte, dentre as tabelas aplicáveis às respectivas atividades. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 39, § 2°)

§ 1° Na hipótese de as alíquotas das tabelas aplicáveis serem iguais, será utilizada a tabela que tiver a maior alíquota na última faixa, para definir a alíquota a que se refere o caput. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 2°, inciso I e § 6°; art. 39, § 2°)

§ 2° A parcela autuada que não seja correspondente aos tributos federais será rateada entre Estados, Distrito Federal e Municípios na proporção dos percentuais de ICMS e ISS relativos à faixa de receita bruta de enquadramento do contribuinte, dentre as tabelas aplicáveis. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 2°, inciso I e § 6°; art. 39, § 2°)

Subseção V
Das Infrações e Penalidades

Art. 84. Constitui infração, para os fins desta Resolução, toda ação ou omissão, voluntária ou involuntária, da ME ou da EPP optante que importe em inobservância das normas do Simples Nacional. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 2°, inciso I e § 6°; art. 33, § 4°)

Art. 85. Considera-se também ocorrida infração quando constatada: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 2°, inciso I e § 6°; art. 33, § 4°)

I - omissão de receitas;

II - diferença de base de cálculo;

III - insuficiência de recolhimento dos tributos do Simples Nacional.

Art. 86. Aplicam-se aos tributos devidos pela ME e pela EPP, optantes pelo Simples Nacional, as normas relativas aos juros e multa de mora e de ofício previstas para o imposto de renda, inclusive, quando for o caso, em relação ao ICMS e ao ISS. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 35)

Art. 87. O descumprimento de obrigação principal devida no âmbito do Simples Nacional sujeita o infrator às seguintes multas: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 35)

I - 75% (setenta e cinco por cento) sobre a totalidade ou diferença do tributo, no caso de falta de pagamento ou recolhimento; (Lei n° 9.430, de 1996, art. 44, inciso I)

II - 150% (cento e cinquenta por cento) sobre a totalidade ou diferença do tributo, no caso de falta de pagamento ou recolhimento, nas hipóteses previstas nos arts. 71 (sonegação), 72 (fraude) e 73 (conluio) da Lei n° 4.502, de 30 de novembro de 1964, independentemente de outras penalidades administrativas ou criminais cabíveis; (Lei n° 9.430, de 1996, art. 44, inciso I e § 1°)

III - 112,50% (cento e doze e meio por cento) sobre a totalidade ou diferença do tributo, no caso de falta de pagamento ou recolhimento, nas hipóteses de não atendimento pelo sujeito passivo, no prazo marcado, de intimação para prestar esclarecimentos ou para apresentar arquivos ou documentação técnica referentes aos sistemas eletrônicos de processamento de dados utilizados para registrar negócios e atividades econômicas ou financeiras, escriturar livros ou elaborar documentos de natureza contábil ou fiscal; (Lei n° 9.430, de 1996, art. 44, inciso I e § 2°)

IV - 225% (duzentos e vinte e cinco por cento) sobre a totalidade ou diferença do tributo, nos casos de falta de pagamento ou  recolhimento, nas hipóteses previstas nos arts. 71 (sonegação), 72 (fraude) e 73 (conluio) da Lei n° 4.502, de 1964, e caso se trate ainda de não atendimento pelo sujeito passivo, no prazo marcado, de intimação para prestar esclarecimentos ou para apresentar arquivos ou documentação técnica referentes aos sistemas eletrônicos de processamento de dados utilizados para registrar negócios e atividades econômicas ou financeiras, escriturar livros ou elaborar documentos de natureza contábil ou fiscal, independentemente de outras penalidades administrativas ou criminais cabíveis. (Lei n° 9.430, de 1996, art. 44, inciso I e §§ 1° e 2°)

Parágrafo único. Aplicam-se às multas de que tratam os incisos do caput deste artigo as seguintes reduções:

I - 50% (cinquenta por cento), na hipótese de o contribuinte  efetuar o pagamento do débito no prazo de 30 (trinta) dias contados da data em que tiver sido notificado do lançamento; (Lei n° 9.430, de 1996, art. 44, § 3°; Lei n° 8.218, de 29 de agosto de 1991, art. 6°, inciso I)

II - 30% (trinta por cento), na hipótese de o contribuinte efetuar o pagamento do débito no prazo de 30 (trinta) dias contados da data em que tiver sido notificado:

a) da decisão administrativa de primeira instância à impugnação tempestiva; (Lei n° 9.430, de 1996, art. 44, § 3°; Lei n° 8.218, de 1991, art. 6°, inciso III)

b) da decisão do recurso de ofício interposto por autoridade julgadora de primeira instância. (art. 44, § 3°, da Lei n° 9.430, de 1996, art. 44, § 3°; Lei n° 8.218, de 1991, art. 6°, § 1°)

Art. 88. A ME ou EPP que deixar de apresentar a DASN ou que a apresentar com incorreções ou omissões ou, ainda, que a apresentar fora do prazo fixado, será intimada a apresentá-la ou a prestar esclarecimentos, conforme o caso, no prazo estipulado pela autoridade fiscal, e sujeitar-se-á a multa: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 38)

I - de 2% (dois por cento) ao mês-calendário ou fração,  incidentes sobre o montante dos tributos informados na DASN, ainda que integralmente pago, no caso de falta de entrega da declaração ou entrega após o prazo, limitada a 20% (vinte por cento), observado o disposto no § 3° deste artigo;

II - de R$ 100,00 (cem reais) para cada grupo de 10 (dez) informações incorretas ou omitidas.

§ 1° Para efeito de aplicação da multa prevista no inciso I do caput, será considerado como termo inicial o dia seguinte ao término do prazo fixado para a entrega da declaração e como termo final a data da efetiva entrega ou, no caso de não apresentação, da lavratura do auto de infração. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 38, § 1°)

§ 2° Observado o disposto no § 3° deste artigo, as multas serão reduzidas: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 38, § 2°)

I - à metade, quando a declaração for apresentada após o prazo, mas antes de qualquer procedimento de ofício;

II - a 75% (setenta e cinco por cento), se houver a apresentação da declaração no prazo fixado em intimação.

§ 3° A multa mínima a ser aplicada será de R$ 200,00 (duzentos reais). (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 38, § 3°)

§ 4° Considerar-se-á não entregue a declaração que não atender às especificações técnicas estabelecidas pelo CGSN, observado que a ME ou EPP: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 38, §§ 4°  e 5°)

I - será intimada a apresentar nova declaração, no prazo de  10 (dez) dias, contados da ciência da intimação;

II - sujeitar-se-á à multa prevista no inciso I do caput deste artigo, observado o disposto nos §§ 1° a 3°.

Art. 89. A ME ou EPP que deixar de prestar mensalmente à RFB as informações no PGDAS-D, no prazo previsto no inciso II do § 2° do art. 37, ou que as prestar com incorreções ou omissões, será intimado a fazê-lo, no caso de não apresentação, ou a prestar esclarecimentos, nos demais casos, no prazo estipulado pela autoridade  fiscal, e sujeitar-se-á às seguintes multas, para cada mês de referência: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 38-A)

I - de 2% (dois por cento) ao mês-calendário ou fração, a partir do primeiro dia do quarto mês do ano subsequente à ocorrência dos fatos geradores, incidentes sobre o montante dos impostos e contribuições decorrentes das informações prestadas no PGDAS-D, ainda que integralmente pago, no caso de ausência de prestação de informações ou sua efetuação após o prazo, limitada a 20% (vinte por cento), observado o disposto no § 2° deste artigo; (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 38-A, inciso I)

II - de R$ 20,00 (vinte reais) para cada grupo de dez informações incorretas ou omitidas. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 38-A, inciso II)

§ 1° Para efeito de aplicação da multa prevista no inciso I do caput, será considerado como termo inicial o primeiro dia do quarto mês do ano subsequente à ocorrência dos fatos geradores e como termo final a data da efetiva prestação ou, no caso de não prestação, da lavratura do auto de infração. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 38-A, § 1°)

§ 2° A multa mínima a ser aplicada será de R$ 50,00 (cinquenta reais) para cada mês de referência. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 38-A, § 2°)

§ 3° Observado o disposto no § 2° deste artigo, as multas  serão reduzidas: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 38, § 2°; art. 38-A, § 3°)

I - à metade, quando a declaração for apresentada após o prazo, mas antes de qualquer procedimento de ofício;

II - a 75% (setenta e cinco por cento), se houver a apresentação da declaração no prazo fixado em intimação.

§ 4° Considerar-se-ão não prestadas as informações que não atenderem às especificações técnicas estabelecidas pelo CGSN, observado que a ME ou EPP: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 38, §§ 4° e 5°; art. 38-A, § 3°)

I - será intimada a prestar novas informações, no prazo de 10 (dez) dias, contados da ciência da intimação;

II - sujeitar-se-á à multa prevista no inciso I do caput deste artigo, observado o disposto nos §§ 1° a 3°.

Art. 90. A falta de comunicação, quando obrigatória, da exclusão da ME ou EPP do Simples Nacional, nos termos do art. 73, sujeitará a multa correspondente a 10% (dez por cento) do total dos tributos devidos de conformidade com o Simples Nacional no mês que anteceder o início dos efeitos da exclusão, não inferior a R$ 200,00 (duzentos reais), insusceptível de redução. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 36)

TÍTULO II
DO MICROEMPREENDEDOR INDIVIDUAL - MEI

CAPÍTULO I
DA DEFINIÇÃO

Art. 91. Considera-se Microempreendedor Individual (MEI) o empresário a que se refere o art. 966 da Lei n° 10.406, de 2002, ou o empreendedor que exerça as atividades de industrialização, comercialização e prestação de serviços no âmbito rural, optante pelo Simples Nacional, que tenha auferido receita bruta acumulada nos anos-calendário anterior e em curso de até R$ 81.000,00 (oitenta e um mil reais) e que: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18-A, § 1° e § 7°, inciso III) Alterado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018 Redação Anterior

I - exerça, de forma independente, tão-somente as ocupações constantes do Anexo XIII desta Resolução; (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18-A, §§ 4°-B e 17) Alterado pela Resolução CGSN n° 137/2017 (DOU de 06.12.2017), efeitos a partir de 01.01.2018 Redação Anterior

II - possua um único estabelecimento; (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18-A, § 4°, inciso II)

III - não participe de outra empresa como titular, sócio ou administrador; (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18-A, § 4°, inciso III)

IV - não contrate mais de um empregado, observado o disposto no art. 96. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18-C)

§ 1° No caso de início de atividade, o limite de que trata o caput será de R$ 6.750,00 (seis mil setecentos e cinquenta reais) multiplicados pelo número de meses compreendidos entre o mês de início de atividade e o final do respectivo ano-calendário, consideradas as frações de meses como um mês inteiro. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18-A, § 2°) Alterado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018 Redação Anterior

§ 2° Observadas as demais condições deste artigo, e para efeito do disposto no inciso I do caput, poderá enquadrar-se como MEI o empresário individual que exerça atividade de comercialização e processamento de produtos de natureza extrativista. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18-A, § 4°-A)

§ 3° Para fins deste Título, o tratamento diferenciado e favorecido previsto para o MEI aplica-se exclusivamente na vigência do período de enquadramento no sistema de recolhimento de que trata o art. 92, exceto na hipótese do inciso II do parágrafo único do art. 103. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18-A, § 14) Acrescentado pela Resolução CGSN n° 098/2012 (DOU de 19.03.2012) vigência a partir de 19.03.2012

§ 4° O MEI não pode guardar, cumulativamente, com o contratante do serviço, relação de pessoalidade, subordinação e habitualidade, sob pena de exclusão do Simples Nacional. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 3°, §4°, inciso XI; art. 18-A, § 24; art. 30, inciso II) Acrescentado pela Resolução CGSN n° 115/2014 (DOU de 08.09.2014) efeitos a partir de 08.09.2014

§ 5° O MEI é modalidade de microempresa (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 3°, inciso I; art. 18-E, § 3°) Acrescentado pela Resolução CGSN n° 115/2014 (DOU de 08.09.2014) efeitos a partir de 08.09.2014

§ 6° Será considerada como receita auferida pelo MEI que atue como profissional-parceiro de que trata a Lei n° 12.592, de 2012, a totalidade da cota-parte recebida do salão-parceiro. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18-A, § 14) Acrescentado pela Resolução CGSN n° 137/2017 (DOU de 06.12.2017), efeitos a partir de 01.01.2018

§ 7° O salão-parceiro de que trata a Lei n° 12.592, de 2012, não poderá ser MEI. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18-A, § 14; art. 25, § 4°; art. 26, §§ 1° e ) Acrescentado pela Resolução CGSN n° 137/2017 (DOU de 06.12.2017), efeitos a partir de 01.01.2018

§ 8° Entende-se como independente a ocupação exercida pelo titular do empreendimento, desde que este não guarde, cumulativamente, com o contratante do serviço, relação de pessoalidade, subordinação e habitualidade. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18-A, §§ 4°-B e 17) Acrescentado pela Resolução CGSN n° 137/2017 (DOU de 06.12.2017), efeitos a partir de 01.01.2018

CAPÍTULO II
DO SISTEMA DE RECOLHIMENTO EM VALORES FIXOS MENSAIS DOS TRIBUTOS ABRANGIDOS PELO SIMPLES NACIONAL - SIMEI

Seção I
Da Definição

Art. 92. O Sistema de Recolhimento em Valores Fixos Mensais dos Tributos abrangidos pelo Simples Nacional - SIMEI é a forma pela qual o MEI pagará, por meio do DAS, independentemente da receita bruta por ele auferida no mês, observados os limites previstos no art. 91, valor fixo mensal correspondente à soma das seguintes parcelas: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18- , § 3°, inciso V)

I - contribuição para a Seguridade Social relativa à pessoa do empresário, na qualidade de contribuinte individual, na forma prevista no § 2° do art. 21 da Lei n° 8.212, de 24 de julho de 1991, correspondente a:

a) até a competência abril de 2011: 11% (onze por cento) do limite mínimo mensal do salário de contribuição; (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18-A, § 3°, inciso V, alínea "a" e § 11)

b) a partir da competência maio de 2011: 5% (cinco por cento) do limite mínimo mensal do salário de contribuição; (Lei n° 8.212, de 24 de julho de 1991, art. 21, § 2°, inciso II, alínea "a"; Lei n° 12.470, de 31 de agosto de 2011, arts. 1° e 5°)

II - R$ 1,00 (um real), a título de ICMS, caso seja contribuinte desse imposto;

III - R$ 5,00 (cinco reais), a título de ISS, caso seja contribuinte desse imposto.

§ 1° A definição da parcela a ser paga a título de ICMS ou de ISS e sua destinação serão determinadas de acordo com os dados registrados no CNPJ, observando-se: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18-A, § 4°-B) Alterado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018 Redação Anterior

I - o enquadramento previsto no Anexo XIII;

II - os códigos CNAE e o endereço da empresa constantes do CNPJ na 1ª (primeira) geração do DAS relativo ao mês de início do enquadramento no SIMEI ou ao 1° (primeiro) mês de cada ano-calendário. Alterado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018 Redação Anterior

§ 2° A tabela constante do Anexo XIII aplica-se tão-somente no âmbito do SIMEI. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18-A, § 4°-B)

§ 3° Na hipótese de qualquer alteração do Anexo XIII, seus efeitos dar-se-ão a partir do ano-calendário subsequente, observadas as seguintes regras: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18- A, §§ 4°-B e 14)

I - se determinada ocupação passar a ser considerada permitida ao SIMEI, o contribuinte que a exerça poderá optar por esse sistema de recolhimento a partir do ano-calendário seguinte ao da alteração, desde que não incorra em nenhuma das vedações previstas neste Capítulo; Alterado pela Resolução CGSN n° 137/2017 (DOU de 06.12.2017), efeitos a partir de 01.01.2018 Redação Anterior

II - se determinada ocupação deixar de ser considerada permitida ao SIMEI, o contribuinte optante que a exerça efetuará o seu desenquadramento do referido sistema, com efeitos para o ano-calendário subsequente, observado o disposto no § 4°. Alterado pela Resolução CGSN n° 137/2017 (DOU de 06.12.2017), efeitos a partir de 01.01.2018 Redação Anterior

§ 4° O desenquadramento de ofício pelo exercício de ocupação não permitida poderá ser realizado com efeitos a partir do segundo exercício subsequente à supressão da referida ocupação do Anexo XIII. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18-A, § 14) Alterado pela Resolução CGSN n° 137/2017 (DOU de 06.12.2017), efeitos a partir de 01.01.2018 Redação Anterior

§ 5° Na hipótese prevista no § 4°, o valor a ser pago a título de ICMS ou de ISS será determinado de acordo com a última tabela de ocupações permitidas na qual ela conste. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18-A, § 14) Alterado pela Resolução CGSN n° 137/2017 (DOU de 06.12.2017), efeitos a partir de 01.01.2018 Redação Anterior

Seção II
Da opção pelo SIMEI

Art. 93. A opção pelo SIMEI: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18-A, caput e §§ 5° e 14)

I - será irretratável para todo o ano-calendário;

II - para a empresa já constituída, deverá ser realizada no mês de janeiro, até seu último dia útil, produzindo efeitos a partir do primeiro dia do ano-calendário da opção, em aplicativo disponibilizado no Portal do Simples Nacional, ressalvado o disposto no § 1°.

§ 1° Para as empresas em início de atividade, a realização da opção pelo Simples Nacional e enquadramento no SIMEI será simultânea à inscrição no CNPJ, observadas as condições previstas neste Capítulo, quando utilizado o registro simplificado de que trata o § 1° do art. 4° da Lei Complementar n° 123, de 2006, não se aplicando para esse efeito o disposto no art. 6°. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18-A, caput e §§ 5° e 14)

§ 2° Na opção pelo SIMEI, o MEI deverá declarar: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18-A, § 14)

I - que não se enquadra nas vedações para ingresso no SIMEI;

II - que se enquadra nos limites previstos no art. 91.

§ 3° Enquanto não vencido o prazo para solicitação da opção pelo SIMEI, de que trata o inciso II do caput, o contribuinte poderá: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18-A, § 14)

I - regularizar eventuais pendências impeditivas ao ingresso no SIMEI, sujeitando-se à rejeição da solicitação de opção caso não as regularize até o término desse prazo;

II - efetuar o cancelamento da solicitação de opção, salvo se já houver sido confirmada.

Art. 94. Na vigência da opção pelo SIMEI não se aplicam ao MEI:

I - valores fixos que tenham sido estabelecidos por Estado, Município ou Distrito Federal na forma do disposto no § 18 do art. 18 da Lei Complementar n° 123, de 2006; (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18-A, § 3°, inciso I)

II - reduções previstas no § 20 do art. 18 da Lei Complementar n° 123, de 2006, ou qualquer dedução na base de cálculo; (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18-A, § 3°, inciso II)

III - isenções específicas para as ME e EPP concedidas pelo Estado, Município ou Distrito Federal que abranja integralmente a faixa de receita bruta acumulada de até R$ 81.000,00 (oitenta e um mil reais); (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18-A, § 3°, inciso III) Alterado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018 Redação Anterior

IV - retenções de ISS sobre os serviços prestados; (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 21, § 4°, inciso IV)

V - atribuições da qualidade de substituto tributário. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18-A, § 14)

VI - reduções ou isenções de ICMS para produtos da cesta básica, estabelecidos por Estado ou Distrito Federal, em lei específica destinada às ME ou EPP optantes pelo Simples Nacional, na forma do disposto no § 20-B do art. 18 da Lei Complementar n° 123, de 2006. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18-A, § 3°, incisos II e III) Acrescentado pela Resolução CGSN n° 115/2014 (DOU de 08.09.2014) efeitos a partir de 08.09.2014

§ 1° A opção pelo SIMEI importa opção simultânea pelo recolhimento da contribuição para a Seguridade Social, relativa à pessoa do empresário, na qualidade de contribuinte individual, na forma prevista no inciso II do § 2° do art. 21 da Lei n° 8.212, de 1991. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18-A, § 3°, inciso IV)

§ 2° O MEI terá isenção dos tributos referidos nos incisos I a VI do caput do art. 13 da Lei Complementar n° 123, de 2006, observadas as disposições dos §§ 1° e 3° do mesmo artigo e ressalvada, quanto à contribuição patronal previdenciária, a hipótese de contratação de empregado prevista no art. 96. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18-A, § 3°, inciso VI e art. 18-C)

§ 3° Aplica-se ao MEI o disposto no § 4° do art. 55 e no § 2° do art. 94, ambos da Lei n° 8.213, de 1991, exceto se optar pela complementação da contribuição previdenciária a que se refere o § 3° do art. 21 da Lei n° 8.212, de 1991. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18-A, § 12)

§ 4° O recolhimento da complementação prevista no § 3° será disciplinado pela RFB. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18-A, §§ 12 e 14)

§ 5° A inadimplência do recolhimento da contribuição para a Seguridade Social relativa à pessoa do empresário, na qualidade de contribuinte individual, prevista no inciso I do art. 92, tem como consequência a não contagem da competência em atraso para fins de carência para obtenção dos benefícios previdenciários respectivos. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18-A, § 15)

Seção III
Do Documento de Arrecadação - DAS

Art. 95. Para o contribuinte optante pelo SIMEI, o Programa Gerador do DAS para o MEI - PGMEI possibilitará a emissão simultânea dos DAS, para todos os meses do ano-calendário. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18-A, § 14; art. 21, inciso I)

§ 1° A impressão de que trata o caput estará disponível a partir do início do ano-calendário ou do início de atividade do MEI. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18-A, § 14; art. 21, inciso I)

§ 2° O pagamento mensal deverá ser efetuado no prazo definido no art. 38, observado o disposto no caput do art. 92. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18-A, § 14; art. 21, inciso III)

Seção IV
Da Contratação de Empregado

Art. 96. O MEI poderá contratar um único empregado que receba exclusivamente 1 (um) salário mínimo previsto em lei federal ou estadual ou o piso salarial da categoria profissional, definido em lei federal ou por convenção coletiva da categoria. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18-C) Alterado pela Resolução CGSN n° 098/2012 (DOU de 19.03.2012) vigência a partir de 19.03.2012 Redação Anterior

§ 1° Na hipótese referida no caput, o MEI: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18-C, § 1°)

I - deverá reter e recolher a contribuição previdenciária relativa ao segurado a seu serviço na forma da lei, observados prazo e condições estabelecidos pela RFB;

II - fica obrigado a prestar informações relativas ao segurado a seu serviço, devendo cumprir o disposto no inciso IV do art. 32 da Lei n° 8.212, de 1991;

III - está sujeito ao recolhimento da CPP para a Seguridade Social, a cargo da pessoa jurídica, de que trata o art. 22 da Lei n° 8.212, de 1991, calculada à alíquota de 3% (três por cento) sobre o salário de contribuição previsto no caput.

§ 2° Para os casos de afastamento legal do único empregado do MEI, será permitida a contratação de outro empregado, inclusive por prazo determinado, até que cessem as condições do afastamento, na forma estabelecida pelo Ministério do Trabalho e Emprego. (Lei Complementar n° 123, de 2006. art. 18-C, § 2°)

§ 3° Não se inclui no limite de que trata o caput valores recebidos a título de horas extras e adicionais de insalubridade, periculosidade e por trabalho noturno, bem como os relacionados aos demais direitos constitucionais do trabalhador decorrentes da atividade laboral, inerentes à jornada ou condições do trabalho, e que incidem sobre o salário. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18-C) Acrescentado pela Resolução CGSN n° 098/2012 (DOU de 19.03.2012) vigência a partir de 19.03.2012

§ 4° A percepção de valores a título de gratificações, gorjetas, percentagens, abonos e demais remunerações de caráter variável implica o descumprimento do limite de que trata o caput. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18-C) Acrescentado pela Resolução CGSN n° 098/2012 (DOU de 19.03.2012) vigência a partir de 19.03.2012

CAPÍTULO III
DAS OBRIGAÇÕES ACESSÓRIAS

Seção I
Da Dispensa de Obrigações Acessórias

Art. 97. O MEI: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 26,  §§ 1° e 6°, inciso II)

I - fará a comprovação da receita bruta mediante apresentação do Relatório Mensal de Receitas Brutas de que trata o Anexo XII, que deverá ser preenchido até o dia 20 (vinte) do mês subsequente àquele em que houver sido auferida a receita bruta;

II - em relação ao documento fiscal previsto no art. 57, ficará:

a) dispensado da emissão:

1. nas operações com venda de mercadorias ou prestações de serviços para consumidor final pessoa física;

2. nas operações com mercadorias para destinatário inscrito no CNPJ, quando o destinatário emitir nota fiscal de entrada;

b) obrigado à sua emissão:

1. nas prestações de serviços para tomador inscrito no CNPJ;

2. nas operações com mercadorias para destinatário inscrito no CNPJ, quando o destinatário não emitir nota fiscal de entrada.

§ 1° O MEI fica dispensado da escrituração dos livros fiscais  e contábeis, da Declaração Eletrônica de Serviços e da emissão da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), ressalvada a possibilidade de emissão facultativa disponibilizada pelo ente federado. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 2°, inciso I e § 6°; art. 26, § 2°)

§ 2° Nas hipóteses dos incisos do caput:

I - deverão ser anexados ao Relatório Mensal de Receitas Brutas os documentos fiscais comprobatórios das entradas de mercadorias e serviços tomados referentes ao período, bem como os documentos fiscais relativos às operações ou prestações realizadas eventualmente emitidos; (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 26, § 6°, inciso I)

II - o documento fiscal de que trata o inciso II do caput atenderá aos requisitos: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 2°, inciso I e §6°; art. 26, §§1° e ) Alterado pela Resolução CGSN n° 115/2014 (DOU de 08.09.2014) efeitos a partir de 08.09.2014 Redação Anterior

a) do documento fiscal avulso, quando previsto na legislação do ente federado; Alterado pela Resolução CGSN n° 115/2014 (DOU de 08.09.2014) efeitos a partir de 08.09.2014 Redação Anterior

b) da autorização para impressão de documentos fiscais do ente federado da circunscrição do contribuinte.

c) do documento fiscal emitido diretamente por sistema nacional informatizado, com autorização eletrônica, sem custos para o MEI, quando houver sua disponibilização no Portal do Simples Nacional. Acrescentado pela Resolução CGSN n° 115/2014 (DOU de 08.09.2014) efeitos a partir de 08.09.2014

Art. 98. A simplificação da exigência referente ao cadastro fiscal estadual ou municipal do MEI não prejudica a emissão de documentos fiscais de compra, venda ou prestação de serviços, vedada, em qualquer hipótese, a imposição de custos pela autorização para emissão, inclusive na modalidade avulsa. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 4°, § 3°) Alterado pela Resolução CGSN n° 127/2016 (DOU de 10.05.2016), efeitos a partir de 10.05.2016 Redação Anterior

Art. 99. O MEI que não contratar empregado na forma do art. 96 fica dispensado de:

I - prestar a informação prevista no inciso IV do art. 32 da Lei n° 8.212, de 1991, no que se refere à remuneração paga ou creditada decorrente do seu trabalho, salvo se presentes outras hipóteses de obrigatoriedade de prestação de informações, na forma estabelecida pela RFB; (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18-A, § 13, inciso I)

II - apresentar a Relação Anual de Informações Sociais - RAIS; (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18-A, § 13, inciso II)

III - declarar ausência de fato gerador para a Caixa Econômica Federal para emissão da Certidão de Regularidade Fiscal junto ao FGTS. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18-A, § 13, inciso III)

Seção II
Da Declaração Anual para o MEI - DASN-SIMEI

Art. 100. Na hipótese de o empresário individual ser optante pelo SIMEI no ano-calendário anterior, deverá apresentar, até o último dia de maio de cada ano, à RFB, a Declaração Anual Simplificada para o Microempreendedor Individual (DASN-SIMEI) que conterá tão somente: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 25, caput e § 4°) Alterado pela Resolução CGSN n° 098/2012 (DOU de 19.03.2012) vigência a partir de 19.03.2012 Redação Anterior

I - a receita bruta total auferida relativa ao ano-calendário anterior;

II - a receita bruta total auferida relativa ao ano-calendário anterior, referente às atividades sujeitas ao ICMS;

III - informação referente à contratação de empregado, quando houver.

§ 1° Nas hipóteses em que o empresário individual tenha sido extinto, a DASN-SIMEI relativa à situação especial deverá ser entregue até: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 25, caput)

I - o último dia do mês de junho, quando o evento ocorrer no primeiro quadrimestre do ano-calendário;

II - o último dia do mês subsequente ao do evento, nos demais casos.

§ 2° Em relação ao ano-calendário de desenquadramento do empresário individual do SIMEI, inclusive no caso de o desenquadramento ter decorrido da exclusão do Simples Nacional, o contribuinte deverá entregar a DASN-SIMEI abrangendo os fatos geradores ocorridos no período em que esteve na condição de enquadrado, no prazo estabelecido no caput. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 25, caput)  Alterado pela Resolução CSGN n° 104 / 2012 (DOU de 18.12.2012) , efeitos a partir de 18.12.2012 Redação Anterior

§ 3° A DASN-SIMEI poderá ser retificada independentemente de prévia autorização da administração tributária e terá a mesma natureza da declaração originariamente apresentada, observado o disposto no parágrafo único do art. 138 do CTN. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 25, caput)

§ 4° As informações prestadas pelo contribuinte na DASNSIMEI serão compartilhadas entre a RFB e os órgãos de fiscalização tributária dos Estados, Distrito Federal e Municípios. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 25, caput)

§ 5° A exigência da DASN-SIMEI não desobriga a prestação de informações relativas a terceiros. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 26, § 3°)

§ 6° Os dados informados na DASN-SIMEI relativos ao inciso III do caput poderão ser encaminhados pelo Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) ao Ministério do Trabalho e Emprego, observados procedimentos estabelecidos entre as partes, com vistas à exoneração da obrigação da apresentação da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) por parte do MEI. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18-A, § 14; art. 25, caput e § 4°)

§ 7° A DASN-Simei constitui confissão de dívida e instrumento hábil e suficiente para a exigência dos tributos que não tenham sido recolhidos resultantes das informações nela prestadas. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 25, §§ 1° e ) Acrescentado pela Resolução CGSN n° 125/2015 (DOU de 09.12.2015), efeitos a partir de 09.12.2015

Seção III
Da Declaração Única do MEI - DUMEI

Art. 101. A partir da instituição, em ato próprio do CGSN, da Declaração Única do MEI (DUMEI), de que trata o § 3° do art. 18-C da Lei Complementar n° 123, de 2006, o MEI ficará dispensado da apresentação da DASN-SIMEI. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18-C, § 4°)

Seção IV
Da Certificação Digital para o MEI

Art. 102. O MEI não estará obrigado ao uso da certificação digital para cumprimento de obrigações principais ou acessórias, bem como para recolhimento do FGTS. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 26, § 7°)

Parágrafo único. Independentemente do disposto no caput,  poderá ser exigida a utilização de códigos de acesso para cumprimento das referidas obrigações. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 2°, inciso I e § 6°; art. 26, § 7°)

Seção V
Da Perda do Direito ao Tratamento Diferenciado

Art. 103. O empresário perderá a condição de MEI nas hipóteses previstas no art. 105, deixando de ter direito ao tratamento diferenciado e se submetendo às obrigações acessórias previstas para  os demais optantes pelo Simples Nacional, caso permaneça nesse regime, ressalvado o disposto no parágrafo único. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18-A, § 9°)

Parágrafo único. Na hipótese de o empresário individual exceder a receita bruta anual de que trata o art. 91, a perda do tratamento diferenciado previsto no art. 97 ocorrerá: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18-A, § 16) Acrescentado pela Resolução CGSN n° 122/2015 (DOU de 01.09.2015), efeitos a partir de 01.09.2015 Redação Anterior

I - a partir de 1° de janeiro do ano-calendário subsequente ao da ocorrência do excesso, na hipótese de não ter extrapolado o referido limite em mais de 20% (vinte por cento);

II - a partir do mês subsequente ao da ocorrência do excesso, na hipótese de ter extrapolado o referido limite em mais de 20% (vinte por cento).

CAPÍTULO IV
DA CESSÃO OU LOCAÇÃO DE MÃO-DE-OBRA

Art. 104. Revogado pela Resolução CGSN n°113/2014 (DOU de 31.03.2014) efeitos a partir de 31.03.2014. Redação Anterior

Art. 104-A. Revogado pela Resolução CGSN n° 115/2014 (DOU de 08.09.2014) efeitos a partir de 08.09.2014 Redação Anterior

Art. 104-B. O MEI não poderá realizar cessão ou locação de mão de obra, sob pena de exclusão do Simples Nacional. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 2°, inciso I e § 6°; art. 17, XII; art. 18-B) Acrescentado pela Resolução CGSN n° 115/2014 (DOU de 08.09.2014) efeitos a partir de 08.09.2014

§ 1° Cessão ou locação de mão de obra é a colocação à disposição da empresa contratante, em suas dependências ou nas de terceiros, de trabalhadores, inclusive o MEI, que realizem serviços contínuos relacionados ou não com sua atividade fim, quaisquer que sejam a natureza e a forma de contratação. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 2°, inciso I e § 6°; Lei n° 8.212, de 1991, art. 31, § 3°)

§ 2° Dependências de terceiros são aquelas indicadas pela empresa contratante, que não sejam as suas próprias e que não pertençam à empresa prestadora dos serviços. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 2°, inciso I e § 6°)

§ 3° Serviços contínuos são aqueles que constituem necessidade permanente da contratante, que se repetem periódica ou sistematicamente, ligados ou não a sua atividade fim, ainda que sua execução seja realizada de forma intermitente ou por diferentes trabalhadores. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 2°, inciso I e § 6°)

§ 4° Entende-se por colocação à disposição da empresa contratante a cessão do trabalhador, em caráter não eventual, respeitados os limites do contrato. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 2°, inciso I e § 6°)

Art. 104-C. A empresa contratante de serviços de hidráulica, eletricidade, pintura, alvenaria, carpintaria e de manutenção ou reparo de veículos, executados por intermédio do MEI mantém, em relação a essa contratação, a obrigatoriedade de recolhimento da CPP nos termos do inciso III do caput e do § 1° do art. 22 da Lei n° 8.212, de 1991, e de cumprimento das obrigações acessórias relativas à contratação de contribuinte individual, na forma disciplinada pela RFB. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18-B, caput e § 1°) Acrescentado pela Resolução CGSN n° 115/2014 (DOU de 08.09.2014) efeitos a partir de 08.09.2014

Art. 104-D. Na hipótese de prestar serviços e forem identificados os elementos da relação de emprego ou de emprego doméstico, o MEI: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 2°, inciso I e § 6°; art. 3°, § 4°, XI; art. 18-A, § 24, art. 18-B, § 2°; Lei n° 8.212, de 1991, art. 24, parágrafo único) Acrescentado pela Resolução CGSN n° 115/2014 (DOU de 08.09.2014) efeitos a partir de 08.09.2014

I - será considerado empregado ou empregado doméstico, ficando a contratante sujeita a todas as obrigações dessa relação, inclusive trabalhistas, tributárias e previdenciárias; e

II - ficará sujeito à exclusão do Simples Nacional.

CAPÍTULO V
DO DESENQUADRAMENTO

Art. 105. O desenquadramento do SIMEI será realizado de ofício ou mediante comunicação do contribuinte. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18-A, § 6°)

§ 1° O desenquadramento do SIMEI não implica necessariamente exclusão do Simples Nacional. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18-A, § 14)

§ 2° O desenquadramento mediante comunicação do contribuinte à RFB, em aplicativo disponibilizado no Portal do Simples Nacional, dar-se-á: Alterado pela Resolução CGSN n° 117/2014 (DOU de 05.12.2014) efeitos a partir de 01.01.2015 Redação Anterior

I - por opção, produzindo efeitos: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18-A, § 7°, inciso I)

a) a partir de 1° de janeiro do ano-calendário, se comunicada no próprio mês de janeiro;

b) a partir de 1° de janeiro do ano-calendário subsequente, se comunicada nos demais meses;

II - obrigatoriamente, quando:

a) exceder, no ano-calendário, o limite de receita bruta previsto no caput ou no § 1° do art. 91, devendo a comunicação ser efetuada até o último dia útil do mês subsequente àquele em que tenha ocorrido o excesso, produzindo efeitos: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18-A, § 7°, incisos III e IV) Alterado pela Resolução CGSN n° 125/2015 (DOU de 09.12.2015), efeitos a partir de 09.12.2015 Redação Anterior

1. a partir de 1° de janeiro do ano-calendário subsequente ao da ocorrência do excesso, na hipótese de não ter ultrapassado o limite previsto no caput ou no § 1° do art. 91 em mais de 20% (vinte por cento); Alterado pela Resolução CGSN n° 125/2015 (DOU de 09.12.2015), efeitos a partir de 09.12.2015 Redação Anterior

2. retroativamente a 1° de janeiro do ano-calendário da ocorrência do excesso, na hipótese de ter ultrapassado o limite previsto no caput do art. 91 em mais de 20% (vinte por cento); Alterado pela Resolução CGSN n° 125/2015 (DOU de 09.12.2015), efeitos a partir de 09.12.2015 Redação Anterior

3. retroativamente ao início de atividade, na hipótese de ter ultrapassado o limite previsto no § 1° do art. 91 em mais de 20% (vinte por cento); Acrescentado pela Resolução CGSN n° 125/2015 (DOU de 09.12.2015), efeitos a partir de 09.12.2015

b) deixar de atender qualquer das condições previstas nos incisos do caput do art. 91, devendo a comunicação ser efetuada até  o último dia útil do mês subsequente àquele em que ocorrida a situação de vedação, produzindo efeitos a partir do mês subsequente ao da ocorrência da situação impeditiva; (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18-A, § 7°, inciso II)

III - Revogado pela Resolução CSGN n° 104 / 2012 (DOU de 18.12.2012) , efeitos a partir de 18.12.2012 Redação Anterior

§ 3° A alteração de dados no CNPJ informada pelo empresário à RFB equivalerá à comunicação obrigatória de desenquadramento da condição de MEI, nas seguintes hipóteses: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18-A, § 17)

I - houver alteração para natureza jurídica distinta de empresário individual a que se refere o art. 966 da Lei n° 10.406, de 2002; (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18-A, §§ 1° e 17)

II - incluir atividade não constante do Anexo XIII desta  Resolução; (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18-A, §§ 4°-B e17)

III - abrir filial. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18- A, § 4°, inciso II)

§ 4° O desenquadramento de ofício dar-se-á quando, ressalvado o disposto no § 4° do art. 92: (Lei Complementar n° 123, de 2008, art. 18-A, § 8°):

I - verificada a falta da comunicação obrigatória de que trata o § 2°, contando-se seus efeitos a partir da data prevista nas alíneas "a" ou "b" do inciso II, conforme o caso;

II - constatado que, quando do ingresso no SIMEI, o empresário individual não atendia às condições previstas no art. 91 ou prestou declaração inverídica na hipótese do § 2° do art. 93, sendo os efeitos deste desenquadramento contados da data de ingresso no regime.

§ 4°-A Na hipótese de exclusão do Simples Nacional, o desenquadramento do SIMEI: (Lei Complementar n° 123, de 2008, art. 18-A, §§ 1°, 14 e 16) Acrescentado pela Resolução CSGN n° 104 / 2012 (DOU de 18.12.2012) , efeitos a partir de 18.12.2012

I - será promovido automaticamente, quando da apresentação, pelo contribuinte, da comunicação obrigatória de exclusão do Simples Nacional ou do registro, no sistema, pelo ente federado, da exclusão de ofício;

II - produzirá efeitos a contar da data de efeitos da exclusão do Simples Nacional.

§ 5° O contribuinte desenquadrado do SIMEI passará a recolher os tributos devidos pela regra geral do Simples Nacional a partir da data de início dos efeitos do desenquadramento, observado o disposto nos §§ 6° a 8°. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18- A, § 9°)

§ 6° O contribuinte desenquadrado do SIMEI e excluído do Simples Nacional passará a recolher os tributos devidos de acordo com as respectivas legislações de regência. (Lei Complementar n°  123, de 2006, art. 18-A, § 14)

§ 7° Na hipótese de a receita bruta auferida no ano-calendário não exceder em mais de 20% (vinte por cento) os limites previstos no art. 91, conforme o caso, o contribuinte deverá recolher a diferença, sem acréscimos, no vencimento estipulado para o pagamento dos tributos abrangidos pelo Simples Nacional relativos ao mês de janeiro do ano-calendário subsequente, aplicando-se as alíquotas previstas nas tabelas dos Anexos I a V desta Resolução, observando-se, com relação à inclusão dos percentuais relativos ao ICMS e ao ISS, a tabela constante do Anexo XIII desta Resolução. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18-A, § 10) Alterado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018 Redação Anterior

§ 8° Na hipótese de a receita bruta auferida no ano-calendário exceder em mais de 20% (vinte por cento) os limites previstos no art. 91, conforme o caso, o contribuinte deverá informar no PGDAS-D as receitas efetivas mensais, devendo ser recolhidas as diferenças relativas aos tributos com os acréscimos legais na forma prevista na legislação do Imposto sobre a Renda, sem prejuízo do disposto no § 6°. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18-A, § 7°, inciso IV, alínea "b", e § 14). Alterado pela Resolução CGSN n° 129/2016 (DOU de 19.09.2016), efeitos a partir de 19.09.2016 Redação Anterior

CAPÍTULO VI
DAS INFRAÇÕES E PENALIDADES

Art. 106. A falta de comunicação, quando obrigatória, do desenquadramento do MEI do SIMEI nos prazos previstos no inciso II do § 2° do art. 105 sujeitará o contribuinte a multa no valor de R$ 50,00 (cinquenta reais), insusceptível de redução. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 36-A)

Art. 107. O MEI que deixar de apresentar a DASN-SIMEI ou que a apresentar com incorreções ou omissões ou, ainda, que a apresentar fora do prazo fixado, será intimado a apresentá-la ou a prestar esclarecimentos, conforme o caso, no prazo estipulado pela autoridade fiscal, e sujeitar-se-á a multa: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 38)

I - de 2% (dois por cento) ao mês-calendário ou fração, incidentes sobre o montante dos tributos decorrentes das informações prestadas na DASN-SIMEI, ainda que integralmente pago, no caso de falta de entrega da declaração ou entrega após o prazo, limitada a 20% (vinte por cento), observado o disposto no § 3° deste artigo;

II - de R$ 100,00 (cem reais) para cada grupo de 10 (dez) informações incorretas ou omitidas.

§ 1° Para efeito de aplicação da multa prevista no inciso I do caput, será considerado como termo inicial o dia seguinte ao término  do prazo fixado para a entrega da declaração e como termo final a data da efetiva entrega ou, no caso de não apresentação, da lavratura do auto de infração. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 38, § 1°)

§ 2° Observado o disposto no § 3° deste artigo, as multas serão reduzidas: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 38, § 2°)

I - à metade, quando a declaração for apresentada após o prazo, mas antes de qualquer procedimento de ofício;

II - a 75% (setenta e cinco por cento), se houver a apresentação da declaração no prazo fixado em intimação.

§ 3° A multa mínima a ser aplicada será de R$ 50,00 (cinquenta reais). (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 38, § 6°)

§ 4° Considerar-se-á não entregue a declaração que não atender às especificações técnicas estabelecidas pelo CGSN, observado que o MEI: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 38, §§ 4° e 5°)

I - será intimado a apresentar nova declaração, no prazo de 10 (dez) dias, contados da ciência da intimação;

II - sujeitar-se-á à multa prevista no inciso I do caput deste artigo, observado o disposto nos §§ 1° a 3°.

CAPÍTULO VII
DAS DISPOSIÇÕES FINAIS

Art. 108. Aplicam-se subsidiariamente ao MEI as demais regras previstas para o Simples Nacional. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18-A, §§ 1° e 14)

Art. 108-A. Os Estados, o Distrito Federal e os Municípios poderão promover a remissão dos débitos inadimplidos de ICMS e de ISS devidos em valores fixos de que tratam os incisos II e III do caput do art. 92. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18-A, § 15-A) Acrescentado pela Resolução CGSN n° 115/2014 (DOU de 08.09.2014) efeitos a partir de 08.09.2014

TÍTULO III
DOS PROCESSOS ADMINISTRATIVOS E JUDICAIS

CAPÍTULO I
DO PROCESSO ADMINISTRATIVO FISCAL

Seção I
Do Contencioso Administrativo

Art. 109. O contencioso administrativo relativo ao Simples Nacional será de competência do órgão julgador integrante da estrutura administrativa do ente federado que efetuar o lançamento do crédito tributário, o indeferimento da opção ou a exclusão de ofício, observados os dispositivos legais atinentes aos processos administrativos fiscais desse ente. (Lei Complementar n° 123, de  2006, art. 39, caput)

§ 1° A impugnação relativa ao indeferimento da opção ou à exclusão poderá ser decidida em órgão diverso do previsto no caput, na forma estabelecida pela respectiva administração tributária. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 39, § 5°)

§ 2° O Município poderá, mediante convênio, transferir a atribuição de julgamento exclusivamente ao respectivo Estado em que se localiza. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 39, § 1°)

§ 3° No caso em que o contribuinte do Simples Nacional exerça atividades incluídas no campo de incidência do ICMS e do ISS e seja apurada omissão de receita de que não se consiga identificar a origem, o julgamento caberá ao Estado do Município autuante, salvo na hipótese de o lançamento ter sido efetuado pela RFB, caso em que o julgamento caberá à União. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 39, caput e §§ 2° e Alterado pela Resolução CGSN n° 100/2012 (DOU de 03.07.2012), vigência a partir de 03.07.2012 Redação Anterior

§ 4° O ente federado que considerar procedente recurso administrativo do contribuinte contra o indeferimento de sua opção deverá registrar a liberação da respectiva pendência em aplicativo próprio disponível no Portal do Simples Nacional. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 16, caput e § 6°; art. 39, §§ 5° e 6°)

§ 5° Na hipótese do § 4°, o deferimento da opção será efetuado automaticamente pelo sistema do Simples Nacional caso não tenha havido pendências com outros entes federados, ou, se existirem, após a liberação da última pendência que tenha motivado o indeferimento. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 16, caput e § 6°; art. 39, §§ 5° e 6°)

§ 6° Na hipótese de provimento de recurso administrativo relativo à solicitação de opção efetuada antes da implantação do aplicativo de que tratam os §§ 4° e 5°, o ente federado deverá promover a inclusão do contribuinte no Simples Nacional pelo aplicativo de registro de eventos, desde que não restem pendências com outros entes federados. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 16, caput e § 6°; art. 39, §§ 5° e 6°)

§ 7° O ente federado, independentemente dos registros em seus sistemas próprios, deverá registrar, no sistema de controle do contencioso em nível nacional, as fases e os resultados do processo administrativo fiscal relativo ao lançamento por meio do AINF, bem como qualquer outra situação que altere a exigibilidade do crédito tributário por ele exigido. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 2°, inciso I e § 6°) Acrescentado pela Resolução CGSN n° 109/2013 (DOU de 28.08.2013) efeitos a partir de 28.08.2013

Seção II
Da Intimação Eletrônica

Art. 110. A opção pelo Simples Nacional implica aceitação do Sistema de Comunicação Eletrônica, denominado Domicílio Tributário Eletrônico do Simples Nacional (DTE-SN), destinado a: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 16, §§ 1°-A a 1°-D) Alterado pela Resolução CGSN n° 127/2016 (DOU de 10.05.2016), efeitos a partir de 15.06.2016 Redação Anterior

I - cientificar o sujeito passivo de quaisquer tipos de atos administrativos, incluídos os relativos ao indeferimento de opção, à exclusão do regime e a ações fiscais;

II - encaminhar notificações e intimações; e

III - expedir avisos em geral.

§ 1° Relativamente ao DTE-SN, será observado o seguinte: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 16, § 1°-B) Alterado pela Resolução CGSN n° 127/2016 (DOU de 10.05.2016), efeitos a partir de 15.06.2016 Redação Anterior

I - as comunicações serão feitas, por meio eletrônico, no Portal do Simples Nacional, dispensando-se a sua publicação no Diário Oficial e o envio por via postal;

II - a comunicação será considerada pessoal para todos os efeitos legais;  Alterado pela Resolução CGSN n° 127/2016 (DOU de 10.05.2016), efeitos a partir de 15.06.2016 Redação Anterior

III - terá validade a ciência com utilização de certificação digital ou de código de acesso;  Alterado pela Resolução CGSN n° 127/2016 (DOU de 10.05.2016), efeitos a partir de 15.06.2016 Redação Anterior

IV - considerar-se-á realizada a comunicação no dia em que o sujeito passivo efetuar a consulta eletrônica ao teor da comunicação; e  Alterado pela Resolução CGSN n° 127/2016 (DOU de 10.05.2016), efeitos a partir de 15.06.2016 Redação Anterior

V - na hipótese do inciso IV, nos casos em que a consulta se dê em dia não útil, a comunicação será considerada como realizada no primeiro dia útil seguinte.

§ 2° O sujeito passivo deverá efetuar a consulta referida nos incisos IV e V do § 1° em até 45 (quarenta e cinco) dias contados da data da disponibilização da comunicação no Portal a que se refere o inciso I do § 1°, sob pena de ser considerada automaticamente realizada na data do término desse prazo. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 16, § 1°-C) Alterado pela Resolução CGSN n° 127/2016 (DOU de 10.05.2016), efeitos a partir de 15.06.2016 Redação Anterior

§ 2°-A A contagem do prazo de que trata o § 2° inicia-se no 1° (primeiro) dia subsequente ao da disponibilização da comunicação no Portal. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 16, § 1°-B) Acrescentado pela Resolução CGSN n° 127/2016 (DOU de 10.05.2016), efeitos a partir de 15.06.2016

§ 2°-B Na hipótese de o prazo de que trata o § 2° vencer em dia não útil, esse fica prorrogado para o dia útil imediatamente posterior. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 16, § 1°-B) Acrescentado pela Resolução CGSN n° 127/2016 (DOU de 10.05.2016), efeitos a partir de 15.06.2016

§ 3° O DTE-SN será utilizado pelos entes federados para as finalidades relativas às obrigações principais e acessórias dos tributos apurados na forma do Simples Nacional e demais atos administrativos inerentes ao respectivo regime. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 2°, § 6°; art. 33) Alterado pela Resolução CGSN n° 127/2016 (DOU de 10.05.2016), efeitos a partir de 15.06.2016 Redação Anterior

§ 4° O DTE-SN: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 16, § 1°-B Alterado pela Resolução CGSN n° 127/2016 (DOU de 10.05.2016), efeitos a partir de 15.06.2016 Redação Anterior

I - não exclui outras formas de notificação, intimação ou avisos previstas nas legislações dos entes federados, incluídas as eletrônicas; Alterado pela Resolução CGSN n° 127/2016 (DOU de 10.05.2016), efeitos a partir de 15.06.2016 Redação Anterior

II - não se aplica ao MEI. Alterado pela Resolução CGSN n° 127/2016 (DOU de 10.05.2016), efeitos a partir de 15.06.2016 Redação Anterior

§ 5° Na hipótese de exclusão em lote, a postagem das comunicações no DTE-SN dispensa a assinatura individualizada dos documentos, devendo ser observada, subsidiariamente, a legislação processual vigente no âmbito do respectivo ente federado.  (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 16, § 1°-B Alterado pela Resolução CGSN n° 127/2016 (DOU de 10.05.2016), efeitos a partir de 15.06.2016 Redação Anterior

§ 6° O DTE-SN será utilizado para comunicação ao sujeito passivo que: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 16, § 1°-B) Acrescentando pela Resolução CGSN n° 127/2016 (DOU de 10.05.2016), efeitos a partir de 15.06.2016

I - no momento da inserção da notificação, intimação ou aviso, seja optante pelo Simples Nacional; ou

II - tenha solicitado opção pelo Simples Nacional, sendo neste caso, apenas no tocante à ciência de atos relativos ao processo referente à opção.

Seção III
Do Processo de Consulta

Subseção I
Da Legitimidade para Consultar

Art. 111. A consulta poderá ser formulada por sujeito passivo de obrigação tributária principal ou acessória. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 40)

Parágrafo único. A consulta também poderá ser formulada por entidade representativa de categoria econômica ou profissional, caso haja previsão na legislação do ente federado competente. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 40)

Art. 112. No caso de ME ou EPP possuir mais de um estabelecimento, a consulta será formulada pelo estabelecimento matriz, devendo este comunicar o fato aos demais estabelecimentos. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 40)

Parágrafo único. Não se aplica o disposto no caput quando a consulta se referir ao ICMS ou ao ISS. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 40)

Subseção II
Da Competência para Solucionar Consulta

Art. 113. É competente para solucionar a consulta: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 40)

I - o Estado ou o Distrito Federal, quando se tratar do ICMS;

II - o Município ou o Distrito Federal, na hipótese do ISS;

III - o Estado de Pernambuco, quando se referir ao ISS no Distrito Estadual de Fernando de Noronha;

IV - a RFB, nos demais casos.

§ 1° A consulta formalizada junto a ente não competente para solucioná-la será declarada ineficaz. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 40)

§ 2° Na hipótese de a consulta abranger assuntos de competência de mais de um ente federado, a ME ou EPP deverá formular consultas em separado para cada administração tributária. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 40)

§ 3° No caso de descumprimento do disposto no § 2°, a administração tributária receptora declarará a ineficácia com relação à matéria sobre a qual não exerça competência. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 40)

§ 4° Será observada a legislação de cada ente competente quanto ao processo de consulta, no que não colidir com esta Resolução. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 40)

§ 5° Os entes federados terão acesso ao conteúdo das soluções de consultas relativas ao Simples Nacional. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 40)

Art. 114. A consulta será solucionada em instância única, não cabendo recurso nem pedido de reconsideração, ressalvado o recurso de divergência, quando previsto na legislação de cada ente federado. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 40)

Subseção III
Dos Efeitos da Consulta

Art. 115. Os efeitos da consulta eficaz, formulada antes do prazo legal para recolhimento de tributo, observarão a legislação dos respectivos entes federados. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 40)

CAPÍTULO II
DA RESTITUIÇÃO E DA COMPENSAÇÃO

Seção I
Do Processo de Restituição

Art. 116. O Processo de restituição de tributos arrecadados no âmbito do Simples Nacional observará o disposto neste Capítulo. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 21, §§ 5° a 14)

Seção II
Do Direito à Restituição

Art. 117. A ME ou EPP, no caso de recolhimento indevido ou em valor maior que o devido, poderá requerer restituição. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 21, §§ 5° a 14)

Parágrafo único. Entende-se como restituição, para efeitos desta Resolução, a repetição de indébito decorrente de valores pagos indevidamente ou a maior pelo contribuinte, por meio do DAS. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 21, § 5°)

Art. 118. A ME ou EPP optante pelo Simples Nacional somente poderá solicitar a restituição de tributos abrangidos pelo Simples Nacional diretamente ao respectivo ente federado, observada sua competência tributária. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 21, § 5°)

§ 1° O ente federado deverá: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 21, § 5°)

I - certificar-se da existência do crédito a ser restituído, pelas informações constantes nos aplicativos de consulta no Portal do Simples Nacional;

II - registrar os dados referentes à restituição processada no aplicativo específico do Simples Nacional, para bloqueio de novas restituições ou compensações do mesmo valor. Alterado pela Resolução CGSN n° 100/2012 (DOU de 03.07.2012), vigência a partir de 03.07.2012 Redação Anterior

§ 2° O processo de restituição deverá observar as normas estabelecidas na legislação de cada ente federado, observando-se os prazos de decadência e prescrição previstos no CTN. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 21, §§ 12 e 14)

§ 3° Os créditos a serem restituídos no Simples Nacional poderão ser objeto de compensação de ofício com débitos junto à Fazenda Pública do próprio ente. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 21, § 10)

Seção III
Da Compensação

Art. 119. A compensação dos valores do Simples Nacional recolhidos indevidamente ou em montante superior ao devido, será efetuada por aplicativo disponibilizado no Portal do Simples Nacional, observando-se as disposições desta Seção. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 21, §§ 5° a 14). Alterado pela Resolução CGSN n° 129/2016 (DOU de 19.09.2016), efeitos a partir de 19.09.2016 Redação Anterior

§ 1°  No aplicativo de que trata o caput: Alterado pela Resolução CGSN n° 129/2016 (DOU de 19.09.2016), efeitos a partir de 19.09.2016 Redação Anterior

I - é permitida a compensação tão somente de créditos para extinção de débitos junto ao mesmo ente federado e relativos ao mesmo tributo; (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 21, § 11) Alterado pela Resolução CGSN n° 129/2016 (DOU de 19.09.2016), efeitos a partir de 19.09.2016 Redação Anterior

II - os créditos a serem compensados na forma prevista no inciso I são aqueles oriundos de período para o qual já tenha sido apropriada a respectiva DASN apresentada pelo contribuinte, até o ano-calendário 2011, ou a apuração validada por meio do PGDAS-D, a partir do ano-calendário 2012; (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 21, § 5°) Alterado pela Resolução CGSN n° 129/2016 (DOU de 19.09.2016), efeitos a partir de 19.09.2016 Redação Anterior

III - o valor a ser restituído ou compensado será acrescido de juros obtidos pela aplicação da taxa referencial do Sistema Especial de Liquidação e de Custódia - SELIC para títulos federais, acumulada mensalmente, a partir do mês subsequente ao do pagamento indevido ou a maior que o devido até o mês anterior ao da compensação ou restituição e de 1% (um por cento), relativamente ao mês em que estiver sendo efetuada. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 21, §  6°)

IV - observar-se-ão os prazos de decadência e prescrição previstos no CTN. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 21, § 12)

§ 2° Os valores compensados indevidamente serão exigidos  com os acréscimos moratórios previstos para o imposto de renda, inclusive, quando for o caso, em relação ao ICMS e ao ISS. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 21, § 7°)

§ 3° Na hipótese de compensação indevida, quando se comprove falsidade de declaração apresentada pelo sujeito passivo, o contribuinte estará sujeito à multa isolada aplicada no percentual previsto no inciso I do caput do art. 44 da Lei no 9.430, de 27 de dezembro de 1996, aplicado em dobro, e terá como base de cálculo o valor total do débito indevidamente compensado. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 21, § 8°)

§ 4° É vedado o aproveitamento de créditos não apurados no Simples Nacional, inclusive de natureza não tributária, para extinção de débitos do Simples Nacional. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 21, § 9°) Alterado pela Resolução CGSN n° 129/2016 (DOU de 19.09.2016), efeitos a partir de 19.09.2016 Redação Anterior

§ 5° Os créditos apurados no Simples Nacional não poderão ser utilizados para extinção de outros débitos junto às Fazendas Públicas, salvo quando da compensação de ofício oriunda de deferimento em processo de restituição ou após a exclusão da empresa do Simples Nacional. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 21, § 10)

§ 6° É vedada a cessão de créditos para extinção de débitos no Simples Nacional. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 21, § 13)

§ 7° Nas hipóteses previstas no § 5°, o ente federado deverá registrar os dados referentes à compensação processada no aplicativo específico do Simples Nacional, para bloqueio de novas compensações ou restituições do mesmo valor. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 21, § 5°)Acrescentado pela Resolução CGSN n° 100/2012 (DOU de 03.07.2012), vigência a partir de 03.07.2012

CAPÍTULO III
DOS PROCESSOS JUDICIAIS

Seção I
Da Legitimidade Passiva

Art. 120. Serão propostas em face da União, que será representada em juízo pela Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN), as ações judiciais que tenham por objeto: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 41, caput) 

I - ato do CGSN e o Simples Nacional;

II - tributos abrangidos pelo Simples Nacional.

§ 1° Os Estados, Distrito Federal e Municípios prestarão auxílio à PGFN, em relação aos tributos de sua competência, nos termos dos arts. 123 e 124. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 41, § 1°)

§ 2° Os Estados, o Distrito Federal e os Municípios poderão atuar em conjunto com a União na defesa dos processos em que houver impugnação relativa ao Simples Nacional, caso o eventual provimento da ação gere impacto no recolhimento de seus respectivos tributos. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 41, § 1°)

Art. 121. Excetuam-se ao disposto no inciso II do art. 120:

I - informações em mandados de segurança impugnando atos de autoridade coatora pertencente a Estado, Distrito Federal ou Município; (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 41, § 5°, inciso I)

II - ações que tratem exclusivamente de tributos dos Estados, do Distrito Federal ou dos Municípios, as quais serão propostas em face desses entes federados, cujas defesas incumbirão às suas respectivas representações judiciais; (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 41, § 5°, inciso II)

III - ações promovidas na hipótese de celebração do convênio previsto no art. 126; (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 41, § 5°, inciso III)

IV - ações relativas ao crédito tributário decorrente de auto de infração lavrado exclusivamente em face de descumprimento de obrigação acessória; (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 41, §  5°, inciso IV)

V - ações relativas ao crédito tributário relativo ao ICMS e ao ISS de responsabilidade do MEI. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 41, § 5°, inciso V)

Parágrafo único. O disposto no inciso III alcança todas as ações conexas com a cobrança da dívida, desde que versem exclusivamente sobre tributos estaduais ou municipais. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 41, § 3° e § 5°, inciso III)

Art. 122. Na hipótese de ter sido celebrado o convênio previsto no art. 126 e ter sido proposta ação contra a União, com a finalidade de discutir tributo da competência do outro ente federado conveniado, deverá a PGFN, na qualidade de representante da União, requerer a citação do Estado, Distrito Federal ou Município conveniado, para que integre a lide. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 41, § 3°)

Seção II
Da Prestação de Auxílio à Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional - PGFN

Art. 123. Os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, por meio de suas administrações tributárias ou outros órgãos de sua estrutura interna, quando assim determinado por ato competente, prestarão auxílio à PGFN em relação aos tributos de suas respectivas competências independentemente da celebração de convênio, em prazo não inferior à terça parte do prazo judicial em curso. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 41, § 1°)

§ 1° O requerimento feito pela PGFN, bem como as informações a lhe serem prestadas pelo respectivo ente federado, serão, preferencialmente, feitos por meio eletrônico, ao órgão de representação judicial do respectivo Estado, Distrito Federal ou Município. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 41, § 1°)

§ 2° A resposta será dirigida diretamente ao chefe da unidade solicitante seccional, estadual, regional ou geral da PGFN. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 41, § 1°)

§ 3° Transcorrido o prazo estabelecido sem que tenha sido prestado o auxílio solicitado pela PGFN aos Estados, Distrito Federal e Municípios, tal fato será informado ao ente federado competente. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 41, § 1°)

Art. 124. As informações prestadas pelos Estados, pelo Distrito Federal e pelos Municípios, em cumprimento ao § 1° do art. 120, deverão conter: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 41, § 1°)

I - descrição detalhada dos fundamentos fáticos que ensejaram o ato de lançamento, que poderá ser representada por cópia do relatório fiscal relativo ao lançamento, desde que os contenha;

II - cópia da legislação e resoluções pertinentes, incluindo eventuais consultas e pareceres existentes sobre a matéria, e indicação de sítio na internet em que porventura esteja disponibilizada a legislação;

III - cópia de documentos relacionados ao ato de fiscalização;

IV - data em que prestada a informação, nome do informante, sua assinatura, endereço eletrônico e telefone para contato.

Seção III
Da Inscrição em Dívida Ativa e sua Cobrança Judicial

Art. 125. Os créditos tributários oriundos do Simples Nacional serão apurados, inscritos em DAU e cobrados judicialmente pela PGFN, excetuando-se: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 41, § 2°)

I - a hipótese de convênio; (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 41, § 3°)

II - o crédito tributário decorrente de auto de infração lavrado exclusivamente em face de descumprimento de obrigação acessória; (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 41, § 5°, inciso IV)

III - o crédito tributário relativo ao ICMS e ao ISS apurado no SIMEI. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 41, § 5°, inciso V)

IV - crédito tributário de ICMS ou ISS constituído por Estado, Distrito Federal ou Município, na forma do art. 129. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 21, § 19; art. 41, §§ 1° e , inciso II) Acrescentado pela Resolução CGSN n° 137/2017 (DOU de 06.12.2017), efeitos a partir de 01.01.2018

§ 1° O encaminhamento pelos Estados, Distrito Federal e Municípios, dos créditos tributários para inscrição na DAU, será realizado com a observância dos requisitos previstos no art. 202 do CTN, no art. 2° da Lei n° 6.830, de 22 de setembro de 1980, e, preferencialmente, por meio eletrônico. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 41, §§ 1° e 2°)

§ 2° A movimentação e encaminhamento serão realizados via processo administrativo em meio convencional, em caso de impossibilidade de sua realização por meio eletrônico. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 41, §§ 1° e 2°)

§ 3° A PGFN proporá a forma padronizada de encaminhamento eletrônico ou convencional de débitos para inscrição na DAU, a ser aprovado em ato do CGSN. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 41, §§ 1° e 2°)

§ 4° A notificação da inscrição em DAU ao ente federado, dos créditos relativos aos tributos de sua competência, dar-se-á por meio de aplicativo a ser disponibilizado no Portal do Simples Nacional. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 41, §§ 1° e 2°)

§ 5° O pagamento dos tributos abrangidos pelo Simples Nacional inscritos em DAU deverá ser efetuado por meio do DAS. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 21, inciso I)

§ 6° Os valores arrecadados a título de pagamento dos créditos tributários inscritos em dívida ativa serão apropriados diretamente pela União, Estados, Distrito Federal e Municípios, na exata medida de suas respectivas quotas-partes, acrescidos dos consectários legais correspondentes. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 22, incisos I e II)

Seção IV
Do Convênio

Art. 126. Os Estados, o Distrito Federal e os Municípios deverão manifestar seu interesse na celebração de convênio com a PGFN, nos termos do § 3° do art. 41 da Lei Complementar n° 123, de 2006, para que efetuem a inscrição em dívida ativa e cobrança dos tributos de suas respectivas competências. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 41, § 3°)

Art. 127. A existência do convênio implica a delegação pela União da competência para inscrição, cobrança e defesa relativa ao ICMS ou ao ISS, quando esses tributos estiverem incluídos no Simples Nacional. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 41, § 3°) Alterado pela Resolução CGSN n° 108/2013 (DOU de 18.07.2013) efeitos a partir de 18.07.2013 Redação Anterior

§ 1° A delegação prevista no caput dar-se-á sem prejuízo da possibilidade de a União, representada pela PGFN, integrar a demanda na qualidade de interessada. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 41, § 3°) Alterado pela Resolução CGSN n° 108/2013 (DOU de 18.07.2013) efeitos a partir de 18.07.2013 Redação Anterior

§ 2° Na hipótese deste artigo, não se aplica o disposto no § 5° do art. 125. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 41, § 3°)

§ 3° Depois da transferência dos dados relativos aos débitos de ICMS ou de ISS ao Estado ou Município que tenha firmado o convênio de que trata o caput, a responsabilidade pela sua admi-nistração fica transferida ao respectivo ente federado, observados os termos do citado convênio. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 41, § 3°) Acrescentado pela Resolução CGSN n° 098/2012 (DOU de 19.03.2012) vigência a partir de 19.03.2012

Seção V
Da Legitimidade Ativa

Art. 128. À exceção da execução fiscal, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios possuem legitimidade ativa para ingressar com as ações que entenderem cabíveis contra a ME ou EPP optante pelo Simples Nacional, independentemente da celebração do convênio previsto no art. 126. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 2°, inciso I e § 6°)

TÍTULO IV
DAS DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS

CAPÍTULO I
DAS DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS

Art. 129. Enquanto não disponibilizado o Sefisc, deverão ser utilizados os procedimentos administrativos fiscais previstos na legislação de cada ente federado, observado o disposto nos arts. 125 e 126. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 33, § 4°)  

§ 1° As ações fiscais abertas pelos entes federados em seus  respectivos sistemas de controle deverão ser registradas no Sefisc. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 33, § 4°)

§ 2° A ação  fiscal e o lançamento serão realizados tão somente em relação aos tributos de competência de cada ente federado.(Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 33, § 4°)

§ 3° Na hipótese do § 2°, a apuração do crédito tributário deverá observar as disposições da Seção IV do Capítulo II do Título I, relativas ao cálculo dos tributos devidos. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 18, caput e §§ 5° a 5°-G; art. 33, § 4°)

§ 4° Deverão ser utilizados os documentos de autuação e lançamento fiscal específicos de cada ente federado. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 33, § 4°)

§ 5° O valor apurado na ação fiscal deverá ser pago por meio de documento de arrecadação de cada ente federado. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 33, § 4°)

§ 6° O documento de autuação e lançamento fiscal poderá também ser lavrado somente em relação ao estabelecimento objeto da ação fiscal. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 33, § 4°)

§ 7° Aplica-se a este artigo o disposto nos arts. 86 e 87. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 35)

§ 8° Observado o disposto neste artigo, depois da disponibilização do Sefisc poderão ser utilizados alternativamente os procedimentos administrativos fiscais previstos na legislação de cada ente federado: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 33, § 4°) Alterado pela Resolução CGSN n° 125/2015 (DOU de 09.12.2015), efeitos a partir de 09.12.2015 Redação Anterior

I - para fatos geradores ocorridos: Alterado pela Resolução CGSN n° 125/2015 (DOU de 09.12.2015), efeitos a partir de 09.12.2015 Redação Anterior

a) de 1° de janeiro de 2012 a 31 de dezembro de 2014, até 31 de dezembro de 2018; Alterado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018 Redação Anterior

b) a partir de 1° de janeiro de 2015, até 31 de dezembro de 2018; Alterado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018 Redação Anterior

II - para todos os fatos geradores, até 31 de dezembro de 2018, nas seguintes situações: Alterado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018 Redação Anterior

a) declaração incorreta de valor fixo pelo contribuinte;

b) ações fiscais relativas ao SIMEI;

c) na hipótese de desconsideração, de ofício, da opção pelo Regime de Caixa, na forma do art. 71;

d) apuração de omissão de receita prevista no art. 83.

Art. 130. A EPP optante pelo Simples Nacional em 31 de dezembro de 2011 que durante o ano-calendário de 2011 auferir receita bruta total anual entre R$ 2.400.000,01 (dois milhões, quatrocentos mil reais e um centavo) e R$ 3.600.000,00 (três milhões e seiscentos mil reais) continuará automaticamente incluída no Simples Nacional com efeitos a partir de 1° de janeiro de 2012, ressalvado o direito de exclusão por comunicação da optante. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 79-E)

 Art. 130-A. Os débitos apurados na forma do Simples Nacional até o ano-calendário 2013, inscritos em Dívida Ativa da União, poderão ser parcelados mediante regramento diverso do estabelecido na Seção VI do Capítulo II, Título I desta Resolução. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 21, § 15) Alterado pela Resolução CGSN n° 127/2016 (DOU de 10.05.2016), efeitos a partir de 10.05.2016 Redação Anterior

Parágrafo único. As regras aplicáveis ao parcelamento dos débitos referidos no caput serão definidas mediante portaria a ser editada pela Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 21, § 15) Alterado pela Resolução CSGN n° 104 / 2012 (DOU de 18.12.2012) , efeitos a partir de 18.12.2012 Redação Anterior

Art. 130-B. Consideram-se transmitidas em 31 de março de 2013 as informações prestadas no PGDAS-D entre os dias 1° e 5 de abril de 2013, relativas aos meses do ano de 2012. Acrescentado pela Resolução CGSN n° 106/2013 (DOU de 08.04.2013) efeitos a partir de 08.04.2013

Art. 130-C. Fica a RFB autorizada a, em relação ao parcelamento de débitos do Simples Nacional, incluídos os relativos ao SIMEI: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 21, § 15) Alterado pela Resolução CGSN n° 133/2017 (DOU de 16.06.2017), efeitos a partir de 16.06.2017 Redação Anterior

I - solicitado até 31 de outubro de 2014, fazer a consolidação da dívida considerando-se todos os débitos até a data definida pela RFB;

II - solicitado entre 1° de novembro de 2014 e 31 de dezembro de 2018: Alterado pela Resolução CGSN n° 133/2017 (DOU de 16.06.2017), efeitos a partir de 16.06.2017 Redação Anterior

a) fazer a consolidação na data do pedido;

b) disponibilizar a primeira parcela para emissão e pagamento;

c) não aplicar o disposto no § 1° do art. 53;

d) permitir 1 (um) pedido de parcelamento por ano-calendário, devendo o contribuinte desistir previamente de eventual parcelamento em vigor. Alterado pela Resolução CGSN n° 133/2017 (DOU de 16.06.2017), efeitos a partir de 16.06.2017 Redação Anterior

Parágrafo único. O limite de que trata a alínea "d" do inciso II do caput fica alterado para 2 (dois) durante o período previsto para a opção pelo parcelamento de que trata o art. 9° da Lei Complementar n° 155, de 2016. Acrescentado pela Resolução CGSN n° 131/2016 (DOU de 12.12.2016), efeitos a partir de 12.12.2016

Art. 130-D. A partir de 1° de janeiro de 2015 somente terão validade os atos de adoção de valor fixo mensal para recolhimento do ICMS ou do ISS, editados pelos entes federados, que atendam às alterações trazidas pela Lei Complementar n° 147, de 7 de agosto de 2014, na forma estabelecida no art. 33 desta Resolução. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 2°, inciso I e § 6°; art. 18, §§ 18 e 18-A; Lei Complementar n° 147, de 2014, art. 15, inciso I) Acrescentado pela Resolução CGSN n° 115/2014 (DOU de 08.09.2014) efeitos a partir de 08.09.2014

Art. 130-E. O deferimento de opção pelo Simples Nacional apresentada por ME ou EPP na condição de empresa em início de atividade com data de abertura no CNPJ no ano de 2014, que possua atividade só permitida ao regime a partir de 1° de janeiro de 2015, produzirá efeitos a partir dessa data, não se aplicando a data de efeito estabelecida no inciso V do § 5° do art. 6°, observado o disposto no § 7° do mesmo artigo." (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 2°, inciso I e § 6°; art. 16, caput; Lei Complementar n° 147, de 7 de agosto de 2014, art. 15, inciso I) Acrescentado pela Resolução CGSN n° 119/2014 (DOU de 24.12.2014) efeitos a partir de 01.01.2015

Art. 130-F. A EPP optante pelo Simples Nacional em 31 de dezembro de 2017 que durante o ano-calendário de 2017 auferir receita bruta total anual entre R$ 3.600.000,01 (três milhões, seiscentos mil reais e um centavo) e R$ 4.800.000,00 (quatro milhões e oitocentos mil reais), continuará automaticamente incluída no Simples Nacional com efeitos a partir de 1° de janeiro de 2018, com impedimento de recolher o ICMS e o ISS no Simples Nacional nos termos do art. 12, e ressalvado o direito de exclusão por comunicação da optante. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 79-E) Acrescentado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 28.08.2017

§ 1° Na hipótese de a receita bruta anual acumulada em 2017 ultrapassar em mais de 20% (vinte por cento) o limite de R$ 3.600.000,00 (três milhões e seiscentos mil reais), o contribuinte deverá comunicar sua exclusão de forma tempestiva e, desde que não ultrapasse o valor de R$ 4.800.000,00 (quatro milhões e oitocentos mil reais), poderá apresentar novo pedido de opção em janeiro de 2018. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 16, caput; art. 79-E) Acrescentado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 28.08.2017

§ 2° No caso de início de atividade no ano-calendário de 2017, cada um dos limites previstos no caput e no § 1° serão proporcionalizados. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 79-E) Acrescentado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 28.08.2017

Art. 130-G. O MEI enquadrado no SIMEI em 31 de dezembro de 2017 que durante o ano-calendário de 2017 auferir receita bruta total anual entre R$ 60.000,01 (sessenta mil reais e um centavo) e R$ 81.000,00 (oitenta e um mil reais), continuará automaticamente enquadrado no SIMEI com efeitos a partir de 1° de janeiro de 2018, ressalvado o direito de desenquadramento por comunicação do contribuinte. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 2°, inciso I e § 6°) Acrescentado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 28.08.2017

§ 1° Na hipótese de a receita bruta anual acumulada em 2017 ultrapassar em mais de 20% (vinte por cento) o limite de R$ 60.000,00 (sessenta mil reais), o contribuinte deverá comunicar seu desenquadramento de forma tempestiva e, desde que não ultrapasse o valor de R$ 81.000,00 (oitenta e um mil reais), poderá apresentar novo pedido de opção pelo SIMEI em janeiro de 2018. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 2°, inciso I e § 6°) Acrescentado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 28.08.2017

§ 2° No caso de início de atividade no ano-calendário de 2017, cada um dos limites previstos no caput e no § 1° serão proporcionalizados. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 2°, inciso I e § 6°) Acrescentado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 28.08.2017

Art. 130-H. Ficam convalidados os atos referentes à apuração e ao recolhimento dos impostos e das contribuições da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios no Simples Nacional, inclusive em relação às obrigações acessórias, pelas empresas que desenvolvem atividades de prestação de serviço de controle de vetores e pragas, até 28 de outubro de 2016. (Lei Complementar n° 155, de 2016, art. 4°) Acrescentado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 28.08.2017

Parágrafo único. A convalidação de que trata o caput não afasta as competências de que trata o art. 77. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 33, § 4°) Acrescentado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 28.08.2017

CAPÍTULO II
DAS DISPOSIÇÕES FINAIS

Seção I
Da Isenção do Imposto de Renda sobre Valores Pagos a Titular ou Sócio

Art. 131. Consideram-se isentos do imposto de renda na fonte e na declaração de ajuste do beneficiário os valores efetivamente pagos ou distribuídos ao titular ou sócio da ME ou EPP optante pelo Simples Nacional, salvo os que corresponderem a prólabore, aluguéis ou serviços prestados. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 14, caput)

§ 1° A isenção de que trata o caput fica limitada ao valor resultante da aplicação dos percentuais de que trata o art. 15 da Lei n° 9.249, de 26 de dezembro de 1995, sobre a receita bruta mensal, no caso de antecipação de fonte, ou da receita bruta total anual, tratando-se de declaração de ajuste, subtraído do valor devido na forma do Simples Nacional no período, relativo ao IRPJ. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 14, § 1°)

§ 2° O disposto no § 1° não se aplica na hipótese de a ME ou EPP manter escrituração contábil e evidenciar lucro superior àquele, limite. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 14, § 2°)

§ 3° O disposto neste artigo se aplica ao MEI. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 3°, inciso I; art. 18-A, § 1°)

Seção II
Da Tributação dos Valores Diferidos

Art. 132. O pagamento dos tributos relativos a períodos anteriores à opção pelo Simples Nacional, cuja tributação tenha sido diferida, deverá ser efetuado no prazo estabelecido na legislação do ente federado detentor da respectiva competência tributária. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 2°, inciso I e § 6°)

Seção III
Das Normas Específicas Aplicáveis a Tributos não Abrangidos pelo Simples Nacional
Alterado pela Resolução CGSN n° 122/2015 (DOU de 01.09.2015), efeitos a partir de 01.09.2015 Redação Anterior

Subseção I
Do Cálculo da CPP não Incluída no Simples Nacional
Acrescentado pela Resolução CGSN n° 122/2015 (DOU de 01.09.2015), efeitos a partir de 01.09.2015

Art. 133. O valor devido da Contribuição para a Seguridade Social destinada à Previdência Social, a cargo da pessoa jurídica, não incluído no Simples Nacional, seguirá orientação de norma específica da RFB. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 13, inciso IV; art. 33, § 2°)

Parágrafo único. Aplica -se o disposto no caput na hipótese de a ME ou a EPP auferir receitas sujeitas ao Anexo IV desta Resolução, de forma isolada ou concomitantemente com receitas sujeitas aos Anexos I, II, III ou V desta Resolução. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 13, inciso IV; art. 33, § 2°) Alterado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018 Redação Anterior

Art. 133-A. Na hipótese de a base de cálculo da Contribuição descrita no art. 133 ser estabelecida, total ou parcialmente, na forma prevista nos arts. 7° e 8° da Lei n° 12.546, de 14 de dezembro de 2011, a RFB poderá determinar que o recolhimento correspondente seja efetuado por meio de DAS gerado pelo PGDASD, observado o vencimento previsto no art. 38. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 2°, inciso II e § 6°) Acrescentado pela Resolução CGSN n° 109/2013 (DOU de 28.08.2013) efeitos a partir de 28.08.2013

Parágrafo único. No caso de a empresa exercer atividades mistas, o recolhimento de que trata o caput não poderá afetar a base de cálculo e os percentuais da CPP devida no Simples Nacional. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 24, parágrafo único)

Subseção II
Do Prazo Mínimo de Recolhimento do ICMS Devido por Substituição Tributária, Tributação Concentrada em uma Única Etapa (Monofásica) e por Antecipação Tributária
Acrescentado pela Resolução CGSN n° 122/2015 (DOU de 01.09.2015), efeitos a partir de 01.09.2015

Art. 133-B. A partir de 1° de janeiro de 2016, os Estados e o Distrito Federal deverão observar o prazo mínimo de 60 (sessenta) dias, contado a partir do primeiro dia do mês do fato gerador da obrigação tributária, para estabelecer a data de vencimento do ICMS devido por substituição tributária, tributação concentrada em uma única etapa (monofásica) e por antecipação tributária com ou sem encerramento de tributação, nas hipóteses em que a responsabilidade recair sobre operações ou prestações subsequentes. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 21-B) Acrescentado pela Resolução CGSN n° 122/2015 (DOU de 01.09.2015), efeitos a partir de 01.09.2015

Parágrafo único. O disposto no caput: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 2°, inciso I e § 6°; e art. 21-B) Acrescentado pela Resolução CGSN n° 122/2015 (DOU de 01.09.2015), efeitos a partir de 01.09.2015

I - aplica-se na hipótese de a ME ou EPP optante estar obrigada ao recolhimento do imposto diretamente ao Estado ou ao Distrito Federal, na forma da respectiva legislação, observado o disposto no inciso V do art. 94;

II - não se aplica:

a) no caso de a ME ou EPP estar impedida de recolher o ICMS no Simples Nacional nos termos do art. 12;

b) quando o contribuinte optante se encontrar em situação irregular, conforme definido na legislação da respectiva unidade federada.

Seção IV
Do Roubo, Furto, Extravio, Deterioração, Destruição ou Inutilização

Art. 134. Em caso de roubo, furto, extravio, deterioração, destruição ou inutilização de mercadorias, bens do ativo permanente imobilizado, livros contábeis ou fiscais, documentos fiscais, equipamentos  emissores de cupons fiscais e de quaisquer papéis ligados à escrituração, a ME ou EPP optante pelo Simples Nacional deverá adotar as providências previstas na legislação dos entes federados que jurisdicionarem o estabelecimento. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 2°, inciso I e § 6°)

Seção V
Do Portal

Art. 135. O Portal do Simples Nacional na internet contém as informações e os aplicativos relacionados ao Simples Nacional, podendo ser acessado por meio da página da RFB na internet, endereço eletrônico <http://www.receita.fazenda.gov.br>, sendo facultada sua disponibilização por links nos endereços eletrônicos vinculados à União, Estados, Distrito Federal, Municípios, ao  Confaz, à Associação Brasileira das Secretarias de Finanças das Capitais (Abrasf) e à Confederação Nacional dos Municípios (CNM). (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 2°, inciso I e § 6°)

Seção VI
Da Certificação Digital dos Entes Federados

Art. 136. Os servidores da União, dos Estados, do Distrito  Federal e dos Municípios deverão dispor de certificação digital para ter acesso à base de dados do Simples Nacional, no âmbito de suas respectivas competências, em especial para: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 2°, inciso I e § 6°)

I - deferimento ou indeferimento de opções;

II - cadastramento de fiscalizações, lançamentos e contencioso administrativo;

III - inclusão, exclusão, alteração e consulta de informações;

IV - importação e exportação de arquivos de dados.

Art. 137. A especificação dos perfis de acesso aos aplicativos e à base de dados do Simples Nacional será estabelecida por meio de portaria da Secretaria-Executiva do CGSN. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 2°, inciso I e § 6°)

Art. 138. O processo de cadastramento dos usuários dos entes federados para acesso ao Simples Nacional, conforme previsto no art. 136, dar-se-á da seguinte forma: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 2°, inciso I e § 6°)

I - o cadastramento do usuário-mestre será efetuado por meio de aplicativo, disponível na página de acesso para os entes federados, no Portal do Simples Nacional, observado o disposto nos §§ 3° e 4°;

II - o usuário-mestre poderá cadastrar diretamente outros usuários ou, se preferir, cadastrar usuários-cadastradores;

III - os demais usuários serão cadastrados pelos usuários-cadastradores.

§ 1° A atribuição de perfis de acesso a cada tipo de usuário caberá: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 2°, inciso I e § 6°)

I - ao usuário-mestre, em relação aos usuários-cadastradores e outros usuários;

II - aos usuários-cadastradores, em relação aos outros usuários.

§ 2° Todos os níveis de usuários, no âmbito da União, Estados, Distrito Federal e Municípios, deverão possuir certificação digital. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 2°, inciso I e § 6°)

§ 3° Inicialmente, o usuário-mestre será o representante do ente federado no cadastro do Fundo de Participação dos Estados (FPE) ou do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), denominado "responsável pelo FPEM". (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 2°, inciso I e § 6°)

§ 4° São aptos a alterar o usuário-mestre, por meio do aplicativo previsto no inciso I do caput: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 2°, inciso I e § 6°)

I - o "responsável pelo FPEM";

II - o usuário-mestre que se encontrar cadastrado, para designar um novo usuário-mestre.

§ 5° A substituição do usuário-mestre poderá ser oficiada diretamente ao Presidente do CGSN, quando, por questões circunstanciais, não for possível a utilização do aplicativo tratado no inciso I do caput: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 2°, inciso I e § 6°)

I - pelo titular do ente federado; ou

II - pelo titular do órgão de administração tributária, hipótese em que deverá ser anexada cópia do ato designatório.

§ 6° No ofício a que se refere o § 5° deverá constar o nome completo, o cargo e o respectivo número de inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) do usuário-mestre designado. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 2°, inciso I e § 6°)

Seção VII
Do Sumário
Alterado pela Resolução CGSN n° 125/2015 (DOU de 09.12.2015), efeitos a partir de 09.12.2015 Redação Anterior

Art. 139. O Sumário das normas desta Resolução consta do Anexo XIV. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 2°, inciso I e § 6°) Alterado pela Resolução CGSN n° 125/2015 (DOU de 09.12.2015), efeitos a partir de 09.12.2015 Redação Anterior

Seção VIII
Da Vigência e da Revogação de Atos Normativos

Art. 140. Esta Resolução entra em vigor na data da sua publicação, produzindo efeitos a partir de 1° de janeiro de 2012. (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 2°, inciso I e § 6°)

Art. 141. Ficam revogados os arts. ao , 13 e 14 e Anexos I e II da Resolução CGSN n° 11, de 23 de julho de 2007, bem como as seguintes Resoluções do CGSN: (Lei Complementar n° 123, de 2006, art. 2°, inciso I e § 6°)

I - Resolução CGSN n° 4, de 30 de maio de 2007;

II - Resolução CGSN n° 6, de 18 de junho de 2007;

III - Resolução CGSN n° 8, de 18 de junho de 2007;

IV - Resolução CGSN n° 10, de 28 de junho de 2007;

V - Resolução CGSN n° 13, de 23 de julho de 2007;

VI - Resolução CGSN n° 15, de 23 de julho de 2007;

VII - Resolução CGSN n° 18, de 10 de agosto de 2007;

VIII - Resolução CGSN n° 30, de 7 de fevereiro de 2008;

IX - Resolução CGSN n° 34, de 17 de março de 2008;

X - Resolução CGSN n° 38, de 1° de setembro de 2008;

XI - Resolução CGSN n° 39, de 1° de setembro de 2008;

XII - Resolução CGSN n° 51, de 22 de dezembro de 2008;

XIII - Resolução CGSN n° 52, de 22 de dezembro de 2008;

XIV - Resolução CGSN n° 58, de 27 de abril de 2009;

XV - Resolução CGSN n° 92, de 18 de novembro de 2011.

CARLOS ALBERTO FREITAS BARRETO
Presidente do Comitê

ANEXO I
(art. 25-A, § 1°, inciso I) (vigência: 01/01/2018)
Alterado pela
Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018 Redação Anterior

Alíquotas e Partilha do Simples Nacional - Comércio

Receita Bruta em 12 Meses (em R$) Alíquota Nominal Valor a Deduzir (em R$)
1ª Faixa Até 180.000,00 4,00% -
2ª Faixa De 180.000,01 a 360.000,00 7,30% 5.940,00
3ª Faixa De 360.000,01 a 720.000,00 9,50% 13.860,00
4ª Faixa De 720.000,01 a 1.800.000,00 10,70% 22.500,00
5ª Faixa De 1.800.000,01 a 3.600.000,00 14,30% 87.300,00
6ª Faixa De 3.600.000,01 a 4.800.000,00 19,00% 378.000,00

 

Faixas   Percentual de Repartição dos Tributos
IRPJ CSLL Cofins PIS/Pasep CPP ICMS (*)
1ª Faixa 5,50% 3,50% 12,74% 2,76% 41,50% 34,00%
2ª Faixa 5,50% 3,50% 12,74% 2,76% 41,50% 34,00%
3ª Faixa 5,50% 3,50% 12,74% 2,76% 42,00% 33,50%
4ª Faixa 5,50% 3,50% 12,74% 2,76% 42,00% 33,50%
5ª Faixa 5,50% 3,50% 12,74% 2,76% 42,00% 33,50%
6ª Faixa 13,50% 10,00% 28,27% 6,13% 42,10% -

 

(*) Com relação ao ICMS, quando o valor do RBT12 for superior ao limite da 5ª faixa, para a parcela que não ultrapassar o sublimite, o percentual efetivo desse imposto será calculado conforme segue: (RBT12 x 14,30%) - R$ 87.300,00]/RBT12} x 33,5%.

ANEXO II
(art. 25-A, § 1°, inciso II) (vigência: 01/01/2018)
Alterado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018 Redação Anterior

Alíquotas e Partilha do Simples Nacional - Indústria

Receita Bruta em 12 Meses (em R$) Alíquota Nominal Valor a Deduzir (em R$)
1ª Faixa Até 180.000,00 4,50% -
2ª Faixa De 180.000,01 a 360.000,00 7,80% 5.940,00
3ª Faixa De 360.000,01 a 720.000,00 10,00% 13.860,00
4ª Faixa De 720.000,01 a 1.800.000,00 11,20% 22.500,00
5ª Faixa De 1.800.000,01 a 3.600.000,00 14,70% 85.500,00
6ª Faixa De 3.600.000,01 a 4.800.000,00 30,00% 720.000,00

 

Faixas Percentual de Repartição dos Tributos
IRPJ CSLL Cofins PIS/Pasep CPP IPI ICMS
1ª Faixa 5,50% 3,50% 11,51% 2,49% 37,50% 7,50% 32,00%
2ª Faixa 5,50% 3,50% 11,51% 2,49% 37,50% 7,50% 32,00%
3ª Faixa 5,50% 3,50% 11,51% 2,49% 37,50% 7,50% 32,00%
4ª Faixa 5,50% 3,50% 11,51% 2,49% 37,50% 7,50% 32,00%
5ª Faixa 5,50% 3,50% 11,51% 2,49% 37,50% 7,50% 32,00%
6ª Faixa 8,50% 7,50% 20,96% 4,54% 23,50% 35,00% -

 

Para atividade com incidência simultânea de IPI e ISS: (inciso VIII do art. 25-A)

Com relação ao ISS, quando o percentual efetivo do ISS for superior a 5%, o resultado limitar-se-á a 5%, transferindo-se a diferença para os tributos federais, de forma proporcional aos percentuais abaixo. Os percentuais redistribuídos serão acrescentados aos percentuais efetivos de cada tributo federal da respectiva faixa.

Quando o valor do RBT12 for superior ao limite da 5ª faixa, para a parcela que não ultrapassar o sublimite, o percentual efetivo do ISS será calculado conforme segue: (RBT12 x 21%) - R$ 125.640,00]/RBT12} x 33,5%.

O percentual efetivo resultante também ficará limitado a 5%, redistribuindo-se eventual diferença para os tributos federais na forma acima prevista, de acordo com os seguintes percentuais:

Redistribuição do ISS excedente

IRPJ CSLL Cofins PIS/Pasep CPP IPI TOTAL
8,09% 5,15% 16,93% 3,66% 55,14% 11,03% 100%

ANEXO III
(art. 25-A, § 1°, incisos III e V) (vigência: 01/01/2018)
Alterado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018 Redação Anterior

Alíquotas e Partilha do Simples Nacional - Receitas de locação de bens móveis e de prestação de serviços descritos no inciso III do § 1° do art. 25-A, e serviços descritos no inciso V quando o fator "r" for igual ou superior a 28%

Receita Bruta em 12 Meses (em R$) Alíquota Nominal Valor a Deduzir (em R$)
1ª Faixa Até 180.000,00 6,00% -
2ª Faixa De 180.000,01 a 360.000,00 11,20% 9.360,00
3ª Faixa De 360.000,01 a 720.000,00 13,50% 17.640,00
4ª Faixa De 720.000,01 a 1.800.000,00 16,00% 35.640,00
5ª Faixa De 1.800.000,01 a 3.600.000,00 21,00% 125.640,00
6ª Faixa De 3.600.000,01 a 4.800.000,00 33,00% 648.000,00

 

Faixas Percentual de Repartição dos Tributos
IRPJ CSLL Cofins PIS/Pasep CPP ISS (*)
1ª Faixa 4,00% 3,50% 12,82% 2,78% 43,40% 33,50%
2ª Faixa 4,00% 3,50% 14,05% 3,05% 43,40% 32,00%
3ª Faixa 4,00% 3,50% 13,64% 2,96% 43,40% 32,50%
4ª Faixa 4,00% 3,50% 13,64% 2,96% 43,40% 32,50%
5ª Faixa 4,00% 3,50% 12,82% 2,78% 43,40% 33,50% (*)
6ª Faixa 35,00% 15,00% 16,03% 3,47% 30,50% -

 

(*) Quando o percentual efetivo do ISS for superior a 5%, o resultado limitar-se-á a 5%, transferindo-se a diferença para os tributos federais, de forma proporcional aos percentuais abaixo.

Os percentuais redistribuídos serão acrescentados aos percentuais efetivos de cada tributo federal da respectiva faixa.

Quando o valor do RBT12 for superior ao limite da 5ª faixa, para a parcela que não ultrapassar o sublimite, o percentual efetivo do ISS será calculado conforme segue: (RBT12 x 21%) - R$ 125.640,00]/RBT12} x 33,5%.

Esse percentual também ficará limitado a 5%, redistribuindo-se eventual diferença para os tributos federais na forma acima prevista, de acordo com os seguintes percentuais:

Redistribuição do ISS excedente IRPJ CSLL COFINS PIS/PSEP CPP TOTAL
6,02% 5,26% 19,28% 4,18% 65,26% 100%

ANEXO IV
(art. 25-A, § 1°, inciso IV) (vigência: 01/01/2018)
Alterado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018 Redação Anterior

Alíquotas e Partilha do Simples Nacional - Receitas decorrentes da prestação de serviços relacionados no inciso IV do § 1° do art. 25-A

Receita Bruta em 12 Meses (em R$) Alíquota Nominal Valor a Deduzir (em R$)
1ª Faixa Até 180.000,00 4,50% -
2ª Faixa De 180.000,01 a 360.000,00 9,00% 8.100,00
3ª Faixa De 360.000,01 a 720.000,00 10,20% 12.420,00
4ª Faixa De 720.000,01 a 1.800.000,00 14,00% 39.780,00
5ª Faixa De 1.800.000,01 a 3.600.000,00 22,00% 183.780,00
6ª Faixa De 3.600.000,01 a 4.800.000,00 33,00% 828.000,00

 

Faixas Percentual de Repartição dos Tributos
IRPJ CSLL Cofins PIS/Pasep ISS (*)
1ª Faixa 18,80% 15,20% 17,67% 3,83% 44,50%
2ª Faixa 19,80% 15,20% 20,55% 4,45% 40,00%
3ª Faixa 20,80% 15,20% 19,73% 4,27% 40,00%
4ª Faixa 17,80% 19,20% 18,90% 4,10% 40,00%
5ª Faixa 18,80% 19,20% 18,08% 3,92% 40,00% (*)
6ª Faixa 53,50% 21,50% 20,55% 4,45% -

(*) O percentual efetivo máximo devido ao ISS será de 5%, transferindo-se a diferença, de forma proporcional, aos tributos federais da mesma faixa de receita bruta anual. Sendo assim, na 5ª faixa, quando a alíquota efetiva for superior a 12,5%, a repartição será:

Faixa IRPJ CSLL Cofins PIS/Pasep  ISS
5ª Faixa, com alíquota efetiva superior a 12,5% (Alíquota efetiva - 5%) x 31,33% (Alíquota efetiva - 5%) x 32,00% (Alíquota efetiva - 5%) x 30,13% (Alíquota efetiva - 5%) x 6,54% Percentual de ISS fixo em 5%

 

(*) Quando o percentual efetivo do ISS for superior a 5%, o resultado limitar-se-á a 5%, transferindo-se a diferença para os tributos federais, de forma proporcional aos percentuais abaixo. Os percentuais redistribuídos serão acrescentados aos percentuais efetivos de cada tributo federal da respectiva faixa.

Quando o valor do RBT12 for superior ao limite da 5ª faixa, para a parcela que não ultrapassar o sublimite, o percentual efetivo do ISS será calculado conforme segue: (RBT12 x 22%) - R$ 183.780,00]/RBT12} x 40%.

Esse percentual também ficará limitado a 5%, redistribuindo-se eventual diferença para os tributos federais na forma acima prevista, de acordo com os seguintes percentuais:

Redistribuição do ISS excedente IRPJ CSLL COFINS PIS/PASEP TOTAL
31,33% 32% 30,13% 6,54% 100%

ANEXO V
(art. 25-A, § 1°, inciso V) (vigência: 01/01/2018)
Alterado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018 Redação Anterior

Alíquotas e Partilha do Simples Nacional - Receitas de prestação de serviços descritos no inciso V do § 1° do art. 25-A, quando o fator "r" for inferior a 28%

Receita Bruta em 12 Meses (em R$) Alíquota Nominal Valor a Deduzir (em R$)
1ª Faixa Até 180.000,00 15,50% -
2ª Faixa De 180.000,01 a 360.000,00 18,00% 4.500,00
3ª Faixa De 360.000,01 a 720.000,00 19,50% 9.900,00
4ª Faixa De 720.000,01 a 1.800.000,00 20,50% 17.100,00
5ª Faixa De 1.800.000,01 a 3.600.000,00 23,00% 62.100,00
6ª Faixa De 3.600.000,01 a 4.800.000,00 30,50% 540.000,00

 

Faixas Percentual de Repartição dos Tributos
IRPJ CSLL Cofins PIS/Pasep CPP ISS (*)
1ª Faixa 25,00% 15,00% 14,10% 3,05% 28,85% 14,00%
2ª Faixa 23,00% 15,00% 14,10% 3,05% 27,85% 17,00%
3ª Faixa 24,00% 15,00% 14,92% 3,23% 23,85% 19,00%
4ª Faixa 21,00% 15,00% 15,74% 3,41% 23,85% 21,00%
5ª Faixa 23,00% 12,50% 14,10% 3,05% 23,85% 23,50%
6ª Faixa 35,00% 15,50% 16,44% 3,56% 29,50% -

 

(*) Quando o percentual efetivo do ISS for superior a 5%, o resultado limitar-se-á a 5%, transferindo-se a diferença para os tributos federais, de forma proporcional aos percentuais abaixo. Os percentuais redistribuídos serão acrescentados aos percentuais efetivos de cada tributo federal da respectiva faixa.

Quando o valor do RBT12 for superior ao limite da 5ª faixa, para a parcela que não ultrapassar o sublimite, o percentual efetivo do ISS será calculado conforme segue: RBT12 x 23%) - R$ 62.100,00]/RBT12} x 23,5%.

Esse percentual também ficará limitado a 5%, redistribuindo-se eventual diferença para os tributos federais na forma acima prevista, de acordo com os seguintes percentuais:

Redistribuição do ISS excedente

IRPJ CSLL COFINS PIS/PASEP CPP TOTAL
30,07% 16,34% 18,43% 3,99% 31,17% 100%

 

Anexo V-A
Revogado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018 Redação Anterior

ANEXO VI
Alterado pela Resolução CGSN n° 117/2014 (DOU de 05.12.2014) efeitos a partir de 01.01.2015 Redação Anterior
(art. 8°, § 1°)
Códigos previstos na CNAE impeditivos ao Simples Nacional
(Vigência: 01/01/2015)

Subclasse CNAE 2.0 DENOMINAÇÃO
1111-9/01

Suprimido pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018 Redação Anterior

1111-9/02

Suprimido pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018 Redação Anterior

1112-7/00

Suprimido pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018 Redação Anterior

1113-5/01

Suprimido pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018 Redação Anterior

1113-5/02

Suprimido pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018 Redação Anterior

1220-4/01

FABRICAÇÃO DE CIGARROS

1220-4/02

FABRICAÇÃO DE CIGARRILHAS E CHARUTOS

1220-4/03

FABRICAÇÃO DE FILTROS PARA CIGARROS

2092-4/01

FABRICAÇÃO DE PÓLVORAS, EXPLOSIVOS E DETONANTES

2550-1/01

FABRICAÇÃO DE EQUIPAMENTO BÉLICO PESADO, EXCETO VEÍCULOS MILITARES DE COMBATE

2550-1/02

FABRICAÇÃO DE ARMAS DE FOGO, OUTRAS ARMAS E MUNIÇÕES

2910-7/01

FABRICAÇÃO DE AUTOMÓVEIS, CAMIONETAS E UTILITÁRIOS

3091-1/01

FABRICAÇÃO DE MOTOCICLETAS

3511-5/01

GERAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA

3511-5/02

ATIVIDADES DE COORDENAÇÃO E CONTROLE DA OPERAÇÃO DA GERAÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA

3512-3/00

TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA

3513-1/00

COMÉRCIO ATACADISTA DE ENERGIA ELÉTRICA

3514-0/00

DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA

4110-7/00

INCORPORAÇÃO DE EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS

4635-4/99

Suprimido pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018 Redação Anterior

4636-2/02

COMÉRCIO ATACADISTA DE CIGARROS, CIGARRILHAS E CHARUTOS

4912-4/01

TRANSPORTE FERROVIÁRIO DE PASSAGEIROS INTERMUNICIPAL E INTERESTADUAL

4922-1/01

TRANSPORTE RODOVIÁRIO COLETIVO DE PASSAGEIROS, COM ITINERÁRIO FIXO, INTERMUNICIPAL, EXCETO EM REGIÃO METROPOLITANA

4922-1/02

TRANSPORTE RODOVIÁRIO COLETIVO DE PASSAGEIROS, COM ITINERÁRIO FIXO, INTERESTADUAL

4929-9/04

Suprimido pela Resolução CGSN n° 119/2014 (DOU de 24.12.2014) efeitos a partir de 01.01.2015 Redação Anterior

4929-9/99

Suprimido pela Resolução CGSN n° 119/2014 (DOU de 24.12.2014) efeitos a partir de 01.01.2015 Redação Anterior

5011-4/02

Suprimido pela Resolução CGSN n° 119/2014 (DOU de 24.12.2014) efeitos a partir de 01.01.2015 Redação Anterior

5310-5/01

ATIVIDADES DO CORREIO NACIONAL

6022-5/02

Suprimido pela Resolução CGSN n° 119/2014 (DOU de 24.12.2014) efeitos a partir de 01.01.2015 Redação Anterior

6204-0/00

Suprimido pela Resolução CGSN n° 119/2014 (DOU de 24.12.2014) efeitos a partir de 01.01.2015 Redação Anterior

6410-7/00

BANCO CENTRAL

6421-2/00

BANCOS COMERCIAIS

6422-1/00

BANCOS MÚLTIPLOS, COM CARTEIRA COMERCIAL

6423-9/00

CAIXAS ECONÔMICAS

6424-7/01

BANCOS COOPERATIVOS

6424-7/02

COOPERATIVAS CENTRAIS DE CRÉDITO

6424-7/03

COOPERATIVAS DE CRÉDITO MÚTUO

6424-7/04

COOPERATIVAS DE CRÉDITO RURAL

6431-0/00

BANCOS MÚLTIPLOS, SEM CARTEIRA COMERCIAL

6432-8/00

BANCOS DE INVESTIMENTO

6433-6/00

BANCOS DE DESENVOLVIMENTO

6434-4/00

AGÊNCIAS DE FOMENTO

6435-2/01

SOCIEDADES DE CRÉDITO IMOBILIÁRIO

6435-2/02

ASSOCIAÇÕES DE POUPANÇA E EMPRÉSTIMO

6435-2/03

COMPANHIAS HIPOTECÁRIAS

6436-1/00

SOCIEDADES DE CRÉDITO, FINANCIAMENTO E INVESTIMENTO - FINANCEIRAS

6437-9/00

SOCIEDADES DE CRÉDITO AO MICROEMPREENDEDOR

6438-7/01

BANCOS DE CÂMBIO

6438-7/99

OUTRAS INSTITUIÇÕES DE INTERMEDIAÇÃO NÃO MONETÁRIA NÃO ESPECIFICADAS ANTERIORMENTE

6440-9/00

ARRENDAMENTO MERCANTIL

6450-6/00

SOCIEDADES DE CAPITALIZAÇÃO

6461-1/00

HOLDINGS DE INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS

6462-0/00

HOLDINGS DE INSTITUIÇÕES NÃO FINANCEIRAS

6463-8/00

OUTRAS SOCIEDADES DE PARTICIPAÇÃO, EXCETO HOLDINGS

6470-1/01

FUNDOS DE INVESTIMENTO, EXCETO PREVIDENCIÁRIOS E IMOBILIÁRIOS

6470-1/02

FUNDOS DE INVESTIMENTO PREVIDENCIÁRIOS

6470-1/03

FUNDOS DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIOS

6491-3/00

SOCIEDADES DE FOMENTO MERCANTIL - FACTORING

6492-1/00

SECURITIZAÇÃO DE CRÉDITOS

6499-9/01

CLUBES DE INVESTIMENTO

6499-9/02

SOCIEDADES DE INVESTIMENTO

6499-9/03

FUNDO GARANTIDOR DE CRÉDITO

6499-9/04

CAIXAS DE FINANCIAMENTO DE CORPORAÇÕES

6499-9/05

CONCESSÃO DE CRÉDITO PELAS OSCIP

6499-9/99

OUTRAS ATIVIDADES DE SERVIÇOS FINANCEIROS NÃO ESPECIFICADAS ANTERIORMENTE

6511-1/01

SOCIEDADE SEGURADORA DE SEGUROS VIDA

6511-1/02

PLANOS DE AUXÍLIO-FUNERAL

6512-0/00

SOCIEDADE SEGURADORA DE SEGUROS NÃO-VIDA

6520-1/00

SOCIEDADE SEGURADORA DE SEGUROS SAÚDE

6530-8/00

RESSEGUROS

6541-3/00

PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR FECHADA

6542-1/00

PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR ABERTA

6611-8/01

BOLSA DE VALORES

6611-8/02

BOLSA DE MERCADORIAS

6611-8/03

BOLSA DE MERCADORIAS E FUTUROS

6611-8/04

ADMINISTRAÇÃO DE MERCADOS DE BALCÃO ORGANIZADOS

6612-6/01

CORRETORAS DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS

6612-6/02

DISTRIBUIDORAS DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS

6612-6/03

CORRETORAS DE CÂMBIO

6612-6/04

CORRETORAS DE CONTRATOS DE MERCADORIAS

6612-6/05

AGENTES DE INVESTIMENTOS EM APLICAÇÕES FINANCEIRAS

6619-3/01

SERVIÇOS DE LIQUIDAÇÃO E CUSTÓDIA

6619-3/03

REPRESENTAÇÕES DE BANCOS ESTRANGEIROS

6619-3/04

CAIXAS ELETRÔNICOS

6619-3/99

Suprimido pela Resolução CGSN n° 119/2014 (DOU de 24.12.2014) efeitos a partir de 01.01.2015 Redação Anterior

6810-2/02

ALUGUEL DE IMÓVEIS PRÓPRIOS

6810-2/03

LOTEAMENTO DE IMÓVEIS PRÓPRIOS

6911-7/02

ATIVIDADES AUXILIARES DA JUSTIÇA

6912-5/00

CARTÓRIOS

7820-5/00

LOCAÇÃO DE MÃO-DE-OBRA TEMPORÁRIA

7830-2/00

FORNECIMENTO E GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS PARA TERCEIROS

8112-5/00

CONDOMÍNIOS PREDIAIS

8411-6/00

ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA EM GERAL

8412-4/00

REGULAÇÃO DAS ATIVIDADES DE SAÚDE, EDUCAÇÃO, SERVIÇOS CULTURAIS E OUTROS SERVIÇOS SOCIAIS

8413-2/00

REGULAÇÃO DAS ATIVIDADES ECONÔMICAS

8421-3/00

RELAÇÕES EXTERIORES

8422-1/00

DEFESA

8423-0/00

JUSTIÇA

8424-8/00

SEGURANÇA E ORDEM PÚBLICA

8425-6/00

DEFESA CIVIL

8430-2/00

SEGURIDADE SOCIAL OBRIGATÓRIA

8550-3/01

ADMINISTRAÇÃO DE CAIXAS ESCOLARES

9411-1/00

ATIVIDADES DE ORGANIZAÇÕES ASSOCIATIVAS PATRONAIS E EMPRESARIAIS

9412-0/01

ATIVIDADES DE FISCALIZAÇÃO PROFISSIONAL

9412-0/99

OUTRAS ATIVIDADES ASSOCIATIVAS PROFISSIONAIS

9420-1/00

ATIVIDADES DE ORGANIZAÇÕES SINDICAIS

9430-8/00

ATIVIDADES DE ASSOCIAÇÕES DE DEFESA DE DIREITOS SOCIAIS

9491-0/00

ATIVIDADES DE ORGANIZAÇÕES RELIGIOSAS OU FILOSÓFICAS

9492-8/00

ATIVIDADES DE ORGANIZAÇÕES POLÍTICAS

9493-6/00

ATIVIDADES DE ORGANIZAÇÕES ASSOCIATIVAS LIGADAS À CULTURA E À ARTE

9499-5/00

ATIVIDADES ASSOCIATIVAS NÃO ESPECIFICADAS ANTERIORMENTE

9900-8/00

ORGANISMOS INTERNACIONAIS E OUTRAS INSTITUIÇÕES EXTRATERRITORIAIS

8299-7/04

LEILOEIROS INDEPENDENTES Acrescentado pela Resolução CGSN n° 131/2016 (DOU de 12.12.2016), efeitos a partir de 12.12.2016

 ANEXO VII
(art. 8°, § 2°)
Códigos previstos na CNAE que abrangem concomitantemente atividade impeditiva e permitida ao Simples Nacional
(Vigência: 01/01/2015)
Alterado pela Resolução CGSN n° 117/2014 (DOU de 05.12.2014) efeitos a partir de 01.01.2015 Redação Anterior

Subclasse CNAE 2.0 DENOMINAÇÃO

1113-5/02

FABRICAÇÃO DE CERVEJAS E CHOPES Acrescentado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 01.01.2018

4635-4/02

COMÉRCIO ATACADISTA DE CERVEJA, CHOPE E REFRIGERANTE Alterado pela Resolução CGSN n° 137/2017 (DOU de 06.12.2017), efeitos a partir de 01.01.2018 Redação Anterior

4635-4/03

COMÉRCIO ATACADISTA DE BEBIDAS COM ATIVIDADE DE FRACIONAMENTO E ACONDICIONAMENTO ASSOCIADA

4635-4/99

COMÉRCIO ATACADISTA DE BEBIDAS NÃO ESPECIFICADAS ANTERIORMENTE Acrescentado pela Resolução CGSN n° 137/2017 (DOU de 06.12.2017), efeitos a partir de 01.01.2018

4684-2/99

COMÉRCIO ATACADISTA DE OUTROS PRODUTOS QUÍMICOS E PETROQUÍMICOS NÃO ESPECIFICADOS ANTERIORMENTE

4924-8/00

TRANSPORTE ESCOLAR

4929-9/02

TRANSPORTE RODOVIÁRIO COLETIVO DE PASSAGEIROS, SOB REGIME DE FRETAMENTO, INTERMUNICIPAL, INTERESTADUAL E INTERNACIONAL

4929-9/04

ORGANIZAÇÃO DE EXCURSÕES EM VEÍCULOS RODOVIÁRIOS PRÓPRIOS, INTERMUNICIPAL, INTERESTADUAL E INTERNACIONAL Acrescentado pela Resolução CGSN n° 119/2014 (DOU de 24.12.2014) efeitos a partir de 01.01.2015

4929-9/99

OUTROS TRANSPORTES RODOVIÁRIOS DE PASSAGEIROS NÃO ESPECIFICADOS ANTERIORMENTE Acrescentado pela Resolução CGSN n° 119/2014 (DOU de 24.12.2014) efeitos a partir de 01.01.2015

4950-7/00

TRENS TURÍSTICOS, TELEFÉRICOS E SIMILARES

5011-4/02

TRANSPORTE MARÍTIMO DE CABOTAGEM - PASSAGEIROS Acrescentado pela Resolução CGSN n° 119/2014 (DOU de 24.12.2014) efeitos a partir de 01.01.2015

5091-2/02

TRANSPORTE POR NAVEGAÇÃO DE TRAVESSIA, INTERMUNICIPAL, INTERESTADUAL E INTERNACIONAL

5099-8/01

TRANSPORTE AQUAVIÁRIO PARA PASSEIOS TURÍSTICOS

5099-8/99

OUTROS TRANSPORTES AQUAVIÁRIOS NÃO ESPECIFICADOS ANTERIORMENTE

5111-1/00

TRANSPORTE AÉREO DE PASSAGEIROS REGULAR

5112-9/01

SERVIÇO DE TÁXI AÉREO E LOCAÇÃO DE AERONAVES COM TRIPULAÇÃO

5112-9/99

OUTROS SERVIÇOS DE TRANSPORTE AÉREO DE PASSAGEIROS NÃO-REGULAR

5229-0/01

 SERVIÇOS DE APOIO AO TRANSPORTE POR TÁXI, INCLUSIVE CENTRAIS DE CHAMADA

5229-0/99

OUTRAS ATIVIDADES AUXILIARES DOS TRANSPORTES TERRESTRES NÃO ESPECIFICADAS ANTERIORMENTE

6201-5/01

DESENVOLVIMENTO DE PROGRAMAS DE COMPUTADOR SOB ENCOMENDA

6202-3/00

DESENVOLVIMENTO E LICENCIAMENTO DE PROGRAMAS DE COMPUTADOR CUSTOMIZÁVEIS

6203-1/00

DESENVOLVIMENTO E LICENCIAMENTO DE PROGRAMAS DE COMPUTADOR NÃO-CUSTOMIZÁVEIS

6619-3/02

CORRESPONDENTES DE INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS

6619-3/99

OUTRAS ATIVIDADES AUXILIARES DOS SERVIÇOS FINANCEIROS NÃO ESPECIFICADAS ANTERIORMENTE Acrescentado pela Resolução CGSN n° 119/2014 (DOU de 24.12.2014) efeitos a partir de 01.01.2015

7810-8/00

Excluído pela Resolução CGSN n° 131/2016 (DOU de 12.12.2016), efeitos a partir de 12.12.2016 Redação Anterior

8299-7/99

OUTRAS ATIVIDADES DE SERVIÇOS PRESTADOS PRINCIPALMENTE ÀS EMPRESAS NÃO ESPECIFICADAS ANTERIORMENTE

ANEXO VIII
Revogado pela Resolução CGSN n° 133/2017 (DOU de 16.06.2017), efeitos a partir de 01.01.2018 Redação Anterior

ANEXO IX
Revogado pela Resolução CGSN n° 135/2017 (DOU de 28.08.2017), efeitos a partir de 28.08.2017 Redação Anterior

ANEXO X
Modelo do Comprovante de Pagamento

COMPROVANTE DE PAGAMENTO - SIMPLES NACIONAL

Agente arrecadador: CNC NNN AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA

CÓDIGO DE BARRAS                     99999999999 99999999999 99999999999 99999999999

DATA DO PAGAMENTO                                                                               DD/MM/AAAA

VALOR TOTAL                                                                                                  999.999.999,99

AUTENTICAÇÃO                                                   XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX

Observações:

a) O agente arrecadador deverá ser identificado:

1) pela sigla “CNC” seguido do Código Nacional de Compensação; ou

2) O nome empresarial do agente arrecadador.

b) O agente arrecadador poderá inserir no comprovante qualquer informação adicional que julgar necessária, desde que fora do espaço reservado para a impressão dos dados obrigatórios.

ANEXO XI
Registro de Valores a Receber

NOME EMPRESARIAL

 

CNPJ

 

 

Data da operação ou prestação

Número(s) do(s) documento(s) fiscal(is) (1)

Valor total

Quantidade de parcelas

Número da parcela

Valor da parcela

Data do vencimento

Data do recebimento

Valor pago

Saldo a receber

Valor considerado incobrável

 

 

 

 

1

 

 

 

 

 

 

2

 

 

 

 

 

 

...

 

 

 

 

 

 

n

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

1

 

 

 

 

 

 

2

 

 

 

 

 

 

...

 

 

 

 

 

 

n

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

1

 

 

 

 

 

 

2

 

 

 

 

 

 

...

 

 

 

 

 

 

n

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

1

 

 

 

 

 

 

2

 

 

 

 

 

 

...

 

 

 

 

 

 

n

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

1

 

 

 

 

 

 

2

 

 

 

 

 

 

...

 

 

 

 

 

 

n

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

1

 

 

 

 

 

 

2

 

 

 

 

 

 

...

 

 

 

 

 

 

n

 

 

 

 

 

 

(1) observar o disposto no § 1° do art. 70 da Resolução CGSN n°  94, de 29 de novembro de 2011

ANEXO XII
Relatório Mensal de Receitas Brutas

RELATÓRIO MENSAL DAS RECEITAS BRUTAS

CNPJ:

Empreendedor individual:

Período de apuração:

RECEITA BRUTA MENSAL - REVENDA DE MERCADORIAS (COMÉRCIO)

I - Revenda de mercadorias com dispensa de emissão de documento fiscal

R$

II - Revenda de mercadorias com documento fiscal emitido

R$

III - Total das receitas com revenda de mercadorias (I + II)

R$

RECEITA BRUTA MENSAL - VENDA DE PRODUTOS INDUSTRIALIZADOS (INDÚSTRIA)

IV - Venda de produtos industrializados com dispensa de emissão de documento fiscal

R$

V - Venda de produtos industrializados com documento fiscal emitido

R$

VI - Total das receitas com venda de produtos industrializados (IV + V)

R$

RECEITA BRUTA MENSAL - PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS

VII - Receita com prestação de serviços com dispensa de emissão de documento fiscal

R$

VIII - Receita com prestação de serviços com documento fiscal emitido

R$

IX - Total das receitas com prestação de serviços (VII + VIII)

R$

X - Total geral das receitas brutas no mês (III + VI + IX)

R$

LOCAL E DATA:

ASSINATURA DO EMPRESÁRIO:

ENCONTRAM-SE ANEXADOS A ESTE RELATÓRIO:

- Os documentos fiscais comprobatórios das entradas de mercadorias e serviços tomados referentes ao período;

- As notas fiscais relativas às operações ou prestações realizadas eventualmente emitidas.

 

ANEXO XIII
Ocupações Permitidas ao MEI
Alterado pela Resolução CGSN n° 137/2017 (DOU de 06.12.2017), efeitos a partir de 01.01.2018 Redação Anterior

OCUPAÇÃO

CNAE

DESCRIÇÃO SUBCLASSE CNAE

ISS

ICMS

ABATEDOR(A) DE AVES INDEPENDENTE

1012-1/01

ABATE DE AVES

N

N

ABATEDOR(A) DE AVES COM COMERCIALIZAÇÃO DO PRODUTO INDEPENDENTE

4724-5/00

COMÉRCIO VAREJISTA DE HORTIFRUTIGRANJEIROS

N

S

ACABADOR(A) DE CALÇADOS INDEPENDENTE

1531-9/02

ACABAMENTO DE CALÇADOS DE COURO SOB CONTRATO

S

S

AÇOUGUEIRO(A)

4722-9/01

COMÉRCIO VAREJISTA DE CARNES - AÇOUGUES

N

S

ADESTRADOR(A) DE ANIMAIS INDEPENDENTE

9609-2/07

ALOJAMENTO DE ANIMAIS DOMÉSTICOS

S

N

ADESTRADOR(A) DE CÃES DE GUARDA INDEPENDENTE

8011-1/02

SERVIÇOS DE ADESTRAMENTO DE CÃES DE GUARDA

S

N

AGENTE DE CORREIO FRANQUEADO E PERMISSIONÁRIO INDEPENDENTE

5310-5/02

ATIVIDADES DE FRANQUEADAS DO CORREIO NACIONAL

S

S

AGENTE DE VIAGENS INDEPENDENTE

7911-2/00

AGÊNCIAS DE VIAGENS

S

N

AGENTE FUNERÁRIO INDEPENDENTE

9603-3/04

SERVIÇOS DE FUNERÁRIAS

S

N

AGENTE MATRIMONIAL INDEPENDENTE

9609-2/02

AGÊNCIAS MATRIMONIAIS

S

N

ALFAIATE INDEPENDENTE

1412-6/02

CONFECÇÃO, SOB MEDIDA, DE PEÇAS DO VESTUÁRIO, EXCETO ROUPAS ÍNTIMAS

S

N

ALINHADOR(A) DE PNEUS INDEPENDENTE

4520-0/04

SERVIÇOS DE ALINHAMENTO E BALANCEAMENTO DE VEÍCULOS AUTOMOTORES

S

N

AMOLADOR(A) DE ARTIGOS DE CUTELARIA INDEPENDENTE

9529-1/99

REPARAÇÃO E MANUTENÇÃO DE OUTROS OBJETOS E EQUIPAMENTOS PESSOAIS E DOMÉSTICOS NÃO ESPECIFICADOS ANTERIORMENTE

S

N

ANIMADOR(A) DE FESTAS INDEPENDENTE

9329-8/99

OUTRAS ATIVIDADES DE RECREAÇÃO E LAZER NÃO ESPECIFICADAS ANTERIORMENTE

S

N

ANTIQUÁRIO(A) INDEPENDENTE

4785-7/01

COMÉRCIO VAREJISTA DE ANTIGUIDADES

N

S

Apicultor(A) Independente

0159-8/01

Apicultura

S

S

APLICADOR(A) AGRÍCOLA INDEPENDENTE

0161-0/01

SERVIÇO DE PULVERIZAÇÃO E CONTROLE DE PRAGAS AGRÍCOLAS

S

N

APURADOR(A), COLETOR(A) E FORNECEDOR(A) DE RECORTES DE MATÉRIAS PUBLICADAS EM JORNAIS E REVISTAS INDEPENDENTE

6399-2/00

OUTRAS ATIVIDADES DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE INFORMAÇÃO NÃO ESPECIFICADAS ANTERIORMENTE

S

N

ARMADOR(A) DE FERRAGENS NA CONSTRUÇÃO CIVIL INDEPENDENTE

2599-3/01

SERVIÇOS DE CONFECÇÃO DE ARMAÇÕES METÁLICAS PARA A CONSTRUÇÃO

S

N

ARTESÃO(Ã) DE BIJUTERIAS INDEPENDENTE

3212-4/00

FABRICAÇÃO DE BIJUTERIAS E ARTEFATOS SEMELHANTES

N

S

ARTESÃO(Ã) EM BORRACHA INDEPENDENTE

2219-6/00

FABRICAÇÃO DE ARTEFATOS DE BORRACHA NÃO ESPECIFICADOS ANTERIORMENTE

N

S

ARTESÃO(Ã) EM CERÂMICA INDEPENDENTE

2349-4/99

FABRICAÇÃO DE PRODUTOS CERÂMICOS NÃO-REFRATÁRIOS NÃO ESPECIFICADOS ANTERIORMENTE

N

S

ARTESÃO(Ã) EM CIMENTO INDEPENDENTE

2330-3/99

FABRICAÇÃO DE OUTROS ARTEFATOS E PRODUTOS DE CONCRETO, CIMENTO, FIBROCIMENTO, GESSO E MATERIAIS SEMELHANTES

N

S

ARTESÃO(Ã) EM CORTIÇA, BAMBU E AFINS INDEPENDENTE

1629-3/02

FABRICAÇÃO DE ARTEFATOS DIVERSOS DE CORTIÇA, BAMBU, PALHA, VIME E OUTROS MATERIAIS TRANÇADOS, EXCETO MÓVEIS

N

S

ARTESÃO(Ã) EM COURO INDEPENDENTE

1529-7/00

FABRICAÇÃO DE ARTEFATOS DE COURO NÃO ESPECIFICADOS ANTERIORMENTE

N

S

ARTESÃO(Ã) EM GESSO INDEPENDENTE

2330-3/99

FABRICAÇÃO DE OUTROS ARTEFATOS E PRODUTOS DE CONCRETO, CIMENTO, FIBROCIMENTO, GESSO E MATERIAIS SEMELHANTES

N

S

ARTESÃO(Ã) EM LOUÇAS, VIDRO E CRISTAL INDEPENDENTE

2399-1/01

DECORAÇÃO, LAPIDAÇÃO, GRAVAÇÃO, VITRIFICAÇÃO E OUTROS TRABALHOS EM CERÂMICA, LOUÇA, VIDRO E CRISTAL

S

N

ARTESÃO(Ã) EM MADEIRA INDEPENDENTE

1629-3/01

FABRICAÇÃO DE ARTEFATOS DIVERSOS DE MADEIRA, EXCETO MÓVEIS

N

S

ARTESÃO(Ã) EM MÁRMORE, GRANITO, ARDÓSIA E OUTRAS PEDRAS INDEPENDENTE

2391-5/03

APARELHAMENTO DE PLACAS E EXECUÇÃO DE TRABALHOS EM MÁRMORE, GRANITO, ARDÓSIA E OUTRAS PEDRAS

S

S

ARTESÃO(Ã) EM METAIS INDEPENDENTE

2599-3/99

FABRICAÇÃO DE OUTROS PRODUTOS DE METAL NÃO ESPECIFICADOS ANTERIORMENTE

N

S

ARTESÃO(Ã) EM METAIS PRECIOSOS INDEPENDENTE

3211-6/02

FABRICAÇÃO DE ARTEFATOS DE JOALHERIA E OURIVESARIA

N

S

ARTESÃO(Ã) EM OUTROS MATERIAIS INDEPENDENTE

3299-0/99

FABRICAÇÃO DE PRODUTOS DIVERSOS NÃO ESPECIFICADOS ANTERIORMENTE

N

S

ARTESÃO(Ã) EM PAPEL INDEPENDENTE

1749-4/00

FABRICAÇÃO DE PRODUTOS DE PASTAS CELULÓSICAS, PAPEL, CARTOLINA, PAPEL-CARTÃO E PAPELÃO ONDULADO NÃO ESPECIFICADOS ANTERIORMENTE

N

S

ARTESÃO(Ã) EM PLÁSTICO INDEPENDENTE

2229-3/99

FABRICAÇÃO DE ARTEFATOS DE MATERIAL PLÁSTICO PARA OUTROS USOS NÃO ESPECIFICADOS ANTERIORMENTE

N

S

ARTESÃO(Ã) EM VIDRO INDEPENDENTE

2319-2/00

FABRICAÇÃO DE ARTIGOS DE VIDRO

N

S

ARTESÃO TÊXTIL INDEPENDENTE

1359-6/00

FABRICAÇÃO DE OUTROS PRODUTOS TÊXTEIS NÃO ESPECIFICADOS

N

S

ASTRÓLOGO(A) INDEPENDENTE

9609-2/99

OUTRAS ATIVIDADES DE SERVIÇOS PESSOAIS NÃO ESPECIFICADAS ANTERIORMENTE

S

N

AZULEJISTA INDEPENDENTE

4330-4/05

APLICAÇÃO DE REVESTIMENTOS E DE RESINAS EM INTERIORES E EXTERIORES

S

N

BALANCEADOR(A) DE PNEUS INDEPENDENTE

4520-0/04

SERVIÇOS DE ALINHAMENTO E BALANCEAMENTO DE VEÍCULOS AUTOMOTORES

S

N

BALEIRO(A) INDEPENDENTE

4721-1/04

COMÉRCIO VAREJISTA DE DOCES, BALAS, BOMBONS E SEMELHANTES

N

S

BANHISTA DE ANIMAIS DOMÉSTICOS INDEPENDENTE

9609-2/08

HIGIENE E EMBELEZAMENTO DE ANIMAIS DOMÉSTICOS

S

N

BARBEIRO

9602-5/01

CABELEIREIROS, MANICURE E PEDICURE

S

N

BARQUEIRO(A) INDEPENDENTE

5099-8/99

OUTROS TRANSPORTES AQUAVIÁRIOS NÃO ESPECIFICADOS ANTERIORMENTE

S

S

BARRAQUEIRO(A) INDEPENDENTE

4712-1/00

COMÉRCIO VAREJISTA DE MERCADORIAS EM GERAL, COM PREDOMINÂNCIA DE PRODUTOS ALIMENTÍCIOS - MINIMERCADOS, MERCEARIAS E ARMAZÉNS

N

S

BENEFICIADOR(A) DE CASTANHA INDEPENDENTE

1031-7/00

FABRICANTE DE CONSERVAS DE FRUTAS

N

S

BIKEBOY (CICLISTA MENSAGEIRO) INDEPENDENTE

5320-2/02

SERVIÇOS DE ENTREGA RÁPIDA

S

N

BIKE PROPAGANDISTA INDEPENDENTE

7319-0/99

OUTRAS ATIVIDADES DE PUBLICIDADE NÃO ESPECIFICADAS ANTERIORMENTE

S

N

BOLACHEIRO(A)/BISCOITEIRO(A) INDEPENDENTE

1092-9/00

FABRICAÇÃO DE BISCOITOS E BOLACHAS

N

S

BOMBEIRO(A) HIDRÁULICO INDEPENDENTE

4322-3/01

INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS, SANITÁRIAS E DE GÁS

S

N

BONELEIRO(A) (FABRICANTE DE BONÉS) INDEPENDENTE

1414-2/00

FABRICAÇÃO DE ACESSÓRIOS DO VESTUÁRIO, EXCETO PARA SEGURANÇA E PROTEÇÃO

N

S

BORDADEIRO(A) INDEPENDENTE

1340-5/99

OUTROS SERVIÇOS DE ACABAMENTO EM FIOS, TECIDOS, ARTEFATOS TÊXTEIS E PEÇAS DO VESTUÁRIO

S

N

BORRACHEIRO(A) INDEPENDENTE

4520-0/06

SERVIÇOS DE BORRACHARIA PARA VEÍCULOS AUTOMOTORES

S

N

BRITADOR INDEPENDENTE

2391-5/01

BRITAMENTO DE PEDRAS, EXCETO ASSOCIADO À EXTRAÇÃO

N

S

CABELEIREIRO(A) INDEPENDENTE

9602-5/01

CABELEIREIROS, MANICURE E PEDICURE

S

N

CALAFETADOR(A) INDEPENDENTE

4330-4/05

APLICAÇÃO DE REVESTIMENTOS E DE RESINAS EM INTERIORES E EXTERIORES

S

N

CALHEIRO(A) INDEPENDENTE

4399-1/99

SERVIÇOS ESPECIALIZADOS PARA CONSTRUÇÃO NÃO ESPECIFICADOS ANTERIORMENTE

S

N

CAMINHONEIRO (A) DE CARGAS NÃO PERIGOSAS, INTERMUNICIPAL E INTERESTADUAL INDEPENDENTE

4930-2/02

TRANSPORTE RODOVIÁRIO DE CARGA, EXCETO PRODUTOS PERIGOSOS E MUDANÇAS, INTERMUNICIPAL, INTERESTADUAL E INTERNACIONAL 

N

S

CANTOR(A)/MÚSICO(A) INDEPENDENTE

9001-9/02

PRODUÇÃO MUSICAL

S

N

CAPOTEIRO(A) INDEPENDENTE

4520-0/08

SERVIÇOS DE CAPOTARIA

S

N

CARPINTEIRO(A) INDEPENDENTE

1622-6/99

FABRICAÇÃO DE OUTROS ARTIGOS DE CARPINTARIA PARA CONSTRUÇÃO

N

S

CARPINTEIRO(A) INSTALADOR(A) INDEPENDENTE

4330-4/02

INSTALAÇÃO DE PORTAS, JANELAS, TETOS, DIVISÓRIAS E ARMÁRIOS EMBUTIDOS DE QUALQUER MATERIAL

S

N

CARREGADOR (VEÍCULOS DE TRANSPORTES TERRESTRES) INDEPENDENTE

5212-5/00

CARGA E DESCARGA

S

N

CARREGADOR DE MALAS INDEPENDENTE

9609-2/99

OUTRAS ATIVIDADES DE SERVIÇOS PESSOAIS NÃO ESPECIFICADAS ANTERIORMENTE

S

N

CARROCEIRO - COLETA DE ENTULHOS E RESÍDUOS INDEPENDENTE

3811-4/00

COLETA DE RESÍDUOS NÃO-PERIGOSOS

S

N

CARROCEIRO - TRANSPORTE DE CARGA INDEPENDENTE

4930-2/01

TRANSPORTE RODOVIÁRIO DE CARGA, EXCETO PRODUTOS PERIGOSOS E MUDANÇAS, MUNICIPAL

S

N

CARROCEIRO - TRANSPORTE DE MUDANÇA INDEPENDENTE

4930-2/04

TRANSPORTE RODOVIÁRIO DE MUDANÇAS

S

S

CARTAZISTA, PINTOR DE FAIXAS PUBLICITÁRIAS E DE LETRAS INDEPENDENTE

8299-7/99

OUTRAS ATIVIDADES DE SERVIÇOS PRESTADOS PRINCIPALMENTE ÀS EMPRESAS NÃO ESPECIFICADAS ANTERIORMENTE

S

N

Cerqueiro(A) Independente INDEPENDENTE

4399-1/99

Serviços Especializados Para Construção Não Especificados Anteriormente

S

N

CHAPELEIRO(A) INDEPENDENTE

1414-2/00

FABRICAÇÃO DE ACESSÓRIOS DO VESTUÁRIO, EXCETO PARA SEGURANÇA E PROTEÇÃO

N

S

CHAVEIRO(A) INDEPENDENTE

9529-1/02

CHAVEIROS

S

N

CHOCOLATEIRO(A) INDEPENDENTE

1093-7/01

FABRICAÇÃO DE PRODUTOS DERIVADOS DO CACAU E DE CHOCOLATES

N

S

CHURRASQUEIRO(A) AMBULANTE INDEPENDENTE

5612-1/00

SERVIÇOS AMBULANTES DE ALIMENTAÇÃO

N

S

CHURRASQUEIRO(A) EM DOMICÍLIO INDEPENDENTE

5620-1/02

SERVIÇOS DE ALIMENTAÇÃO PARA EVENTOS E RECEPÇÕES - BUFÊ

S

S

CLICHERISTA INDEPENDENTE

1821-1/00

SERVIÇOS DE PRÉ-IMPRESSÃO

S

N

COBRADOR(A) DE DÍVIDAS INDEPENDENTE

8291-1/00

ATIVIDADES DE COBRANÇAS E INFORMAÇÕES CADASTRAIS

S

N

COLCHOEIRO(A) INDEPENDENTE

3104-7/00

FABRICAÇÃO DE COLCHÕES

N

S

COLETOR DE RESÍDUOS NÃO-PERIGOSOS INDEPENDENTE

3811-4/00

COLETA DE RESÍDUOS NÃO-PERIGOSOS

S

N

COLETOR DE RESÍDUOS PERIGOSOS INDEPENDENTE

3812-2/00

COLETA DE RESÍDUOS PERIGOSOS

S

N

COLOCADOR(A) DE PIERCING INDEPENDENTE

9609-2/06

SERVIÇOS DE TATUAGEM E COLOCAÇÃO DE PIERCING

S

N

COLOCADOR(A) DE REVESTIMENTOS INDEPENDENTE

4330-4/05

APLICAÇÃO DE REVESTIMENTOS E DE RESINAS EM INTERIORES E EXTERIORES

S

N

COMERCIANTE DE INSETICIDAS E RATICIDAS INDEPENDENTE

4789-0/05

COMÉRCIO VAREJISTA DE PRODUTOS SANEANTES DOMISSANITÁRIOS

N

S

COMERCIANTE DE PRODUTOS PARA PISCINAS INDEPENDENTE

4789-0/05

COMÉRCIO VAREJISTA DE PRODUTOS SANEANTES DOMISSANITÁRIOS

N

S

COMERCIANTE DE ANIMAIS VIVOS E DE ARTIGOS E ALIMENTOS PARA ANIMAIS DE ESTIMAÇÃO INDEPENDENTE

4789-0/04

COMÉRCIO VAREJISTA DE ANIMAIS VIVOS E DE ARTIGOS E ALIMENTOS PARA ANIMAIS DE ESTIMAÇÃO

N

S

COMERCIANTE DE ARTIGOS DE ARMARINHO INDEPENDENTE

4755-5/02

COMERCIO VAREJISTA DE ARTIGOS DE ARMARINHO

N

S

COMERCIANTE DE ARTIGOS DE BEBÊ INDEPENDENTE

4789-0/99

COMÉRCIO VAREJISTA DE OUTROS PRODUTOS NÃO ESPECIFICADOS ANTERIORMENTE

N

S

COMERCIANTE DE ARTIGOS DE CAÇA, PESCA E CAMPING INDEPENDENTE

4763-6/04

COMÉRCIO VAREJISTA DE ARTIGOS DE CAÇA, PESCA E CAMPING

N

S

COMERCIANTE DE ARTIGOS DE CAMA, MESA E BANHO INDEPENDENTE

4755-5/03

COMERCIO VAREJISTA DE ARTIGOS DE CAMA, MESA E BANHO

N

S

COMERCIANTE DE ARTIGOS DE COLCHOARIA INDEPENDENTE

4754-7/02

COMÉRCIO VAREJISTA DE ARTIGOS DE COLCHOARIA

N

S

COMERCIANTE DE ARTIGOS DE CUTELARIA INDEPENDENTE

4759-8/99

COMÉRCIO VAREJISTA DE OUTROS ARTIGOS DE USO PESSOAL E DOMÉSTICO NÃO ESPECIFICADOS ANTERIORMENTE

N

S

COMERCIANTE DE ARTIGOS DE ILUMINAÇÃO INDEPENDENTE

4754-7/03

COMÉRCIO VAREJISTA DE ARTIGOS DE ILUMINAÇÃO

N

S

COMERCIANTE DE ARTIGOS DE JOALHERIA INDEPENDENTE

4783-1/01

COMÉRCIO VAREJISTA DE ARTIGOS DE JOALHERIA

N

S

COMERCIANTE DE ARTIGOS DE ÓPTICA INDEPENDENTE

4774-1/00

COMÉRCIO VAREJISTA DE ARTIGOS DE ÓPTICA

N

S

COMERCIANTE DE ARTIGOS DE RELOJOARIA INDEPENDENTE

4783-1/02

COMÉRCIO VAREJISTA DE ARTIGOS DE RELOJOARIA

N

S

COMERCIANTE DE ARTIGOS DE TAPEÇARIA, CORTINAS E PERSIANAS INDEPENDENTE

4759-8/01

COMÉRCIO VAREJISTA DE ARTIGOS DE TAPEÇARIA, CORTINAS E PERSIANAS

N

S

COMERCIANTE DE ARTIGOS DE VIAGEM INDEPENDENTE

4782-2/02

COMÉRCIO VAREJISTA DE ARTIGOS DE VIAGEM

N

S

COMERCIANTE DE ARTIGOS DO VESTUÁRIO E ACESSÓRIOS INDEPENDENTE

4781-4/00

COMÉRCIO VAREJISTA DE ARTIGOS DO VESTUÁRIO E ACESSÓRIOS

N

S

COMERCIANTE DE ARTIGOS ERÓTICOS INDEPENDENTE

4789-0/99

COMÉRCIO VAREJISTA DE OUTROS PRODUTOS NÃO ESPECIFICADOS ANTERIORMENTE

N

S

COMERCIANTE DE ARTIGOS ESPORTIVOS INDEPENDENTE

4763-6/02

COMÉRCIO VAREJISTA DE ARTIGOS ESPORTIVOS

N

S

COMERCIANTE DE ARTIGOS FOTOGRÁFICOS E PARA FILMAGEM INDEPENDENTE

4789-0/08

COMÉRCIO VAREJISTA DE ARTIGOS FOTOGRÁFICOS E PARA FILMAGEM

N

S

COMERCIANTE DE ARTIGOS FUNERÁRIOS INDEPENDENTE

4789-0/99

COMÉRCIO VAREJISTA DE OUTROS PRODUTOS NÃO ESPECIFICADOS ANTERIORMENTE

N

S

COMERCIANTE DE ARTIGOS MÉDICOS E ORTOPÉDICOS INDEPENDENTE

4773-3/00

COMÉRCIO VAREJISTA DE ARTIGOS MÉDICOS E ORTOPÉDICOS

N

S

COMERCIANTE DE ARTIGOS PARA HABITAÇÃO INDEPENDENTE

4759-8/99

COMÉRCIO VAREJISTA DE OUTROS ARTIGOS DE USO PESSOAL E DOMÉSTICO NÃO ESPECIFICADOS ANTERIORMENTE

N

S

COMERCIANTE DE ARTIGOS USADOS INDEPENDENTE

4785-7/99

COMÉRCIO VAREJISTA DE OUTROS ARTIGOS USADOS

N

S

COMERCIANTE DE BEBIDAS INDEPENDENTE

4723-7/00

COMÉRCIO VAREJISTA DE BEBIDAS

N

S

COMERCIANTE DE BICICLETAS E TRICICLOS; PEÇAS E ACESSÓRIOS INDEPENDENTE

4763-6/03

COMÉRCIO VAREJISTA DE BICICLETAS E TRICICLOS; PEÇAS E ACESSÓRIOS

N

S

COMERCIANTE DE SUVENIRES, BIJUTERIAS E ARTESANATOS INDEPENDENTE

4789-0/01

COMÉRCIO VAREJISTA DE SUVENIRES, BIJUTERIAS E ARTESANATOS

N

S

COMERCIANTE DE BRINQUEDOS E ARTIGOS RECREATIVOS INDEPENDENTE

4763-6/01

COMÉRCIO VAREJISTA DE BRINQUEDOS E ARTIGOS RECREATIVOS

N

S

COMERCIANTE DE CAL, AREIA, PEDRA BRITADA, TIJOLOS E TELHAS INDEPENDENTE

4744-0/04

COMÉRCIO VAREJISTA DE CAL, AREIA, PEDRA BRITADA, TIJOLOS E TELHAS

N

S

COMERCIANTE DE CALÇADOS INDEPENDENTE

4782-2/01

COMÉRCIO VAREJISTA DE CALÇADOS

N

S

COMERCIANTE DE CARVÃO E LENHA INDEPENDENTE

4789-0/99

COMÉRCIO VAREJISTA DE OUTROS PRODUTOS NÃO ESPECIFICADOS ANTERIORMENTE

N

S

COMERCIANTE DE CESTAS DE CAFÉ DA MANHÃ INDEPENDENTE

4729-6/99

COMÉRCIO VAREJISTA DE PRODUTOS ALIMENTÍCIOS EM GERAL OU ESPECIALIZADO EM PRODUTOS ALIMENTÍCIOS NÃO ESPECIFICADOS ANTERIORMENTE

N

S

COMERCIANTE DE COSMÉTICOS E ARTIGOS DE PERFUMARIA INDEPENDENTE

4772-5/00

COMÉRCIO VAREJISTA DE COSMÉTICOS, PRODUTOS DE PERFUMARIA E DE HIGIENE PESSOAL

N

S

COMERCIANTE DE DISCOS, CDS, DVDS E FITAS INDEPENDENTE

4762-8/00

COMÉRCIO VAREJISTA DE DISCOS, CDS, DVDS E FITAS

N

S

COMERCIANTE DE ELETRODOMÉSTICOS E EQUIPAMENTOS DE ÁUDIO E VÍDEO INDEPENDENTE

4753-9/00

COMÉRCIO VAREJISTA ESPECIALIZADO DE ELETRODOMÉSTICOS E EQUIPAMENTOS DE ÁUDIO E VÍDEO

N

S

COMERCIANTE DE EMBALAGENS INDEPENDENTE

4789-0/99

COMÉRCIO VAREJISTA DE OUTROS PRODUTOS NÃO ESPECIFICADOS ANTERIORMENTE

N

S

COMERCIANTE DE EQUIPAMENTOS DE TELEFONIA E COMUNICAÇÃO INDEPENDENTE

4752-1/00

COMÉRCIO VAREJISTA ESPECIALIZADO DE EQUIPAMENTOS DE TELEFONIA E COMUNICAÇÃO

N

S

COMERCIANTE DE EQUIPAMENTOS E SUPRIMENTOS DE INFORMÁTICA INDEPENDENTE

4751-2/01

COMÉRCIO VAREJISTA ESPECIALIZADO DE EQUIPAMENTOS E SUPRIMENTOS DE INFORMÁTICA

N

S

COMERCIANTE DE EQUIPAMENTOS PARA ESCRITÓRIO INDEPENDENTE INDEPENDENTE

4789-0/07

COMÉRCIO VAREJISTA DE EQUIPAMENTOS PARA ESCRITÓRIO

N

S

COMERCIANTE DE EXTINTORES DE INCÊNDIO INDEPENDENTE

4789-0/99

COMÉRCIO VAREJISTA DE OUTROS PRODUTOS NÃO ESPECIFICADOS ANTERIORMENTE

N

S

COMERCIANTE DE FERRAGENS E FERRAMENTAS INDEPENDENTE

4744-0/01

COMÉRCIO VAREJISTA DE FERRAGENS E FERRAMENTAS

N

S

COMERCIANTE DE FLORES, PLANTAS E FRUTAS ARTIFICIAIS INDEPENDENTE

4789-0/99

COMÉRCIO VAREJISTA DE OUTROS PRODUTOS NÃO ESPECIFICADOS ANTERIORMENTE

N

S

COMERCIANTE DE FOGOS DE ARTIFÍCIO INDEPENDENTE

4789-0/06

COMÉRCIO VAREJISTA DE FOGOS DE ARTIFÍCIO E ARTIGOS PIROTÉCNICOS

N

S

COMERCIANTE DE GÁS LIQUEFEITO DE PETRÓLEO (GLP) INDEPENDENTE

4784-9/00

COMÉRCIO VAREJISTA DE GÁS LIQUEFEITO DE PETRÓLEO (GLP)

N

S

COMERCIANTE DE INSTRUMENTOS MUSICAIS E ACESSÓRIOS INDEPENDENTE

4756-3/00

COMÉRCIO VAREJISTA ESPECIALIZADO DE INSTRUMENTOS MUSICAIS E ACESSÓRIOS

N

S

COMERCIANTE DE LATICÍNIOS INDEPENDENTE

4721-1/03